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Cidades

ACJAC presta contas à comunidade de Jardim Camburi

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Considerada um exemplo para muitos bairros de Vitória, a entidade prestou contas à comunidade em assembleia realizada no final deste ano.

Vitória é uma capital de tamanho médio, mas tem sido grande na importância de suas associações de moradores de vários bairros da cidade. A Associação Comunitária de Jardim Camburi (ACJAC) é uma das mais antigas e se tornou exemplo de atuação eficiente em relação a levar as demandas dos moradores às autoridades, buscando soluções para os problemas do bairro, o mais populoso de Vitória. Tanto que existem duas no bairro, mas a outra praticamente parou de funcionar.

Ainda de acordo com a sua importância para o bairro, a ACJAC convidou a comunidade para apresentar a prestação de contas do ano de 2019, até porque a nova diretoria assumiu a entidade em maio e a prestação de contas de 2020 vai acontecer em março.

A reunião aconteceu dia 17 de dezembro, nas dependências da faculdade Estácio de Sá. Na oportunidade o presidente explicou todos os itens correspondentes a receitas, gastos, projetos executados, doações, planejamento estratégico implementado naquilo que foi possível, muito, no entanto, prejudicado pela pandemia. Mesmo assim a atuação da associação não deixou de existir e inúmeras continuaram a ser atendidas com a finalidade de contribuir com a melhoria na qualidade de vida dos moradores de Jardim Camburi. A assembleia de prestação de contas foi aberta à comunidade e todas as pessoas presentes tiveram a oportunidade de fazer perguntas, questionar se sentindo à vontade para conhecer o trabalho que vem sendo executado pelo presidente, Aloisio José Muruce e sua equipe de coordenadores.

Na oportunidade foi dada mais uma tarefa aos colaboradores: a distribuição de máscaras para as pessoas. A Vale produziu 110 mil máscaras e doou cinco delas e, em parceria, solicitou apoio da ACJAC para a sua distribuição junto à comunidade do bairro, principalmente nas praças, feiras, condomínios, escolas e locais onde existam maior movimentação dos moradores. A ACJAC entregou máscaras para os policiais militares que atuam na região.

Para este ano alguns ajustes estão previstos. Um deles será a criação de comitês em coordenadorias para avaliar o seu desempenho. O exemplo do comitê criado na coordenação de esportes foi um sucesso de eficiência e vai servir como modelo para ser implementado nas outras coordenações. Podem haver mudanças do titular, caso não exista um desempenho efetivo ou falta de eficiência da atuação da coordenação no que toca a efetivação das ações comunitárias contempladas no planejamento estratégico da ACJAC.

Outra ação de início de ano será a avaliação das ações que ainda faltam ser atendidas. Vai haver um levantamento para que sejam apresentadas as demandas ao novo governo municipal em uma provável agenda com o prefeito que assume em janeiro próximo. “O objetivo é formar uma parceria que possa criar um clima amistoso que possibilite o atendimento das demandas dos moradores de Jardim Camburi”, disse Iberê Arruda, coordenador geral da associação.

A ACJAC existe há 40 anos, uma das mais antigas de Vitória e conta estatutariamente com 16 coordenações e foram criadas mais quatro que completam o quadro da sua estrutura funcional atual.

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Cidades

Projeto da prefeitura de Barra de São Francisco garante alimentação para mais de 8 mil pessoas

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Em 12 dias servindo alimentação as famílias carentes de Barra de São Francisco, desde de seu início em 29 de março de 2021, até esta sexta-feira (09), 8.213 pessoas se alimentaram no Centro de Apoio Alimentar da prefeitura de Barra de São Francisco.

A iniciativa de oferecer alimentação as famílias carentes, é da prefeitura de Barra de São Francisco. O alimento (marmitex), é fornecido de segunda a domingo, inclusive feriados.

É obrigatório o uso de máscaras ao chegar no local para pegar o alimento. É feito higienização nas mãos das pessoas que chegam para pegar o marmitex.

Pessoas atendidas até o presente momento:

Segunda feira (29/03/2021) 440 pessoas

Terça Feira (30/03/2021) 612 pessoas

Quarta Feira (31/03/2021) 750 pessoas 

Quinta feira (1º/04/2021) 750 pessoas 

Sexta feira (02/04/2021) 610 pessoas 

Sábado (03/04/2021) 760 pessoas 

Domingo (04/04/2021) 720 pessoas 

Segunda Feira (05/05/2021) 728 pessoas 

Terça feira (06/04/2021) 700 pessoas 

Quarta feira (07/04/2021) 764 pessoas

Quinta feira (08/04/2021) 819 pessoas  

Sexta feira (09/04/2021) 560 pessoas 

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Total: 8. 213

 

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Cidades

No ES família enterra corpo trocado de mulher vítima da Covid

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O caso ocorreu em São José do Calçado. Ana Maria de Souza Fonseca morreu de Covid-19 depois de ficar 20 dias internada. Família diz que vai processar os envolvidos.

Uma família de São José do Calçado, no Sul do Espírito Santo, tomou um susto ao enterrar uma familiar que foi vítima da Covid-19. Eles descobriram horas depois do sepultamento, que aconteceu nesta quarta-feira (7), que o corpo dela foi trocado e que eles enterraram o corpo de outra pessoa.

Ana Maria de Souza Fonseca, de 77 anos, vítima da Covid-19, teve corpo trocado com o de outra vítima — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Ana Maria de Souza Fonseca tinha 77 anos e ficou 20 dias internada no Hospital São Vicente de Paula, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste do Rio de Janeiro.

Os familiares fizeram um ato rápido, sem velório, na quarta. O caixão estava lacrado e enrolado em um plástico.

Só que, horas depois, na madrugada desta quinta (8), os parentes descobriram que aquele que tinha sido sepultado não era o corpo de Ana Maria.

Eles foram de novo ao cemitério. Ao chegar lá, tomaram outro susto. O jazigo da família estava aberto e sem nenhum caixão dentro.

“Fomos para o cemitério para recebê-la. Chegou aqui, o carro da funerária disse que não poderia abrir o caixão, por ser Covid. Fizemos a oração, nos despedimos, ela foi enterrada e fomos embora. De madrugada, minha prima recebeu uma ligação do hospital, de que os corpos foram trocados. Não era a tia Nana. Nós corremos para vir ver o que estava acontecendo. A família do corpo enganado, que é do Rio de Janeiro, já tinha vindo aqui, pego, e levado para seus familiares. O buraco ficou ali, aberto, e ficamos esperando a tia”, descreveu uma sobrinha da vítima, Luciana Dias.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, além dos familiares, estavam ainda o procurador do município, o secretário de Obras e o advogado do Hospital São Vicente de Paula. O corpo da mulher foi, então, encaminhado para o hospital para fazer a troca de cadáveres.

No início da tarde do mesmo dia, o corpo de Ana Maria chegou ao cemitério. A família disse que o funcionário da funerária não usava equipamentos de proteção, o caixão não estava enrolado no plástico e a tampa de madeira que cobre o vidro da urna foi aberta. Assim como da primeira vez, foram os familiares que carregaram o caixão.

Agora, a família quer justiça. Eles dizem que vão entrar com um processo judicial contra os envolvidos na troca dos corpos.

Por telefone, a dona da funerária disse que eles não vão se pronunciar e que apenas o hospital vai responder.

A Prefeitura de São José do Calçado informou por meio de nota que a troca dos corpos ocorreu na cidade vizinha, em Bom Jesus do Itabapoana, e que o cemitério de Calçado apenas recebeu.

Ainda de acordo com a prefeitura, o responsável pelo cemitério local foi notificado para prestar esclarecimentos em relação a sua vestimenta, pois, segundo o município, a prefeitura disponibiliza todo o equipamento de proteção. Se houver necessidade, o mesmo será implicado nas diretrizes administrativas, informou a prefeitura.

O município disse ainda que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Polícia Militar.

A direção do hospital disse em nota que instaurou uma sindicância para poder apurar o fato.

“Todos os familiares foram contactados pelo hospital, que ofereceu total auxílio as famílias de imediato. Lamentamos profundamente a dor dos familiares pela perda de seus entes queridos e apura o equívoco feito pela funerária. Tão logo sejam apuradas mais informações, poderemos seguir com uma nova nota de esclarecimento”, diz parte da nota.

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