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Moda e Beleza

5 truques para arrasar nos looks gastando pouco

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Com a alta nos preços em itens de primeira necessidade, como alimentos, produtos de higiene e combustível, é comum que deixemos para depois outras compras — as que podem esperar um pouco mais —, como roupas, acessórios e bolsas, por exemplo. 

No entanto, nem sempre o vestuário pode ser considerado supérfluo. Aquilo que vestimos, além de definir nosso visual, é importante também para a imagem e mensagem que desejamos passar, e contribuiu ainda na autoestima e autoconfiança. 

Sendo assim, recorrer a alguns truques para aproveitar o que já se tem no armário e manter os looks estilosos gastando o pouco é uma estratégia e tanto em momentos de economia. Para isso, conversamos com a consultora de moda Camila Cavalcante que listou 5 dicas infalíveis para se vestir bem sem causar prejuízos ao orçamento. Confira!

Estar na moda e gastar pouco é possível!

1. Olhe para o seu guarda-roupa!

Observe com atenção seus cabides e gavetas para entender tudo aquilo que você já tem, perceber quais são as peças-chaves e descobrir formas versáteis de usá-las. “Organize suas roupas e separe-as em três grupos: as  que você irá manter, as que precisam de conserto e outras para doação”, indica Camila. 

2. Liste o que precisa realmente ser comprado

Após conhecer de verdade seu guarda-roupa e fazer a separação das roupas, ficará mais fácil entender quais tipos de peças faltam ali. Nesse momento, priorize anotar apenas o que você realmente sente que precisa e mantenha a lista na bolsa, principalmente nas idas ao shopping, pois ela te ajudará a manter o foco na hora das compras. 

Segunda a consultora, esse hábito, embora simples, ajudará a controlar os gastos e o impulso na hora de comprar. “Não resolva sair de última hora. Às vezes você não encontrará na modelagem que procura ou no preço ideal. Mantenha sempre anotado”, complementa. 

3. Comprar pela internet e nos sites certos

“A internet é outro mundo e dentro dele tem excelentes oportunidades. Comece a pesquisar com base em sua lista e busque nos e-commerces que unem diversas marcas, pois as peças que estão ali são mais baratas que as da loja física”, aconselha Camila que compartilha ainda outro grande truque: sites de fornecedores. “Como as taxas e os impostos são menores, eliminar os intermediários da compra reduz custos e gastar menos é algo que buscamos constantemente, não é?”, detalha sobre a compra direto da fábrica. 

4. O poder dos acessórios

Um look aparentemente básico e simples pode mudar por completo quando você adiciona os acessórios certos à composição. Segunda a consultora, itens como colares (inclusive o mix deles), bolsas estruturadas e sapatos coloridos podem ser seus aliados em um dia de “preguiça fashion” para transformar seu visual. Além disso, vale considerar que normalmente os acessórios são mais baratos do que as roupas, portanto, são uma ótima opção de investimento! 

5. Saiba qual é o seu estilo

Para comprar roupas e acessórios é fundamental entender o que procuramos. Descobrir, conhecer e definir nosso estilo é um processo de autoconhecimento e não deve ser deixado de lado, principalmente quando precisamos fazer escolhas mais assertivas na moda para poupar grana. 

“Conheça o seu tipo de corpo, o que fica ou não fica bem em você e entenda suas cores. Você vai economizar tempo por deixar de frequentar lojas que não tem peças no seu estilo e deixar de gastar em looks que não fazem sentido. Assim, tudo que comprar irá usar!”, conclui Camila. 

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Moda e Beleza

Zara e estilistas são questionadas sobre “apropriação cultural indevida”

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Desde 2019, o governo exige explicações públicas de estilistas como Carolina Herrera e Isabel Marant, e de marcas como Zara, Rapsodia ou Anthropologie pela “apropriação cultural indevida” de elementos indígenas em suas coleções

As tecelãs indígenas de um povoado do sul do México lutam para viver com dignidade de suas criações, na contramão do grande negócio da moda que, segundo elas, se apodera de sua riqueza cultural.

A batalha é mais do que simbólica quando o México comemora o bicentenário de sua Independência este mês, colocando o acento na reivindicação e resistência dos povos originários.

No pátio da casa de Julia Pérez, uma artesã tzotzil de 39 anos, o alvoroço e o riso de suas colegas tecelãs quebram o silêncio de Zinacantán (estado de Chiapas), onde às vezes só se ouve o som do vento e das folhas das árvores.

Sentadas em cobertores para amortecer a dureza do chão, usam o tradicional tear de cintura  para tecer combinações de cores elegantes.

Quer sejam cores terrosas, padrões vermelhos profundos ou preto e branco, prevalece uma beleza sóbria.

“Nossas ideias se misturam, para que nossa tradição, nossa cultura, nossos tecidos não se percam, por isso sempre os usamos nos designs”, diz Pérez sobre a inspiração de cores e padrões.

A alegre autoconfiança de suas companheiras pode enganar. Mas sua destreza não torna a fiação ou o trabalho anterior na urdidura menos trabalhoso e complexo, explica Pérez.

A valorização adequada do tempo, da criatividade e dos benefícios futuros foram conceitos-chave que essas artesãs adquiriram graças ao encontro com duas outras mulheres, Dulce Martínez de la Rosa e Daniela Gremion, cosmopolitas e urbanas, mas igualmente dedicadas à arte tradicional mexicana.

Gremion conheceu Pérez há mais de 10 anos, confirmou a qualidade de seu trabalho e propôs uma colaboração que inclui assessoria para avaliar suas criações, desenhos conjuntos e comercialização de roupas finas.

A partir daí iniciaram um caminho de aprendizagem mútua, mas acima de tudo de confiança e amizade.

Apropriação cultural

Sob a marca Fábrica Social, o projeto da De la Rosa e Gremion, as mulheres de Zinacantán e outras artesãs de seis estados mexicanos buscam melhorar as condições de trabalho e combater as desigualdades empresariais.

Depois de interromper o trabalho, as tecelãs colocam cadeiras e uma mesa para trabalhar no quintal. Gremion começa a revisão dos conceitos básicos sobre custos, despesas e outros aspectos para atingir um objetivo crucial, mas complexo: o comércio justo.

Com entusiasmo, as artesãs ouvem e debatem profundamente sobre seus tempos e necessidades e a forma correta de precificá-los.

“É uma ferramenta que nos ajuda muito a chegar a um preço de um produto que muitas vezes não tem preço”, explica Gremion, de 40 anos, após concluir o workshop.

Além do valor econômico, a arte têxtil de muitos povos indígenas mexicanos representa uma herança cultural e histórica sistematicamente vista como usurpada por grandes casas de moda mundiais.

Desde 2019, o governo do esquerdista Andrés Manuel López Obrador exige explicações públicas de estilistas como a venezuelana Carolina Herrera e a francesa Isabel Marant, e de marcas como Zara, Rapsodia ou Anthropologie pela “apropriação cultural indevida” de elementos indígenas em suas coleções.

“Não é justo que nos façam isso como indígenas (…) Que não sejamos famosas como elas, mas que não nos usem”, diz Pérez.

“Com todo o coração”

Para De la Rosa, 42, o fato de as grandes marcas se apropriarem do patrimônio indígena “sem nenhum custo ou responsabilidade” demonstra a assimetria de poder entre as empresas transnacionais e os criadores mexicanos, herdada dos antigos “regimes coloniais”.

“As artesãs deste país e seu trabalho, suas técnicas e seus processos deveriam ser tão conhecidos como Carolina Herrera, Isabel Marant, Zara ou Mango e essa é a verdadeira luta”, acrescenta de sua oficina na Cidade do México.

Em meio às comemorações da Independência, De la Rosa reflete sobre o contexto global. “Vivemos em um sistema econômico ainda absolutamente colonial (…), estamos falando de grande capital o tempo todo”.

Fábrica Social é um dos vários projetos convocados pelo Ministério da Cultura do México para a plataforma “Original”, que busca resgatar suas experiências para promover “colaborações éticas” entre grandes empresas e artesãos, respeitando seus direitos coletivos e criativos.

Em Zinacantán, Sara Pérez, 31, prima de Julia e integrante do projeto, confirma o desejo comum de transcender defendendo seu talento e sua identidade.

“Queremos que reconheçam o nosso trabalho porque é bem feito, é bem preparado, é feito de todo o coração e também trabalhamos com materiais do México”, frisa.

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Moda e Beleza

É primavera! Inspire-se nos vestidos florais das famosas

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A chegada da primavera, na quarta-feira (22) marca o início da primavera, estação lembrada por suas flores a pela aproximação da chegada da estação mais quente do ano: o verão. Considerando a alta das temperaturas, por que não pensar em looks que vão garantir conforto e frescor nos próximos três meses?

Julia Rodrigues

Camila Coelho

Os clássicos vestidos florais são os que mais combinam com a estação e trazem um visual leve e romântico. Várias famosas são adeptas ao estilo e já desfilaram por aí com as peças. Quer se inspirar nelas? Confira 6 vestidos florais usados por 6 famosas super estilosas.

Aimee Song

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