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Cidades

Vira-lata salva avó e neto de ataque de pitbull em Guarapari e acaba ferido

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Chamado de Covid, por aparecer no bairro durante a pandemia, o cachorro ficou muito machucado e ficará com sequelas; avó e neto saíram ilesos

A máxima que fala que o “cachorro é o melhor amigo do homem” foi colocada a prova no bairro de Meaípe, em Guarapari, no mês de agosto. O vira lata Covid, nome adotado por ele ter aparecido no bairro durante a pandemia, enfrentou um pitbull para defender uma senhora e o neto que moram no local.

Covid é querido por todos e recebe cuidados dos moradores. “Ele foi abandonado na nossa rua, estava todo maltratado e tinha muito medo das pessoas. Meu esposo, Juarez Fernandes, passou a cuidar dele dando comida, atenção e carinho. Logo começou a se identificar com as pessoas da vizinhança”, contou Cleide Fernandes.

Há cerca de um mês, a vizinha de Cleide, Elida Nascimento, foi passear com o neto e o vira lata foi atrás. “Eles estavam indo pescar na lagoa, no caminho um pitbull da vizinhança fugiu e foi em direção deles para atacar. Por sorte Covid estava perto e não aconteceu uma tragédia. Ele foi para cima do cachorro e defendeu os dois até que um homem que passava ajudou a separar a briga e tocou o pitbull para longe”.

Após o ato heroico, Covid ficou muito machucado. O vira lata foi atacado no pescoço e na pata com mais intensidade. “Ele ficou com sequelas, o tendão foi atingido. Já levamos no veterinário e todo possível foi feito. Está bem, mas ficará mancando daqui para frente”

“Ele foi incrível, o que seria de mim e do meu neto, que é uma criança, se Covid não estivesse lá? Esse cachorro salvou nossas vidas, graças a Deus”, agradeceu Elida.

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Cidades

Projeto de lojas virtuais no ES auxilia vendas de pequenos empreendedores na pandemia

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Iniciativa possibilita a comercialização on-line de produtos de comerciantes de três municípios capixabas 

Os pequenos empreendedores dos municípios capixabas de Marilândia, Baixo Guandu e Colatina têm uma alternativa para manter as vendas e enfrentar a pandemia do coronavírus com segurança. A criação de lojas virtuais vem auxiliando na divulgação e comercialização de produtos, por meio do ambiente eletrônico, o que possibilita ao consumidor a comodidade de adquirir e receber os itens sem sair de casa. 

O projeto, criado pela Associação Comercial e Empresarial de Governador Valadares (ACE-GV), foi desenvolvido pela APIKI WordPress para ajudar os pequenos comerciantes a enfrentar o contexto da Covid-19, de isolamento social. A Fundação Renova apoiou a iniciativa e abriu espaço para a inclusão de negócios locais em municípios atingidos, além de oferecer treinamento digital. O projeto, iniciado em março, foi estendido até dezembro de 2020.

O consumidor pode escolher uma variedade de produtos para café da manhã, lanches e refeições, com itens feitos artesanalmente. Dentre os itens comercializados on-line estão frutas e verduras agroecológicas, queijos da roça, tortas, guloseimas, quitutes para petiscos, salgados, doces e bolos confeitados. 

Segundo pesquisa da empresa internacional de sistemas de pagamento ACI Worldwide, o comércio eletrônico do segmento de comida cresceu 62% desde o início na quarentena no Brasil.

Ao todo, por meio do projeto, foram lançadas 40 lojas virtuais em toda a bacia do rio Doce, sendo três no Espírito Santo. Os empreendedores que não tinham presença digital receberam kits de divulgação com logomarca e portfólio e aprenderam a criar contas e posts em mídias sociais.

Leyse Cruz, analista da área de Economia e Inovação da Fundação Renova, explica como foram escolhidas as lojas lançadas em parceria. “Por meio  do banco de dados dos Programas de Economia e Inovação, identificamos e sensibilizamos os produtores impactados para participar do projeto da ACE. Também ajudamos a construir as lojas, incluindo produtos, preços, informações, e validamos o conteúdo final com os comerciantes”, afirma.

Ana Lage, líder do programa de Economia e Inovação, destaca o crescimento do marketing digital, que se tornou uma ferramenta importante para manutenção e continuidade das atividades dos pequenos negócios durante a pandemia. “Comprar dos pequenos negócios dá força aos empreendedores que vivem ao longo do rio Doce e que tiveram suas atividades interrompidas em função do avanço da Covid-19. A comercialização dos produtos locais também gera trabalho e renda e faz a economia girar dentro das comunidades e distritos em um momento tão necessário”, diz. 

Confira abaixo, os endereços eletrônicos das lojas virtuais capixabas:

Loja Forno de Minas – Baixo Guandu (ES)

https://fornodeminas.aceloja.com.br/

Loja Sabores e Saberes – Colatina (ES): 

https://saboresesaberes.aceloja.com.br/

Parada 248 – Marilândia (ES):

https://parada248.aceloja.com.br/

Mais informações sobre a reparação executada até aqui podem ser acessadas em: https://www.fundacaorenova.org/cincoanos/

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Cidades

Covid-19: Espírito Santo tem 3 cidades em risco moderado

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O Governo do Estado anunciou, nesta sexta-feira (16), o 27º Mapa de Risco Covid-19, que terá vigência entre a próxima segunda-feira (19) e o domingo (25). Do total de municípios capixabas, 75 estão classificados em Risco Baixo. Apenas três estão em Risco Moderado (Anchieta, Conceição da Barra e Santa Teresa). Não há nenhum município em Risco Alto.

A Matriz de Risco de Convivência considera no eixo de ameaça: o coeficiente de casos ativos por município dos últimos 28 dias, além da quantidade de testes realizados por grupo de mil habitantes e a média móvel de óbitos dos últimos 14 dias. Já o eixo de vulnerabilidade considera a taxa de ocupação de leitos potenciais de UTI exclusivos para tratamento da Covid-19, isto é, a disponibilidade máxima de leitos para tratamento da doença. A estratégia de mapeamento de risco teve início no dia 20 de abril.

O Mapa de Risco segue as orientações dos boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde e recomendações da equipe de especialistas do Centro de Comando e Controle (CCC) Covid-19 no Espírito Santo, que é composto pelo Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil, Secretaria da Saúde (Sesa), Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes). As decisões adotadas pelo Governo do Estado seguem parâmetros técnicos.

Confira a classificação de todos os municípios capixabas:

RISCO MODERADO: Anchieta, Conceição da Barra e Santa Teresa.

RISCO BAIXO: Afonso Cláudio, Água Doce do Norte, Águia Branca, Alegre, Alfredo Chaves, Alto Rio Novo, Apiacá, Aracruz, Atílio Vivácqua, Baixo Guandu, Barra de São Francisco, Boa Esperança, Bom Jesus do Norte, Brejetuba, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Castelo, Colatina, Conceição da Barra, Conceição do Castelo, Divino de São Lourenco, Domingos Martins, Dores do Rio Preto, Ecoporanga, Fundão, Guaçuí, Guarapari, Ibatiba, Ibiraçu, Ibitirama, Iconha, Irupi, Itaguaçu, Itapemirim, Itarana, Iúna, Jaguaré, Jerônimo Monteiro, João Neiva, Laranja da Terra, Linhares, Mantenópolis, Marataízes, Marechal Floriano, Marilândia, Mimoso do Sul, Montanha, Mucurici, Muniz Freire, Muqui, Nova Venécia, Pancas, Pedro Canário, Pinheiros, Piúma, Ponto Belo, Presidente Kennedy, Rio Bananal, Rio Novo do Sul, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, São Domingos do Norte, São Gabriel da Palha, São José do Calçado, São Mateus, São Roque do Canaã, Serra, Sooretama, Vargem Alta, Venda Nova do Imigrante, Viana, Vila Pavão, Vila Valério, Vila Velha e Vitória.

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