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Agro Fraterno distribui 430 toneladas de alimentos para ajudar famílias mais necessitadas

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Evair de Melo (PP-ES) acredita que a iniciativa mostra toda a união e força do setor agropecuário

O Agro Fraterno, movimento voltado para a arrecadação de cestas de alimentos e recursos para auxiliar as pessoas mais atingidas pela crise gerada pela covid-19, continua recebendo doações de associações e empresas ligadas ou não à produção de alimentos.

Na Bahia, 400 toneladas de alimentos começaram a ser distribuídas na cidade de Feira de Santana, em uma iniciativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (FAEB), o Senar e os Sindicatos dos Produtores Rurais da Bahia. São mais de 27 mil famílias cadastradas que vivem na zona rural e serão contempladas.

Às contribuições mais recentes, somam-se 30 toneladas de alimentos entregues pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial e pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). Os 26.000 kg recebidos por meio da Cocamar estão sendo destinados a entidades assistenciais, enquanto os 4.000 kg reunidos pela ABCZ irão para a cidade de Uberaba, em Minas Gerais.

As cestas de alimentos também estão sendo entregues para doação, mesmo por quem não faz parte do agro, como a Unimed Meio Oeste Catarinense, que com a ajuda de colaboradores, destinou às creches municipais o que a empresa chamou de “onda de positividade, gentileza e generosidade”.

Dentro do setor de produção de alimentos, a participação continua sendo feita em diferentes regiões. A Aprosoja (RO) contribuiu com 1.218 cestas básicas, compostas também por produtos de higiene e limpeza, e a BEQUISA, empresa de tratamentos de grãos, do litoral de São Paulo, entregou 328 cestas na região.

Para o membro da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deputado federal, Evair de Melo, “o agro segue mostrando a sua importância para o país, alcançando resultados históricos mesmo durante a recessão”.

Na visão do parlamentar, o fato do agro não parar de produzir, garante a força necessária para ajudar aqueles que tanto precisam. “Tenho a total certeza de que essa iniciativa está marcada na história do nosso país, uma corrente solidária que mostra toda a união e força do setor que impulsiona o Brasil”, afirmou Evair de Melo.

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg) já tem contribuído com o movimento Agro Fraterno e este mês entregou mais 1.500 cestas de alimentos, além de doações de máscaras e produtos de higiene para os estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

A entidade vê o movimento como primordial. “O Agro Fraterno é uma plataforma extremamente necessária para que as entidades ligadas ao agronegócio registrem suas ações”, declarou a diretora-executiva do Sindiveg, Eliane Kay. A diretora explica que participar é apenas um dos exemplos que podem ser dados.

Para Eliane, estimular o próximo também é parte do processo. “Incentivamos os nossos associados a participarem, afinal, sabemos a diferença que cada doação tem na vida das milhares de pessoas que realmente precisam”, finalizou.

Para participar do movimento basta acessar o endereço: cadastro.agrofraterno.com.br, e registrar a doação.

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Idoso recebe nota de R$ 420 e dá troco de R$ 320 em Unaí (MG)

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Jovem de 24 anos usou a cédula falsa que tem um bicho-preguiça desenhado para pagar uma dívida de R$ 100; suspeito foi preso

Um jovem de 24 anos foi preso nesta quinta-feira (29) após usar uma cédula falsa de R$ 420 para pagar um empréstimo feito por um idoso de 75 anos em Unaí, a 590 km de Belo Horizonte.

De acordo com a PM (Polícia Militar), o idoso se recusou a receber a nota que tinha, em uma das faces, um desenho de um bicho-preguiça e uma folha similar à da maconha. O suspeito teria, então, esbravejado com a vítima e alegado que a nota era verdadeira e que ele teria retirado a cédula em um caixa eletrônico da cidade. A vítima, então, aceitou a nota e ainda devolveu R$ 320 de troco.

O boletim de ocorrência indica que a vítima teria sido procurada, na última terça-feira (27) pelo suspeito, que é empregado de um vizinho. O homem pediu R$ 100 emprestados e prometeu que faria a devolução até o início de agosto.

Desconfiada, a vítima procurou a Polícia Militar, que foi até a casa do suspeito. O homem reafirmou ter recebido a nota no caixa eletrônico do banco e que já havia gasto o dinheiro repassado pelo idoso. O jovem também afirmou que estava em liberdade condicional e já havia sido detido por roubo e receptação.

Na residência, os militares encontraram maconha. Questionado, o suspeito confirmou que a droga era dele e que ele a levaria para uma fazenda, onde seria consumida pelo jovem e pela esposa. O suspeito foi preso e encaminhado a uma delegacia.

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Brasil

Rio prevê liberar 50% do público em estádios e boates em 2 de setembro, com 4 dias de festa

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Planejamento leva em conta progressão da pandemia e da cobertura vacinal. Em caso de piora nos índices, calendário e medidas podem ser revistos. Especialistas criticam plano de celebrar a reabertura com eventos por toda a cidade

A Prefeitura do Rio anunciou, nesta quinta-feira (29), um plano gradual de flexibilização das medidas de restrição na cidade. Serão 3 etapas, de 2 de setembro até 15 de novembro.

O anúncio também incluiu a programação para o réveillon e o carnaval e uma celebração de quatro dias com diversos eventos pela cidade, entre 2 e 6 de setembro (leia detalhes abaixo) – medida criticada por especialistas (leia abaixo o que dizem).

A primeira etapa, que prevê a reabertura de estádios e boates com 50% do público, depende de 77% dos cariocas já terem recebido a primeira dose da vacina contra a Covid e 45%, a segunda dose.

Hoje, no Rio, há 3.727.738 pessoas vacinadas (73% da população adulta) com primeira dose, e 1.536.740 imunizados com as duas doses. A meta da prefeitura é ter, até o início de setembro, 4.751.823 vacinados com a primeira dose – 91% da população adulta. Até novembro, o objetivo é atingir 93% de imunizados com a primeira dose e 90%, com as duas doses.

Veja como será a liberação

Fase de reabertura no RIo — Foto: Reprodução

2 de setembro:

  • liberação de eventos em ambientes abertos;
  • estádios: 50% do público com vacinação completa;
  • boates, casas de shows e festas em áreas fechadas: 50% do público também vacinados com 1ª e segunda dose.

17 de outubro:

  • estádios: 100% do público com vacinação completa;
  • boates, casas de shows e festas em áreas fechadas: 100% do público com vacinação completa.

Os eventos terão checagem de situação vacinal das pessoas, com o aplicativo Connect SUS, do Ministério da Saúde, segundo o secretário de Saúde, Daniel Soranz. Quem não tiver sido vacinado, será barrado.

15 de novembro:

  • uso de máscara obrigatório só no transporte público e em unidades de saúde;
  • livre circulação, sem restrição de capacidade e distanciamento.

Lançamento com festa

Segundo o prefeito Eduardo Paes, a reabertura será acompanhada de uma celebração de quatro dias, entre 2 e 5 de setembro, em toda a cidade .

Paes disse que o planejamento é otimista e conservador ao mesmo tempo.

“Se houver necessidade, se o secretário de Saúde chegar para mim um dia e falar que não dá porque aumentou ou chegou uma nova variante, imediatamente a gente interrompe qualquer processo de abertura e pode impor novas medidas restritivas (…) Tudo indica, nesse momento, os dados, internações, óbitos, que a gente vive um momento melhor. Não é um momento ideal ainda, por isso as restrições continuam e a abertura é gradual”, disse.

Entre 2 e 5 de setembro, a prefeitura prevê:

  • fechamento de ruas para o trânsito;
  • eventos em pólos gastronômicos;
  • DJs em pontos da orla;
  • iluminações e projeções;
  • apresentações musicais;
  • ponto facultativo no dia 3 de setembro (sexta-feira);
  • manifestações culturais e artísticas em centenas de pontos com priorização de artistas locais;
  • meia entrada nos principais pontos turísticos da cidade;
  • mapping e orquestra nos Arcos da Lapa;
  • programação especial nas cidades das Artes e do Samba;
  • atividades em todas as vilas olímpicas da cidade;
  • meditação, tai chi chuan e ioga em praças e parques;
  • Taça Renasce Rio: partida comemorativa (“de preferência no Maracanã”, diz Paes) com 50% do público;
  • campeonato de futebol solidário em comunidades;
  • Jogos de Botequim.

O que dizem especialistas

Para Roberto Medronho, infectologista e epidemiologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), liberar estádios para 100% a partir de outubro é “muito complicado”.

“Eu pessoalmente sou contra o plano apresentado. Esse plano sequer foi discutido e aprovado no Comitê Científico, criado pela prefeitura, de altíssimo nível, com pessoas de alto gabarito e que deveriam ter sido ouvidos para referendar ou não esse plano.”

A pneumologista Margareth Dalcomo, da Fiocruz, diz que entende a intenção da prefeitura, mas vê com preocupação as medidas:

“A intenção da prefeitura é a melhor possível no sentido de trazer um pouco de alegria no momento em que passou um ano e meio de muito luta, perda, tristeza, um impacto sobre toda a população, entendo que do ponto de vista de agregar, de fazer algo coletivo agradável sem duvida nenhuma. Alerto que isso tudo tem um risco, um risco que é razoavelmente calculado e um risco que é fora de controle, sem duvida nenhuma.”

“Eu não sou contra a prefeitura fazer atividade ao ar livre, como uma orquestra nos Arcos da Lapa, quero apenas alertar que ir a um sanitário, por exemplo, num local como esse, continua a ter os mesmos riscos, então, os cuidados que todas as pessoas que terão que tomar serão os mesmos que temos alertado esse tempo todo”, opina Dalcomo.

A especialista lembrou que a variante delta da Covid já está circulando mas, embora tenha melhorado o ritmo de vacinação, a dinâmica de imunização ainda está longe de uma situação de cobertura (vacinal), que ela afirma ser de 80% da população vacinada.

“Seria aquele [percentual] que eu, particularmente, consideraria confortável para que procedêssemos a algumas aberturas”, opinou Dalcomo.

‘Maior réveillon da história’, diz Paes

Show de cores e imagens durou 14 minutos no último réveillon com público na Praia de Copacabana (Arquivo) — Foto: Felipe Grandim/G1 Rio

O prefeito disse ainda que o réveillon será o “maior da história da cidade” e que o carnaval, se tudo caminhar como o previsto, será realizado.

Paes disse que semana que vem a prefeitura divulga o caderno de encargos da festa de Ano Novo e lembrou que a cessão do Sambódromo foi assinada.

“Já estamos quase fechando os detalhes do apoio e do patrocínio que a prefeitura fará para as escolas de samba. Há uma cláusula que diz: ‘Olha, caso não aconteça, na data programada, as escolas terão a obrigação de fazer numa data programada pela prefeitura’. Mas nós estamos programando diante dos dados – aí, desculpe, são os epidemiologistas que podem nos dizer – que a gente vai ter, sim, réveillon e carnaval.”

Projeto de liberação do Rio de Novo

Rio anuncia etapas do plano de flexibilização — Foto: Reprodução

O anúncio é considerado um “plano de voo” das atividades que vão ser liberadas até o fim do ano, conforme o avanço da vacinação.

O prefeito explicou que pretende vacinar adultos com a primeira dose até o dia 18 de agosto. E, assim como projetou um calendário de vacinação, decidiu anunciar um calendário para o carioca “poder ter de novo uma vida normal”. O plano foi denominado Rio De Novo.

“Nosso desejo é que o Rio seja a cidade do mundo inteiro que celebre o reencontro da vida com ela mesma.”

Pré requisito para redução de restrições:

  • Cenário epidemiológico favorável
  • Continuidade da chegada de vacinas
  • Manutenção da vacinação dos cariocas
  • Alta cobertura vacinal completa acima de 60 anos

A realização do plano anunciado nesta quinta vai depender da concretização do calendário de vacinação, que pretende imunizar todos adultos, com a primeira dose, até agosto.

Na véspera, o prefeito Eduardo Paes (PSD) admitiu que tentou pressionar Brasília, quando divulgou o calendário de vacinação com base na estimativa de entrega das vacinas do governo federal.

“Outro dia me disseram que eu não deveria ter divulgado o calendário sem ter a certeza que o ministério (da Saúde) iria enviar as vacinas. Falei que temos que divulgar o calendário para que, caso atrase, a gente tenha pressão popular e, dessa forma, a vacina chegue logo.”

Rock in Rio e feriado

O período de um ano de celebrações termina em 2 de setembro, exatamente quando começa o Rock in Rio 2022 – a edição de 2021 foi adiada devido à Covid.

Paes anunciou nesta quinta que pretende que a abertura do evento, em 2 de setembro de 2022, seja transformada em feriado na cidade – a pauta depende de aprovação da Câmara Municipal. A data seria chamada de Dia do Reencontro.

A organização do festival promete divulgar, nas próximas semanas, novidades e nomes de bandas e artistas confirmados.

Flamengo pede volta de público aos estádios

Paes também comentou a polêmica sobre o pedido do Flamengo para ter público de volta em estádios:

“Em relação ao jogo do Flamengo, o Flamengo fez uma proposta específica, ela está sendo analisada hoje pela Secretaria Municipal de Saúde. A proposta chegou só ontem, ela não teve uma reposta até ontem porque ninguém tinha pedido, não é porque eu sou vascaíno”, disse Paes, antes de perguntar o time do secretário Daniel Soranz, que é flamenguista.

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