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Mundo Cristão

18 de outubro: Dia do Médico é inspirado no apóstolo Lucas

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Data foi criada para homenagear os profissionais da medicina e é comemorada em diversos países cristãos

Jim Caviezel, no papel de Lucas, no filme “Paulo, o apóstolo de Cristo”. (Foto: Reprodução / Adoro Cinema)

Dia 18 de outubro é o Dia do Médico, no Brasil. A data tem origem cristã e foi criada em homenagem ao personagem bíblico, Lucas, que foi um dos principais auxiliares de Paulo, como citado pelo apóstolo em Colossenses:

“E Jesus, chamado Justo; os quais são da circuncisão; são estes unicamente os meus cooperadores no reino de Deus; e para mim têm sido consolação. Saúda-vos Epafras, que é dos vossos, servo de Cristo, combatendo sempre por vós em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus. Pois eu lhe dou testemunho de que tem grande zelo por vós, e pelos que estão em Laodiceia, e pelos que estão em Hierápolis. Saúda-vos Lucas, o médico amado, e Demas. Saudai aos irmãos que estão em Laodiceia e a Ninfa e à igreja que está em sua casa. (Colossenses 4:11-15).

A informação sobre a profissão de Lucas também é encontrada no “Prólogo Anti-Marcionita ao Evangelho de São Lucas”, documento que os estudiosos acreditam ser do século II depois de Cristo:

“Lucas é um sírio de Antioquia, sírio pela raça, médico pela profissão. Tornou-se discípulo dos apóstolos e mais tarde seguiu a Paulo até o seu martírio. Tendo servido o Senhor com perseverança, solteiro e sem filhos, cheio da graça do Espírito Santo, morreu com 84 anos de idade.”

Outro indício de sua profissão está na terminologia usada por Lucas em seus escritos. Em algumas passagens, ele usa termos e palavras que mostram certa familiaridade com a linguagem médica da época. Esse indício se tornou objeto de estudos críticos comparativos entre os textos dos evangelhos de Marcos, Mateus e Lucas.

Escritor bíblico

Lucas não foi discípulo de Jesus, durante seu ministério terreno, mas sua fé e convivência com os cristãos o fizeram pesquisar a respeito de Cristo, colhendo testemunhos daqueles que conviveram com Jesus. O resultado dessa dedicação foi sua colaboração com os escritos bíblicos. Um deles relata a vida e o ministério de Jesus, sendo registrado no livro que tem o nome de seu escritor, o Evangelho de Lucas. O outro traz a história da Igreja e a movimentação dos apóstolos para a expansão do evangelho, registradas no Livro de Atos.

De acordo com historiadores, Lucas estudou medicina em Antioquia, na atual Turquia, no que hoje é um sítio arqueológico. Na época de Lucas, a cidade foi um dos centros mais importantes da civilização helênica na Ásia Menor.

Lucas não era hebreu e sim gentio, denominação dada aos que não seguiam a fé judaica, tendo posteriormente se convertido ao cristianismo. Ele teria vivido no século I d.C., mas não se sabe com exatidão a data de seu nascimento, bem como a data de sua morte.

Além de médico, acredita-se que Lucas tenha sido pintor, historiador e músico.

O Dia do Médico é comum em vários países de base cristã, tendo Lucas como o inspirador da data, entre eles: Itália, Portugal, França, Espanha, Bélgica e Polônia, além do próprio Brasil.

A medicina é uma das ciências mais antigas do mundo e era exercida por Hipócrates (460 a.C.-377 a.C.), um médico grego, considerado o pai da Medicina e o mais célebre médico da Antiguidade. Hipócrates nasceu na Ilha grega de Cós, na costa da Ásia Menor, por volta do ano 460 a.C. É atribuída a ele a seguinte frase: “Curar quando possível; aliviar quando necessário; consolar sempre.”

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Mundo Cristão

Frequência à igreja cai e congregações lutam para encontrar voluntários

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A pandemia de Covid-19, ainda em andamento, está afetando os hábitos das pessoas em relação à frequência à igreja no Reino Unido

Isso é o que diz a Aliança Evangélica do Reino Unido (EAUK, sigla em inglês) em seu relatório “Changing Church” (Igreja em Mudança, em tradução livre) publicado em novembro de 2021. Cerca de 1.600 membros da igreja e 550 líderes da igreja do Reino Unido participaram da pesquisa.

Quase todas as igrejas, diz o relatório, voltaram às reuniões pessoais semanais (95%). Mesmo assim, 6 em cada 10 igrejas decidiram continuar a oferecer algum tipo de serviço online (abaixo dos 84% ​​no outono de 2020, quando as restrições eram maiores).

“A participação presencial caiu de uma média de 124 participantes antes da Covid para 85 no outono de 2021” no Reino Unido. O número de entrevistados dizendo que frequentam os cultos da igreja pessoalmente em uma base semanal também caiu, de 92% antes da crise da Covid-19 para 68% agora.

“De acordo com nossa amostra de membros da igreja, uma grande proporção reduziu a regularidade de sua frequência à igreja de semanal para uma ou duas vezes por mês”.

Um número ainda alto de 23% dos cristãos comprometidos pesquisados ​​dizem que participam de alguma forma de atividades da igreja online uma vez por mês.

Mas 13% dizem que não vão mais à igreja que frequentavam antes da pandemia. “9% estão frequentando uma igreja diferente pessoalmente, 2% estão frequentando uma igreja diferente online”, diz o relatório.

Menos voluntariado

6 em cada 10 líderes de igreja pesquisados ​​dizem que perceberam “uma diminuição no voluntariado em sua igreja”. 3 em cada 10 membros da igreja admitem que passam menos tempo servindo no contexto da igreja, em contraste com 5 em cada 10 que dizem que seu tempo dedicado ao serviço não mudou.

Entre as possíveis razões para a queda do número de voluntários estão: “voluntários que veem a Covid-19 como uma oportunidade de ‘se aposentar’” ou “voluntários que perderam o hábito de frequentar a igreja e outros hábitos o substituíram”.

Doações financeiras para a comunidade da igreja também sofreram uma queda nos últimos dois anos. Enquanto 15% dos líderes da igreja relataram um aumento nas doações financeiras, 60% descreveram uma diminuição .

Ministérios de crianças e jovens

Os ministérios de jovens e crianças também sofreram. 24% das igrejas que ofereciam ministério para jovens antes da pandemia não estão mais oferecendo.

Quando questionados sobre o ministério infantil, 19% das igrejas não estão mais oferecendo devido à crise da Covid-19. Outro relatório recente focado no trabalho com crianças nas igrejas também pinta um quadro negativo do impacto da pandemia. “O ministério com crianças não foi tão priorizado como o ministério com adultos”, concluíram.

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Mundo Cristão

Biden apoia abortos até o nascimento: “É uma posição racional a tomar”

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Joe Biden se considera um católico devoto enquanto seu governo implementa políticas pró aborto radicais

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, expressou seu apoio à lei Roe v. Wade após uma audiência na Suprema Corte dos Estados Unidos onde juízes pareciam abertos a reconsiderar a lei que reconhece o “direito ao aborto”.

“Em primeiro lugar, eu não vi nenhum dos debates de hoje, a apresentação de hoje. E eu apoio Roe v. Wade, acho que é uma posição racional a tomar, e continuo apoiando isso”, disse Biden quando questionado sobre a audiência.

Segundo Life News, o posicionamento de Biden, que se considera um católico devoto, vai diretamente contra a igreja católica, que se opõe ao lei de aborto e aos 63 milhões de abortos que resultaram desde sua promulgação.

Durante as sustentações orais no caso, o procurador-geral do Mississipi, Scott Stewart, disse aos juízes da mais alta corte do país que é hora de derrubar Roe V. Wade para que os estados ofereçam proteções legais para crianças não nascidas. Ele ainda afirmou que ‘Roe v. Wade’ e ‘Planned Parenthood v. Casey’ assombram o país.

“Eles não têm base na Constituição, não têm lugar em nossa história ou tradições. Eles prejudicaram o processo democrático e envenenaram a lei. Eles sufocaram o compromisso. Por 50 anos eles mantiveram esta Corte no centro de uma batalha política que ela nunca pode resolver. E cinquenta anos depois, eles estão sozinhos: em nenhum outro lugar essa Corte reconhece o direito de acabar com uma vida humana”, disse ele.

Por décadas, os estados foram proibidos de impedir abortos antes da viabilidade e como resultado disto, cerca de 63 milhões de bebês não nascidos e centenas de mães morreram em abortos legais supostamente seguros.

A lei do Mississipi no centro do caso proibiria o aborto após 15 semanas de gravidez, um ponto em que a maioria dos americanos concorda que bebês não nascidos devem ser protegidos pela lei. A Suprema Corte concordou em reconsiderar esse precedente e decidir se todas as proibições de pré-viabilidade ao aborto eletivo são inconstitucionais.

Embora Biden professe ser católico, ele tem pressionado as políticas mais radicais pró-aborto do que qualquer presidente na história, incluindo permitir abortos por correio e forçar os contribuintes a financiar abortos, e a luta para derrubar uma lei pró-vida do Texas que salvou milhares de bebês do aborto apenas nos últimos dois meses.

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