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Segurança

Polícia Militar comemora 37 anos do ingresso das primeiras mulheres na instituição

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Há 37 anos a presença feminina nos quadros de atuação da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) já é uma realidade. Seja nas atividades operacionais, administrativas, de saúde e até mesmo como musicista na Banda de Música da PM, lá estavam elas marcando presença e conquistando cada vez mais espaço. Na data de hoje (08) está sendo lembrada a criação da primeira turma de policiais femininas da Instituição Militar Capixaba.

A turma, que se formou em junho de 1984, tinha 67 policiais. Estas conquistaram patentes de tenente e até mesmo coronel. Foram atuantes tanto nos setores administrativos quanto no operacional. As atividades desempenhadas por elas, portanto, agregam valor a projetos, estratégias e ações necessárias para o bom desenvolvimento do trabalho entorno da segurança pública. 

Mulheres na PMES
A inserção da mulher na PMES ocorreu em 1983, quando, por meio do Decreto de 6 de maio de 1983, foi instituída a Companhia de Polícia Feminina. Em agosto do mesmo ano foi aberto o 1º Curso de Formação de Sargentos Femininos da PMES e, em junho de 1984, formaram-se 67 policiais femininas.

Já em 1986 teve início a primeira turma de soldados femininas, que agregou mais 27 mulheres aos quadros da Corporação. As policiais femininas são atuantes em praticamente todos os setores da Corporação incluindo Batalhões, Companhias Independentes, unidades especializadas como o Batalhão de Missões Especiais (BME), a Ronda Ostensiva Tática Motorizada (Rotam), o Regimento de Polícia Montada (Rpmont), o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), o Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) e, também, na Banda de Música da PMES.

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Segurança

VÍDEO | Suspeito rouba celular e é atropelado por namorado da vítima em Vila Velha

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Um homem flagrou o momento exato em que a namorada teve o celular roubado e avançou com o carro para cima do suspeito, que estava de bicicleta, no bairro Itapoã, em Vila Velha. Ao ser atropelado, ele ainda tentou fugir, mas acabou sendo agredido por pessoas que passavam pela região.

Nas imagens, é possível ver toda a ação.  A mulher estava em uma calçada, mexendo no celular, quando o homem passa, se aproxima dela e, de repente, puxa o aparelho das mãos da vítima. O motorista que seguia pela rua flagrou a ação e então foi com o veículo na direção do criminoso. O suspeito chegou a cair, levantou-se em seguida e conseguiu correr.

O motorista do veículo é namorado da jovem assaltada. Ele contou que viu o suspeito se aproximando e não pensou duas vezes antes de agir. “Por coincidência, sorte, no momento em que eu estava chegando,  vi o assalto. Ele estava portando uma arma, que a gente não sabe se era de verdade. Eu tentei fechar ele com o carro para evitar que ele fugisse. Só que ele caiu da bicicleta e continuou correndo a pé. Eu fui atrás e ele poderia ter sido pego antes, mas não foi porque a arma assustou os demais”, afirmou o condutor, que não quis ser identificado.

A ação do criminoso foi rápida, mas ele não conseguiu ir muito longe, pois foi alcançado por populares e agredido com chutes e socos. O crime aconteceu na tarde de quarta-feira (24), e de acordo com a Guarda Municipal, a arma, que supostamente foi usada pelo criminoso durante o assalto, teria sido levada por alguém que passava pelo local antes da chegada dos agentes. Essa pessoa não foi identificada. 

Antes de dar entrada na Delegacia Regional de Vila Velha, o suspeito foi levado ao ´Pronto-Atendimento. 

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Segurança

Família usava animais maltratados para arrecadar dinheiro para uso próprio, diz polícia

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Pai, mãe e filha foram indiciados pela Polícia Civil por estelionato e maus-tratos a animais. Em janeiro, 11 animais foram encontrados mortos em um apartamento

Os três membros de uma mesma família, envolvidos no caso dos animais que foram encontrados mortos e em situação de maus-tratos, em um apartamento de Vila Velha, em janeiro deste ano, foram indiciados por maus-tratos a animais e por estelionato. Além disso, a Polícia Civil solicitou a prisão dos suspeitos.

O inquérito que apurou o caso foi concluído pela Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), da Polícia Civil. De acordo com o titular da DPMA, delegado Eduardo Passamani, além de cometerem o crime de maus-tratos, pai, mãe e filha são suspeitos de utilizarem o dinheiro arrecadado com doações para os animais para uso próprio. 

Segundo o delegado, os envolvidos postavam, nas redes sociais, fotos dos animais mais debilitados, justamente para sensibilizarem as pessoas a realizarem doações de valores maiores. No entanto, de acordo com as investigações, as doações não eram revertidas em melhorias para os animais, que eram abandonados no apartamento no centro de Vila Velha.

Segundo Passamani, uma das testemunhas que prestou depoimento ao longo do inquérito disse que doou uma quantia a um animal que estava morto há cerca de dois anos. Além disso, o dono de um terreno que os suspeitos estariam pleiteando para construírem a sede do abrigo para animais abandonados disse à polícia que não recebeu qualquer dinheiro da família para a compra do bem. Segundo a polícia, eles chegaram a arrecadar, com doações pedidas pela internet, cerca de R$ 25 mil para adquirirem esse terreno.

O delegado revelou ainda que algumas testemunhas afirmaram ter sido ameaçadas pelo pai da família. Segundo Passamani, o homem chegou a postar fotos, nas redes sociais, em que estava armado.

O inquérito finalizado pela Polícia Civil agora será encaminhado para a apreciação do Ministério Público Estadual (MPES). As investigações foram conduzidas em conjunto com a CPI dos Maus Tratos, da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales).

Depoimento

Pai, mãe e filha haviam sido convocados para prestar depoimento, nesta quarta-feira (24), na CPI dos Maus-Tratos da Ales. No entanto, eles não estiveram na sede do Legislativo capixaba. Durante a tarde, um grupo de manifestantes se reuniu na porta da Assembleia para protestar contra os três suspeitos.

“Essa era uma oportunidade deles esclarecerem os fatos e se defenderem. Essa ausência só mostra a falta de compromisso dos três com a causa animal. Nós já estávamos de posse dos depoimentos que eles prestaram à Polícia Civil e por tudo que ouvimos aqui hoje das testemunhas temos provas de que eles exploravam os animais resgatados para arrecadar dinheiro, por meio de vaquinhas virtuais em redes sociais. Vamos pedir imediata prisão dos envolvidos”, declarou a deputada Janete de Sá, presidente da CPI.

Relembre o caso

O caso veio à tona no dia 8 de janeiro deste ano, quando a Guarda Municipal de Vila Velha encontrou um apartamento, no centro da cidade, cheio de animais vivendo em situação precária. A sujeira e o mau cheiro tomavam conta de todo o apartamento. Além de fezes e urina, os agentes encontraram 11 animais mortos no local — seis cães e cinco gatos. 

Outros quatro cachorros foram encontrados vivos. No entanto, imagens registradas por agentes da Guarda mostraram o estado de desnutrição dos animais, que viviam praticamente sem água e comida. 

A corporação foi acionada por moradores do prédio. Como a moradora do apartamento não estava no local, no momento da abordagem, e nem foi encontrada, o síndico precisou chamar um chaveiro para que a porta fosse aberta. Segundo informações obtidas pela Guarda na ocasião, havia mais de 15 dias que a moradora não aparecia no local.

Uma equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente esteve no local, com a presença de uma agente veterinária, para avaliar a situação dos animais. Os animais vivos foram levados para um rancho.

No decorrer das investigações, um abrigo mantido pela mesma família foi interditado na Serra, no dia 20 de janeiro. Durante a ação, realizada pela Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), CPI dos Maus Tratos da Assembleia Legislativa e Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV), foram resgatados 34 animais. 

Segundo os responsáveis pela operação, o local onde os animais estavam aparentava pouca salubridade. Apesar disso, os fiscais do CRMV informaram que os cães não apresentavam sinais de maus-tratos.

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