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Rumos da Política

Rumos da Política – Outubro|3

Publicado

Nova administração da Prefeitura de São Mateus será diferente?

Essa é a pergunta que muitos fazem. Pelo menos aqueles que se preocupam com o município e com o futuro das pessoas que nele vivem.

O prefeito Daniel, como “quase “ todos sabiam, saiu por decisão judicial até que seja julgado. A sociedade já sabia o que a Câmara de Vereadores e as instituições não conseguiram ver ou fingiam não ver ou saber. Evidente que alguns ex-vereadores lutaram sozinhos para combaterem os desmandos na administração do prefeito afastado. Incluindo aí os abnegados cidadãos membros do Movimento SOS São Mateus.

Agora São Mateus tem um novo prefeito. Trata-se do ex-vereador Ailton Cafeu. Se formos debruçar sobre a atuação política do prefeito quando legislador, podemos afirmar que foi assistencialista e nunca se negou a ajudar os prefeitos da sua época em qualquer situação. Fiscalizar não era importante, valia mesmo ver atendidas as suas demandas pessoais e algumas da sua região. Virou prefeito por ser vice e tem à sua frente um mundo de situações que urgem soluções. Ele está preparado diante desses desafios? É uma resposta que muitos têm e outros preferem esperar mais tempo para ter uma resposta mais justa. Se ele se cercar de assessores capacitados e que tenham a seriedade como balizamento de seus conselhos a serem dados, pode surgir uma luz no fim do interminável túnel mateense. É uma tarefa difícil para quem conhece a dinâmica política do município.

Alguns amigos me perguntaram o que fazer diante de tudo que aconteceu. Honestamente, gostaria de ver uma ação radical que envolvesse uma intervenção no município, com a finalidade de varrer tudo que foi motivo da desmoralização do tecido “social-politico-administrativo” de São Mateus. Tem que ser uma faxina do primeiro ao quinto! Mas como fazer isso? Não existe solução nessa linha. Falta tudo, principalmente alguém confiável na nata política estadual ou fora dela que não esteja ligado ao stabilisment capixaba. Chamar Deus poderia ser uma solução, mas o caso mateense está além das forças do divino.

Pelas leis brasileiras vamos esperar pelas eleições de 2024. Até, quem sobreviver verá as coisas se repetirem. Sou otimista, mas é risível a solução eleitoral futura. É eleição pétrea, nada muda de verdade. Os medíocres vão continuar atuando e são pessoas controláveis pelas camarilhas já conhecidas… Não adianta orar, é preciso mais do que isso. É preciso compromisso com a ética, a moral, a honestidade e a competência. Valores em falta no mercado político brasileiro. Toca o barco!

A Câmara de Vereadores na berlinda

Depois da “descoberta oficial” da roubalheira e prisão da quadrilha, que posteriormente foi solta e não inocentada, a população de São Mateus se volta para o Legislativo. Questiona o papel dos seus membros que lá foram colocados para exercerem suas principais atribuições e uma delas é a fiscalização da aplicação dos recursos do Orçamento pelo Executivo. Como houve denúncia, suspeitas e motivos para levarem o prefeito e parte da gangue à prisão, é natural que a população tenha a ideia que os seus representantes não servem para nada. Pelo menos os que estão lá para uma tarefa a eles delegada e não cumprida. O que seria o certo? Deveriam ter aberto uma CPI quando começaram as suspeitas. Agora são taxados como coniventes e a população pede o afastamento de todos eles. Se o povo é o verdadeiro poder, por que não o exercer e com respaldo legal?

Aí entramos em outra discussão que é a enganosa máxima de que os eleitos representam o desejo popular. O que é fato é que o eleitor brasileiro não tem representatividade. A democracia que dizem ter no Brasil, neste momento, é o mesmo que acreditar em Papai Noel. O que temos hoje é a ditadura do STF. E pior do que isso, é a passividade com que aceitamos esse tipo de coisa. Tudo é normal, desde que seja contra o governo eleito livremente em 2018. Desejar a morte do presidente é normal, criticar a cor da gravata do ministro do “Supremo” é atentado à democracia e o crítico tem que ser punido, mesmo que a Constituição não permita tal arbitrariedade.

Em São Mateus a improbidade administrativa sempre houve e nunca punida. A competência na prática dos desvios do recurso público, era feita com exímia competência e conchavos com alguém poderoso. Agora a incompetência na prática dos supostos e possíveis ilícitos levou a turma à prisão e ao afastamento da municipalidade. Mas, tudo continua normal, a indignação é momentânea. Depois passa e nas próximas eleições a patota se apresenta para “roubar” o seu voto e tentar comprar a consciência do eleitor que só tem o título, mas lhe falta a consciência na escolha do melhor a receber o seu voto. Não acredito nesse processo eleitoral e muito menos nessa representatividade. Do jeito que está eleição é para maquiar a democracia. Tem eleição, tem democracia. É fake.

Coerência

É muito difícil encontrar na política um político coerente. Daniel Santana, conhecido como Da Açaí, na campanha eleitoral quando se elegeu pela primeira vez, prometeu fazer festa e botar o povo mateense para dançar. Água já tinha dado em troca de voto. Saúde e Educação são coisas supérfluas. Ao assumir cumpriu rigorosamente o que havia prometido, principalmente para o povão da periferia da cidade de São Mateus. Todo mundo sambou durante os quatro primeiros anos. A farra nos cofres públicos foi espetacular! Um carnaval!

Como o sucesso foi total, ele manteve a promessa de pão e circo para o segundo mandato, mas com o advento da Pandemia, segurou as festas e fez a farra com as cestas básicas e os recursos federais. Só que além de colocar a população para sambar, ele próprio dançou. A Polícia Federal o levou, com seus parças, para a “dança do passinho” (a do bolsinho só na Prefeitura) na cadeia. Tudo bem que sempre, no Brasil, a lei permite que apareça uma mão salvadora para, numa canetada colocá-los todos nas ruas.

Portanto, Daniel é coerente. Fez o que prometeu, depois de dar água durante a campanha, deu pão e circo. Todos dançaram!

Agora vem o Cafeu…

Em tempo

Tem muita gente que não tem o direito de criticar o prefeito afastado. Os hipócritas e oportunista, que não foram pegos quando tinham o poder, têm que ficar pianinho. Não têm moral para condenar Daniel Santana. O ex-prefeito “deu ruim”, não soube fazer o dever de casa, como os outros… Foi reprovado. Os outros, por assiduidade e competência em saber como fazer e não ser pego, passaram de ano. Os “doutores da moralidade” os aprovaram.

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Rumos da Política

Rumos da Política – Novembro Nº 2

Publicado

Por Paulo Borges

Exercendo a reflexão

Infelizmente a política é um terreno fértil aonde prospera a mediocridade. A tirar exemplo do que temos e vemos diariamente, é o lugar em que muitos medíocres se criam e se acham vencedores. O mais perigoso é que muitos desses estão nos governando e ditando princípios e regras que não cumprem e querem fazer com que os outros as cumprem. Devemos quebrar esses paradigmas. Medo? De quem? Dessas camarilhas de covardes? Acorda gente do bem!

As eleições estão próximas e a gente sempre tem a esperança de que algo possa mudar essa realidade. Ledo engano, até porque com esse sistema de representatividade tudo não passa de um engodo. O cidadão raramente é representado por aquele em quem dá seu voto. O que o eleitor dá é emprego para o seu eleito. As exceções existem, mas são exceções.

Vivemos em uma falsa democracia. A República nunca conseguiu se consolidar no Brasil. E nem poderia, porque é fruto de um golpe, quando derrubaram a Monarquia e um monarca admirado pelo povo. A República viria no seu devido tempo e não através de um golpe em que colocou essas oligarquias que até hoje estão à frente dos destinos do País. Vivemos em um País sem qualquer tradição democrática. É a velha enganação do “mudar para continuar a mesma coisa”.

Neste Dia 15 de Novembro não temos nada a comemorar. A data deve ser apenas lembrada, em uma aula de história, como uma quartelada de militares com alguns civis, que derrubaram um governo constituído, incluindo aí a forma e o sistema (Monarquia e Parlamentarismo) pela República e Presidencialismo. O povo ficou de fora e só tomou conhecimento após o golpe. Aliás, o Brasil entende muito bem de golpe…

Negócios marcianos…

Para quem tem a paciência e a capacidade de análise sem medo de acertar e errar, chega a algumas conclusões interessantes em São Mateus. Falamos em termos de iniciativas oficiais com o desejo de trazer o “investidor” para atuar no município. Logo que um governo assume, traz as camarilhas para perto e até se integra a elas com a finalidade de atuar supostamente pelo desenvolvimento da terra que tem nome de santo.

Existem negócios que foram muito promissores nos últimos tempos. A abertura de “lavanderias”… Dinheiro sujo tem a necessidade de ser lavado, daí um negócio de limpar a grana e os cofres municipais, ser um segmento próspero. Muita gente ficou rica com essas “iniciativas”.

Recentemente “deu ruim” para uma equipe experiente, porém, afoita em saquear a Viúva. A Polícia Federal, cumprindo mandado da CGU, estragou o negócio que estava indo tão bem e o povo e o município tão mal…

Resumindo essa prosa: a concorrência desses “investidores” contra os comerciantes, empresários e todos aqueles que desejam com trabalho honesto prosperar em São Mateus, tem sido desleal. Vamos torcer por gente melhor e capaz de vir a esta terra que ainda tem nome de santo para lhe fazer o bem e não debochar, humilhar e roubar o mateense honesto e trabalhador. Pau na corja!!!

Eleições

No próximo ano teremos as eleições nacionais e estaduais. Será, mais uma vez, a oportunidade platônica de tentar mudar o cenário político que estamos acostumados, porém, indignados. Para presidente, o que temos? E para governar o nosso Estado? Senado, o que de bom vamos mandar para aquela Casa mal-assombrada? Resta-nos a Assembleia Legislativa, quando a nossa influência é real. O eleitor costuma dizer que nas gôndolas dos partidos políticos não temos muita opção. É uma meia verdade. Quando vamos a um supermercado temos a oportunidade de escolher o que levar para casa. Do pior ao melhor. Caberá, no entanto, a nossa capacidade de observar o que está vencido e escolher o que se enquadra naquilo que chamamos de princípios éticos, morais e de capacidade de entender que a política é para servir e não para se servir.

Em São Mateus existem esses “supermercados políticos”. As gôndolas estão expondo produtos há anos vencidos, mas não saem das prateleiras. Caberá ao eleitor esse recolhimento e lançar esses produtos no lixo. Simples assim. O produto aqui, é o político que não serve e não serviu para atender as demandas prometidas e não cumpridas. Também aquele que é vazio, como pastel de vento que só tem tamanho, lábia e gordura que nos fazem mal.

Portanto, em São Mateus temos a opção de escolher melhores produtos nos “supermercados políticos”. Temos que ter o cuidado com as falsas propagandas.

Mas sendo direto, curto e grosso, o que defendo é a renovação política de verdade. Vamos dar a oportunidade aos novos, não em idade, mas em capacidade para nos representar. O que temos e o que se tem apresentado é um folder enganativo e que não podemos nos entusiasmar com as cores que parecem firmes e, na verdade, se desbotam quando essa gente se elege. Vira papel velho e imprestável.

Eleições II

Ainda falando de São Mateus e seus prováveis candidatos, temos seus nomes já amarelados pela insistência em não abrirem caminho para as novas lideranças e a verdadeira renovação política. O que já chama a atenção do eleitor e a falta de algo novo que mereça, sem restrições o seu voto. Os nomes que são colocados não trazem nenhuma novidade e, em alguns casos, trazem decepção e desconfiança. Temos visto esses nomes defenderem seus grupos, grupelhos e camarilhas, mas o povo continua órfão de uma liderança forte e confiável.

O papo que rola nos meios políticos é a filiação do Boroto ao Republicanos. Até aí nada demais. O estranho é que Carlinhos Lyrio garantiu que está indo para a sigla e com domínio sobre a comissão provisória com seus nomes já indicados. Como fica essa situação? Boroto e Lyrio no mesmo barco? Não acredito nessa possibilidade, até porque alguém terá que ser coadjuvante.

Para mim, Carlinhos Lyrio é quem está mais próximo de vir a ser o personagem principal do Republicanos de São Mateus. Teve a coragem de se apresentar à executiva estadual e hipotecar de cara o apoio ao pré-candidato do partido, Erick Musso, a disputar o governo.

Tenho visto muita narrativa. Falta verdade na política e por isso nenhum bicho de orelha acredita mais em político.

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Rumos da Política

Rumos da Política – Novembro/n° 1

Publicado

Por Paulo Borges

A sina mateense

Todo mundo sabe da narrativa do cara que não dá sorte em nada do que faz e até o pão com manteiga que compra com seu último tostão, quando cai da sua mão vai com a parte da manteiga virada para o chão.

Assim vem acontecendo com o cidadão mateense. Coloca um prefeito para administrar o município e já no primeiro mandato esquece o compromisso natural de trabalhar para melhorar as condições de saúde, educação, segurança, dentre outras prioridades. Se empenha em promover festas milionárias como forma de desviar recursos e deixar a cidade largada às traças. Apesar de toda a rejeição, o prefeito foi reeleito. E com ajuda de um esquema montado para o favorecer. Opção para mudar, o eleitor de São Mateus teve. Mas embarcou novamente na canoa furada, remada pelas tais “lideranças” que se apresentam em todo período eleitoral com a mesma conversa fiada e enganadora. O resultado aí está. Prefeito preso, afastado da prefeitura, apesar de ter sido solto pelo homem da capa preta.

O vice assume. O mesmo vice que foi vereador assistencialista, pilhado por várias vezes compartilhando energia elétrica que não era sua… E não viu nenhum ato ilícito do titular. E nem poderia…

Agora lá está o senhor Ailton Cafeu (Cidadania), sentado na cadeira, certamente ouvindo a mesma cantilena de assessores que em nenhum momento o orientaram para fazer uma auditoria naquela casa executiva e passar o rodo em todo o secretariado. Fica difícil acreditar que o prefeito em exercício muda alguma coisa. As eleições estão próximas e é conveniente para as camarilhas dos falsos bons moços, que ele termine o mandato. Se o prefeito afastado voltar fica melhor ainda. O jogo volta ao placar inicial…

Acontece que a sociedade mateense não pode permitir esse tipo de coisa. A lei pode ser legal, mas nem sempre é legítima e o povo é soberano e pode reverter algo que para ele está claro mesmo que para os “homens da Lei” isso não é lei, é levante. Aí vamos ligar o “F….! ”

É preciso que os vereadores entendam isso e cassem logo o prefeito, a justiça eleitoral casse a chapa e sejam convocadas novas eleições municipais. E que, se isso acontecer, o eleitor comece a dar início a profilaxia, limpa a vida política mateense dos maus políticos e lideranças omissas e coniventes e eleja cidadão de bem, comprometido com a capacidade de gestão, honestidade, consciência de que é apenas um servidor e valorize as tradições de um município que foi orgulho do Brasil em tempos outros. Se procurar no palheiro, temos cidadãos com esse perfil.

Ação de poucos

Como omissão se tornou algo recorrente das pseudos-lideranças, alguns poucos cidadãos mateenses tomaram a iniciativa de dar entrada em pedido de impeachment do prefeito afastado, Daniel da Açaí, na Câmara de Vereadores. Primeiro foi um cidadão que deu entrada no legislativo e depois, de maneira mais consolidada, quatro partidos políticos protocolaram pedido de impeachment do prefeito afastado. Em momento algum as “supostas lideranças” políticas do município se prontificaram a tomar tal iniciativa ou emitir qualquer opinião sobre a situação por que passa o município de São Mateus. Com isso vêm perdendo a credibilidade que já é escassa e vai ficando difícil pedir apoio eleitoral ao cidadão mateense nas eleições do próximo ano. Acredita-se que essa omissão de políticos e de instituições é o temor de fatos que podem ter desdobramentos posteriores…

Agora foi instalada uma Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI), na Câmara Municipal, atendendo dois pedidos protocolados. O Legislativo, finalmente, começou a fazer a sua parte, como forma de cumprir um dispositivo legal e como forma de se afastar de um prefeito que só envergonhou o município e seus cidadãos. Vale registrar que as “lideranças que se acham lideranças” também envergonham o município pela omissão assim como as instituições que se dizem ou se acham importantes para o cidadão mateense e não são.

Barbaridades que devem ser investigadas

Fala-se muito nos ilícitos do prefeito afastado Daniel com relação a desvios de recursos. Mas existe uma questão muito grave e que a sociedade mateense deve estar atenta e cobrar uma ação da Câmara que está relacionada ao roubo de motores de veículos no pátio da municipalidade. Dizem e “ainda” não conseguimos mais dados, que os larápios estão aguardando um leilão para adquirirem as “carcaças” e recolocarem os motores roubados.

A outra situação está ligada aos loteamentos. Existem denúncias e suspeitas que lotes foram “doados” em troca de favores e coisa e tal. O problema está no “tal”…, mas, essa situação, segundo as suspeições, envolve não só a administração do prefeito afastado como outros. Bem, o que se deseja é investigar, apurar o que houve. O cidadão que paga essa joça toda tem o direito de saber e as instituições o dever de fiscalizar, investigar e punir, se for o caso.

Existem áreas em Guriri pertencente à Prefeitura de São Mateus que foram ocupadas sem qualquer amparo legal. Além disso, tem loteamento cujas ruas tem apenas seis metros de largura e foi aprovado pela Prefeitura. Como assim?

Diante de tantas suspeitas e denúncias, temos a real impressão que São Mateus virou, faz tempo, terra sem lei, sem atuação eficiente dos órgãos que deveriam coibir todo esse tipo de sacanagem instituída.

Vale lembrar que não estamos afirmando que existem todas essas irregularidades, até porque “todos os governos que passaram e estão na crista da onda no município são honestos, competentes e sempre honraram e pensam na prosperidade dos cidadãos e do município…. (sic)”. Um pouco de humor para rir com vontade de chorar.

Mas, não custa abrir a caixa-preta dos loteamentos.

Liberdade aviltada e prepotência exposta

É impressionante o silêncio daqueles que no passado defendiam a liberdade. Atos que atentam contra a liberdade de expressão são cometidos pelo STF e nada se diz contra essa arbitrariedade.

Outra coisa que chama a atenção foi a omissão das instituições como as que defendem a mulher e a OAB. Mulheres e advogados foram desrespeitados e tratados com arrogância por senadores da CPI que compuseram o G-7 com o suporte do Omar Aziz, do Renan Calheiros e de gritos histéricos de Randolfe Rodrigues. Isso sem contar com a postura autoritária, agressiva e arrogante do senador petista Rogério Cardoso, da Bahia, bem como do outro senador baiano, Otto Alencar. E ainda vimos o senador capixaba, Contarato, com suas intervenções só para se apresentar como o paladino do entendimento político-jurídico.

Fake News

É lamentável que maus brasileiros espalhem mundo a fora notícias mentirosas que só prejudicam a imagem do Brasil e atrapalham negócios. Tudo por uma questão ideológica e essa atitude é típica das esquerdas que saíram da racionalidade para a insanidade. Falam que o governo é autoritário, que não liberdade de imprensa e por aí vai. É justamente ao contrário. A

esquerda faz o que quer e a direita é tolhida pelo STF quando seus simpatizantes postam qualquer notícia dando opinião sobre o que acontece. É preciso juízo e justiça.

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