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Política Nacional

Ala do PT defende apoio a candidato de Bolsonaro à presidência da Câmara

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Na sexta-feira, o racha ficou explícito em reunião da executiva da legenda com parlamentares. Há tsmbém um grupo a favor do lançamento de uma candidatura própria dos partidos de oposição

Partido de maior bancada da Câmara, com 54 deputados, o PT vive uma divisão interna, cada dia mais acirrada, para definir o seu caminho na eleição da presidência da Casa. Uma ala tem, inclusive, defendido o apoio a Arthur Lira (PP-AL), líder do centrão e candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Na sexta-feira, o racha ficou explícito em reunião da executiva da legenda com parlamentares. Além dos defensores de Lira, há um grupo a favor do lançamento de uma candidatura própria dos partidos de oposição. Outra parte luta por uma adesão ao nome indicado pelo atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Diante do impasse, o PT não tomou posição e decidiu apenas divulgar uma nota em que se compromete a lutar para buscar uma atuação em bloco com as outras legendas.

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Política Nacional

Maia vê plano de ir para MDB naufragar e agora tenta PSDB

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Plano para migrar do DEM ao MDB naufragou há cerca de duas semanas

Rodrigo Maia está em conversas avançadas para ingressar no PSDB.

O plano para migrar do DEM para o MDB naufragou há cerca de duas semanas, quando o ex-presidente da Câmara se reuniu com políticos cariocas que planejam acompanhá-lo na saída do DEM.

Muitos deles, como Eduardo Paes, eram do MDB e deixaram o partido quando seus principais quadros no Rio, Sérgio Cabral e Jorge Picciani, foram presos.

O grupo deixou claro a Maia que voltar ao MDB seria inviável. No PSDB, Maia deverá controlar o diretório estadual e ter assento no nacional.

Dessa maneira, influiria na escolha do partido sobre 2022.

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Política Nacional

Após conversa de ministros, Brasil e China se reaproximam por vacinas

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Recém-empossado, chanceler Carlos Araújo recebe telefonema de colega chinês e ambos prometem cooperação por imunizantes

Recém-empossado como ministro das Relações Exteriores, Carlos França recebeu, na noite desta sexta-feira (9), ligação do titular da pasta de Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi. A informação, divulgada pelos perfis em rede sociai tanto do Itamaraty quanto do embaixador da China no Brasil, sinaliza a reaproximação entre os países após a saída do chanceler Ernesto Araújo.

Segundo as postagens, os chanceleres trataram de assuntos, como a pandemia e a urgência do Brasil por vacinas, matéria-prima para fabricação dos imunizantes e medicamentos, além das relações comerciais entre as nações.

“Os Chanceleres concordaram na urgência do combate à pandemia e da cooperação em vacinas, IFAs e medicamentos. Autoridades dos dois países estão em contato permanente para agilizar as remessas, essenciais para salvar vidas”, postou o perfil do Itamaraty.

“Trataram também das promissoras perspectivas em comércio e investimentos. Conversaram sobre a evolução positiva do relacionamento sino-brasileiro e os números crescentes do comércio – recorde de US$ 102,6 bilhões em 2020”, diz texto em outra postagem.

Embaixador da China no Brasil, Yang Wanming compartilhou o texto em seu perfil e escreveu que os ministros, em sua primeira conversa, concordaram em reforçar as relações bilaterais.

“Na noite desta sexta (9), o chanceler chinês Wang Yi e seu homólogo brasileiro Carlos França realizaram a sua primeira conversa, concordaram em reforçar as relações bilaterais, a coordenação multilateral e o combate conjunto à pandemia, além de promover a recuperação econômica”, afirmou o embaixador.

França tenta se reaproximar da China após a desgastada gestão de seu antecessor, Ernesto Araújo, que colecionou polêmicas inclusive por criticar o país oriental, o que acabou trazendo consequências para a importação de insumos e vacinas contra a covid-19.

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