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Política e Governo

AGU realiza mais de dois milhões de atividades no primeiro mês de trabalho remoto

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A Advocacia-Geral da União (AGU) produziu mais de dois milhões de atividades – ajuizamento de ações judiciais, interposição de recursos, contestações, cobranças, pareceres e atos administrativos, entre outras – nos primeiros 30 dias de adoção do trabalho remoto excepcional e temporário para membros e servidores.

Entre 17 de março, quando entrou em vigor a portaria que mudou a rotina de trabalho para prevenir o contágio da Covid-19, até 16 de abril foram exatamente 2.184.977 atividades, 2% mais que nos 30 dias anteriores e uma média de quase cem mil atividades por dia.

No âmbito do assessoramento jurídico, por exemplo, o número de pareceres e notas produzidos pela instituição – fundamentais para garantir que os atos do poder público observem o ordenamento jurídico e tenham mais segurança jurídica – passou de 15 mil nos 30 dias anteriores para 17 mil, um aumento de 13%. Já a propositura de novas ações judiciais subiu de 602 para 634, um aumento de 5% em relação aos 30 dias anteriores.

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As contestações judiciais feitas pela AGU cresceram 3% durante o período: foram 190 mil, enquanto nos 30 dias anteriores haviam sido realizadas 184 mil. A contestação é uma das formas da AGU defender o Estado brasileiro nos processos judiciais movidos contra ele.

Cumprimento da missão

“A instituição soube adotar as medidas necessárias para prevenir a epidemia sem qualquer prejuízo para o cumprimento da sua missão, que é representar judicialmente e assessorar juridicamente o Estado brasileiro”, observa o Advogado-Geral da União, André Mendonça.

O Advogado-Geral também destaca que a instituição não só conseguiu ser até mais produtiva em alguns aspectos, como também obteve êxito em 70% das liminares em ações judiciais que discutiam as políticas públicas de combate ao coronavírus e seus impactos econômicos e sociais – para Mendonça, evidência de que a AGU seguiu prestando um serviço de excelência em um momento que a pandemia impõe desafios enormes para o poder público e para o país como um todo.

“Esse resultado só foi possível por causa do empenho e dedicação exemplares de cada um dos membros e servidores da Advocacia-Geral da União. Estejam eles em um edifício público ou em casa, estão sempre preparados para fazer o seu melhor em defesa do interesse público”, completa.

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Política e Governo

Eleições 2022: eleitores do ES têm até o dia 18 para pedir voto em trânsito

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Os pedidos devem ser feitos em atendimento presencial, e não há a opção de solicitação pela internet

Os eleitores capixabas que pretendem participar do pleito deste ano e estarão fora do domicílio eleitoral no dia da eleição têm até o dia 18 de agosto para se habilitar, na Justiça Eleitoral, a fim de votar em trânsito ou em seção distinta da de origem, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O requerimento para votar em trânsito pode ser feito para o primeiro, o segundo ou ambos os turnos. Essa modalidade de votação ocorre somente nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores.

Pedidos

Os pedidos devem ser feitos em atendimento presencial, e não há a opção de solicitação pela internet. Para isso, basta procurar qualquer cartório eleitoral, portando um documento oficial com foto, e indicar o local escolhido para ir votar no dia da eleição. Neste ano, o primeiro turno está marcado para 2 de outubro e, eventual segundo turno, para o dia 30.

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O voto em trânsito é como uma transferência de domicílio eleitoral, mas temporária. Por exemplo, o eleitor mora no Espírito Santo, mas já sabe que estará em Brasília no dia da votação. Nessa hipótese, basta informar à Justiça Eleitoral que pretende votar naquela cidade indicada.

Habilitação

A habilitação para o voto em trânsito não transfere ou altera quaisquer dados da inscrição eleitoral. Após as eleições, a vinculação do eleitor com a seção de origem é restabelecida automaticamente.

Modalidades

Segundo o artigo 233-A do Código Eleitoral e a Resolução TSE nº 23.669/2021, existem duas possibilidades de voto em trânsito: quem estiver fora de sua cidade, mas no mesmo estado, poderá votar para os cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital. Já os que estiverem em outro estado poderão votar apenas para presidente da República.

Exterior

Vale reforçar que não é possível votar em trânsito fora do Brasil. No entanto, quem tem o título de eleitor cadastrado no exterior e estiver no território brasileiro poderá, sim, votar na eleição para o cargo de presidente da República, desde que habilitado dentro do prazo.

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Política e Governo

Ramalho decide disputar a Câmara Federal

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Após ser rifado pelo partido na disputa do Senado e ter desabafado que o “sistema” tinha retirado o seu sonho, o ex-secretário da Segurança Pública Coronel Alexandre Ramalho (Podemos) vai disputar uma vaga de deputado federal. Ele vai se somar à chapa que já tem o ex-prefeito Gilson Daniel e o vice-prefeito de Vila Velha, Victor Linhalis, entre outros.

A decisão foi divulgada em nota na tarde desta quinta-feira (11), por sua assessoria. O comunicado diz que a homologação da candidatura foi deferida pelo prefeito de Viana, Wanderson Bueno, que representou a Executiva estadual.

Nos bastidores, a ida de Ramalho para a chapa federal do Podemos dá mais tranquilidade aos candidatos que temiam não alcançar nenhuma das 10 vagas. Agora, os cálculos dão conta da possibilidade de conquistar até duas cadeiras, segundo analistas políticos. O Podemos faz parte da base aliada do governo e vai apoiar a senadora Rose de Freitas (MDB) à reeleição.

Leia a nota na íntegra:

“Nesta quinta-feira (11), após refletir sobre a negativa da homologação da sua candidatura ao Senado, o Coronel Ramalho, ex-secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Espírito Santo, decidiu continuar na disputa eleitoral de 2022, agora como candidato a deputado federal.

Sua candidatura foi homologada pelo prefeito de Viana, Wanderson Bueno, que representou a Executiva estadual do Podemos, que também o orientou e motivou a permanecer com seu nome à disposição da sociedade capixaba.

A decisão foi tomada após ouvir sua família, amigos e principalmente as pessoas que o incentivaram a continuar lutando por uma vaga no Congresso Nacional. A deliberação final foi pautada ainda na possibilidade concreta de ser o único candidato com experiência e propostas efetivas no campo da segurança pública.

Ramalho continuará defendendo a modernização e adequação da Legislação Penal Brasileira, que no seu entender, não atende aos anseios dos operadores de segurança pública e das famílias brasileiras, que sofrem nas mãos dos criminosos e não são devidamente alcançados e punidos”.

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