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Mundo Cristão

‘A vontade de Deus não interessa’, diz deputado ao apoiar a ideologia de gênero

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A aversão dos políticos do Partido Democrata aos valores cristãos, basilares na fundação dos Estados Unidos da América, vem sendo exposta frequentemente, e cada vez mais de maneira clara e franca. O episódio mais recente foi protagonizado por um deputado que afirmou que “a vontade de Deus não interessa ao Congresso”.

Em abril de 2020, o governador de Nova York, Andrew Cuomo (Partido Democrata), afirmou que a mobilização das pessoas era a responsável pelo controle da pandemia de covid-19 no estado: “Deus não fez isso. A fé não fez isso. O destino não fez isso. Muita dor e sofrimento fizeram isso”, disse o político de 63 anos na ocasião.

Hoje, quase um ano depois, o estado de Nova York já soma 48 mil mortes pela doença, com um novo surto pior que o inicialmente registrado, com milhares de novos casos de contágio todos os dias. À época da declaração de Cuomo, líderes cristãos o alertaram, em vão, sobre o risco que acompanha a arrogância.

Agora, durante os debates sobre um projeto chamado “lei da igualdade”, que estabelece medidas a partir da ideologia de gênero, um deputado do Partido Republicano falava sobre os motivos que levam tantas pessoas a terem confusão sobre sua identidade em relação ao sexo biológico, quando foi rebatido pelo deputado Jerry Nadler, de Nova York, integrante do Partido Democrata.

“A confusão de gênero que existe em nossa cultura hoje é uma rejeição clara do bom desígnio de Deus. Sempre que as leis de uma nação não refletem mais os padrões de Deus, essa nação está em rebelião contra Ele e inevitavelmente arcará com as consequências ”, disse o deputado Greg Stuebe.

Ao longo de seu discurso, o parlamentar acrescentou que o projeto “lei da igualdade” se opõe às Bíblia Sagrada: “Acho que estamos vendo as consequências de rejeitar a Deus em nosso país hoje. E este projeto fala diretamente contra o que está estabelecido nas Escrituras”, acrescentou, conforme informações do portal The Christian Post.

Em resposta, Nadler fez uso da tribuna para dizer que “a vontade de Deus não interessa ao Congresso”.

O vídeo com a declaração circulou nas redes sociais após a aprovação do projeto na Câmara, por 224 votos contra 206. Os favoráveis ao projeto, majoritariamente democratas, contaram ainda com o apoio de três deputados republicanos: Tom Reed e John Katko, ambos de Nova York, e Brian Fitzpatrick da Pensilvânia.

Perseguição

Entre os aspectos mais contestados do projeto de lei está a consagração da orientação sexual e da identidade de gênero como categorias na legislação de direitos civis.

O projeto é uma atualização da Lei dos Direitos Civis de 1964, considerada por muitos como o legado legislativo do Dr. Martin Luther King Jr.

“Não é a roupa ou o estilo pessoal que ofende a Deus, mas sim o uso da aparência para agir ou assumir uma identidade sexual diferente daquela biologicamente atribuída por Deus no nascimento”, protestou Stuebe em seu discurso.

O deputado já havia apresentado um projeto para proteger os esportes femininos da atuação de mulheres trans, que contam com vantagens físicas evidentes, mas sua iniciativa foi rejeitada. Ele reapresentou uma emenda para garantir as proteções do Título IX para os esportes femininos no início deste ano.

A “lei da igualdade” representa uma clara radicalização da esquerda nos Estados Unidos, visto que o novo texto, recém aprovado, proíbe o uso da Lei de Restauração da Liberdade Religiosa (RFRA), um texto de 1993 que foi aprovada em uma base esmagadoramente bipartidária e sancionada pelo ex-presidente Bill Clinton para fornecer isenções religiosas, para resguardar manifestações de líderes religiosos contrárias à ideologia de gênero.

De acordo com a Coalition for Jewish Values (CJV), um grupo de aproximadamente 1.500 rabinos ortodoxos tradicionais, o deputado Jerry Nadler “esqueceu a Constituição”: “Os fundadores exigiram que o Congresso evitasse infringir o livre exercício da religião, o que significa que ele deve ser sensível ao que toda tradição religiosa descreve como a vontade de Deus”, disse o rabino Pesach Lerner.

“É especialmente verdade que o Congresso deve permanecer ciente do conjunto de princípios morais fundamentais – incluindo a valorização da paz, da vida humana e da liberdade e responsabilidade individual – que a América chama de ética judaico-cristã”, acrescentou Lerner.

O vice-presidente da CJV, rabino Yoel Schonfeld, resumiu sua avaliação dizendo que Nadler “desmascarou” a verdadeira natureza da chamada “lei da igualdade”: “Longe de valorizar as diversas opiniões e crenças, atropela o livre exercício da religião e até demoniza a liberdade de expressão”.

“Ler a Bíblia em público, de acordo com a Lei da Igualdade, pode ser considerado um exercício de intolerância e motivo para uma queixa de ‘discriminação’. Sem dúvida, os verdadeiros fanáticos aqui são aqueles que apóiam ataques deliberados às crenças queridas de outros”, finalizou Schonfeld.

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Grupo afirma que desenho da Netflix prepara crianças para abuso sexual

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Netflix é criticada por desenho com conteúdos inadequados

Um grupo de observadores da mídia familiar está pedindo às autoridades que investiguem a série “Big Mouth” da Netflix por potencialmente violar leis de pornografia infantil, alegando que a série prepara crianças para abuso sexual.

Em uma reportagem o grupo Parents Television and Media Council expressou preocupações com a série que se concentra em estudantes do ensino médio passando pela puberdade e retrata crianças de 12 e 13 anos em situações sexuais e se envolvendo em diálogo sexual.

O relatório contém capturas de tela e listas de exemplos de “conteúdo sexualizador ou sexualmente explorador envolvendo crianças” ao longo dos 10 episódios da quarta temporada da série.

O PTC descobriu que ao longo de todas as 4 horas e meia de programação inclusas na  quarta temporada de “Big Mouth”, cada minuto de programação apresentava “quase 4 ocorrências de sexo, violência e linguagem profana, indecente ou obscena”.

A quarta temporada continha 17 casos de nudez animada, a maioria com os genitais de personagens menores de idade. Além disso, foram registradas “190 referências sexuais ou casos de insinuações sexuais”. A série também continha uma infinidade de palavrões, incluindo linguagem sexualmente carregada.

“Deveria chocar a consciência ver as crianças sexualmente exploradas por causa do entretenimento e do lucro financeiro, como é o caso em “Big Mouth”. Ver crianças usadas dessa maneira para o entretenimento de adultos viola nossas sensibilidades, especialmente quando, em todo o país e em todo o mundo, a agressão sexual está aumentando, e mulheres e crianças estão sendo mantidas em cativeiro sexual”, disse o presidente do PTC, Tim Winter, em um comunicado segundo The Christian Post.

Em 2018, a Netflix fez uma parceria com o Facebook para distribuir um jogo chamado “Hand Masters” baseado na série, que estava então em sua primeira temporada. Descrito como o “primeiro jogo internacional de masturbação”, o jogo recompensa os jogadores com base em sua capacidade de usar seu smartphone para simular masturbação masculina por 20 segundos.

“Eles estão encorajando os adultos a ver essas crianças como objetos sexuais ou encorajando as crianças a imitar o comportamento que estão vendo no desenho animado. Qualquer cenário é muito preocupante”, observou a diretora do PTC Melissa Henson.

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Boxeador evangélico anuncia candidatura à presidência das Filipinas: ‘Chegou o momento’

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Manny Pacquiao, o boxeador evangélico que atraiu a fúria da militância LGBT por se comprometer com a visão bíblica a respeito da homossexualidade, afirmou que irá se candidatar à presidência das Filipinas.

Sempre contundente em suas manifestações, o boxeador evangélico afirmou que irá centrar sua campanha política no combate à corrupção e que se for eleito, irá criar uma “mega-prisão” para corruptos.

“Chegou o momento, estamos prontos para enfrentarmos o desafio”, declarou o atleta de 42 anos a respeito das eleições 2022 em seu país. Ele será candidato por uma ala dissidente do partido do presidente Rodrigo Duterte.

Manny Pacquiao é detentor de um feito singular na história do boxe: foi campeão do mundo em oito categorias de peso diferentes e é uma fonte inesgotável de orgulho para os filipinos, segundo informações do portal Swiss Info.

Em 2012, quando foi derrotado pelo mexicano Juan Manuel Márquez, sua mãe afirmou que o revés era um castigo por ter abandonado o catolicismo e se convertido ao protestantismo.

Em 2010, ele já havia sido eleito deputado, e em 2016, foi eleito senador. Defensor da pena de morte para crimes violentos, irritou a militância LGBT por defender a visão bíblica sobre a homossexualidade. Mas, nada disso fez sua popularidade cair em seu país.

Já em 2019, após vencer uma luta em Las Vegas contra Adrien Brone, ele contou seu testemunhodesta em rede nacional nos EUA: “Deus me trouxe de volta ao Seu reino para ser um instrumento, para glorificar Seu nome, para que as pessoas saibam que existe um Deus que pode levantar as pessoas do nada e dar-lhes algo precioso”, disse ele.

“Minha força vem de Deus. Espero que vocês estejam felizes pelo meu desempenho. Eu realmente fiz o meu melhor em 40 anos”, completou ele na ocasião.

O boxeador evangélico é conhecido por sua generosidade e também por suas superações no caminho para o sucesso no esporte, já que nasceu em um contexto de pobreza extrema.

A política

A plataforma política que se compromete por enviar “centenas ou milhares” de políticos corruptos para uma “mega-prisão” construída especialmente para eles, não se resume a isso: “A todos que me perguntam quais são minhas competências e aptidões, eu pergunto a vocês: por acaso já sofreram por passar fome?”, questionou.

“Vocês sabem o que é não ter nada para comer, ter que pedir dinheiro emprestado aos seus vizinhos ou esperar para pegar os restos de um restaurante? O Manny Pacquiao que está na frente de vocês foi moldado pela pobreza”, acrescentou.

Em recente entrevista, o boxeador evangélico declarou que irá manter a política de baixa tolerância contra o tráfico de drogas, mas pretende fazer isso de forma “limpa, [sem violar] os direitos dos indivíduos”.

Como nas Filipinas não há previsão constitucional de reeleição, é provável que a adversária de Manny Pacquiao na disputa pela presidência seja a filha do atual mandatário, Sara Duterte.

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