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Segurança

6° BPM divulga resultados operacionais de março

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Nesta quinta-feira (01), o 6º Batalhão apresentou os resultados operacionais obtidos no mês de março deste ano. No total, foram registradas 4.208 ocorrências e 647 operações foram realizadas no âmbito da Unidade. Houve 91 ocorrências com apreensão de entorpecentes e 15 mandados de prisão foram cumpridos. Além disso, as equipes obtiveram êxito em apreender 24 armas de fogo e recuperar 50 veículos com restrição de furto ou roubo.

O comandante do 6º Batalhão, tenente-coronel Leonardo Celante, destacou o resultado operacional obtido em março, em especial porque naquele mês houve grande empenho da tropa na Operação Risco Extremo, exclusiva para fiscalizações das medidas restritivas. “Mesmo com mais essa demanda, o resultado operacional do 6º Batalhão mostrou-se consistente, evidenciando a vocação operacional da Unidade.”

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Segurança

Idosa reclama de barulho de festa, é agredida com tijolada na cabeça e morre dias depois

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Uma idosa de 80 anos morreu depois de ser agredida com uma tijolada na cabeça. O caso foi registrado no bairro Jardim Ipiranga, em Penápolis (SP), no último domingo (11). A vítima ficou internada durante oito dias, mas não resistiu e veio a óbito na manhã de segunda-feira (19).

De acordo com o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados no dia 11 de abril para comparecer ao pronto-socorro de Penápolis, onde encontraram a idosa recebendo atendimento médico.

Ao ser questionada, a vítima relatou que tinha sido agredida com um pedaço de pau e um tijolo depois de pedir para frequentadores de uma festa pararem de fazer barulho, pois não conseguia dormir.

Ainda segundo o boletim de ocorrência, policiais militares fizeram buscas para tentar encontrar a mulher responsável por agredir a idosa, mas não conseguiram.

O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Penápolis. A Polícia Civil investiga o caso e tenta identificar a suspeita de cometer o crime.

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Segurança

Vídeo mostra momento em que casal é morto em sítio no município de Santa Leopoldina

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Imagens divulgadas exibem o momento que José Carlos entra no sítio da advogada e do estilista. Ele conversa com casal e em seguida comete o crime; o homem era vizinho das vítimas e confessou o duplo homicídio

A Polícia Civil divulgou, na manhã desta quarta-feira (21), imagens do momento em que a advogada Marinelva Venturim de Paula e o marido D’Ali Atash são assassinados no sítio onde moravam, na região de Colina Verde, em Santa Leopoldina, região serrana do Espírito Santo

Segundo a Polícia Civil (PC), José Carlos Marinho, 36 anos, era vizinho do casal e confessou o crime após ser preso, na terça-feira (20). A polícia informou que o alvo era apenas D’Ali Atash, com quem o suspeito tinha uma desavença.

José Carlos Marinho foi encontrado na casa da irmã em uma região rural conhecida como Pedra Alegre, em Itarana. Uma equipe da Polícia Civil de Santa Leopoldina disse que ele não reagiu durante a abordagem e que logo após o crime o suspeito jogou a arma fora. 

Ele será acusado de homicídio qualificado, pois as vítimas não tiveram chance de defesa. A prisão de José Carlos é preventiva e tem validade de 30 dias. Ainda segunda a polícia, o crime será reconstruído fato por fato, e será feita uma busca pela arma utilizada. 

As imagens mostram José Carlos entrando no sítio e, em seguida, se dirigindo ao local em que o casal conversava. No último vídeo ele foge com a arma na mão após assassinar as vítimas. 

Motivos do crime:

De acordo com o delegado Leandro de Morais, responsável pela investigação do crime, José Carlos alegou quatro motivos para a execução do casal. O primeiro seria uma dívida que o autor do homicídio tinha com a vítima D’Ali Atash, que refere-se à compra de uma parte do terreno para fazer uma estrada. Porém, para a quitação total da transação ainda faltava o valor de R$ 3 mil.

Outro motivo foi a retirada de canos que Atash fez na propriedade, que de acordo com a investigação da Polícia Civil, José teria instalado no sítio sem a permissão dos proprietários. 

Os filhos de José também se envolveram no desentendimento. Ainda segundo a PC, no sábado (17), eles invadiram a propriedade para tomar banho no tanque de peixe e Atash teria os repreendido por questões de segurança. E por último,  de acordo com José Carlos, Atash teria mostrado uma arma como ameaça. 

O casal morto tinha posse legal de duas armas, mas na hora do crime não foram usadas. “A intenção dele era matar e fugir. A advogada Marinelva morreu por estar no local, não tem nada relacionado com a profissão”, frisou o delegado Leandro. 

Segundo informações passadas pelos investigadores, o objetivo do suspeito era cometer o crime e fugir, mas após o assassinato, ele teria ido para um bar em que costumava beber, e ali aproveitara para pensar na sua fuga. José Carlos tem passagem pela justiça por posse ilegal de arma de fogo. “De forma bem fria ele confessou que foi o autor dos homicídios. As informações que pegamos com familiares era que ele queria fugir”, relatou o Major Cabral.

Fonte: Folha Vitória.

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