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Medicina e Saúde

Alimentos populares que fazem muito mal à saúde, evite-os

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Muitos dos alimentos que ingere diariamente podem causar danos irreparáveis ​​ao seu corpo

Aqui estão três:

Carnes processadas

Segundo a Eat This, Not That!, bacon, salsichas e outras carnes processadas, como mortadela, são consideradas altamente cancerígenas.

Em outubro de 2015, as carnes processadas foram rotuladas como alimentos carcinogênicos pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (IARC), da Organização Mundial da Saúde. 

O que são carnes processadas?

As carnes processadas são carnes modificadas com a finalidade de alterar o sabor e/ou aumentar o tempo de armazenamento. Entre as modificações que podem ser feitas, estão defumação, adição de sal e conservantes, fermentação, secagem, entre outras. Como exemplo de carne processadas, podemos citar: bacon, toucinho, salsichas, salame, linguiças, presuntos, carnes enlatadas, molhos à base de carne, entre outros produtos.

É importante destacar que as carnes vermelhas também receberam um “alerta” pela OMS, mas foram classificadas em um grupo de menor risco. Elas foram consideradas como 2A, ou seja, alimentos provavelmente cancerígenos para humanos. Essa classificação deve-se ao fato de existirem poucos estudos conclusivos.

A carne processada aumenta os índices, principalmente, de câncer colorretal, que atinge o cólon, reto ou canal anal. Entretanto, esses alimentos também aumentam o risco de surgimento de câncer de estômago.

Apesar de sabidamente cancerígena, a carne processada pode ser ingerida, desde que em pouca quantidade. Entretanto, é bom ficar atento, pois 50 gramas de carne por dia são responsáveis por um aumento de 18% nos riscos de desenvolvimento de câncer. Segundo dados da OMS, 34 mil pessoas morrem todo ano em virtude de problemas relacionados com esse tipo de alimento.

Vale frisar que, para evitar o câncer colorretal e o de estômago, deve-se realizar, entre outras medidas, uma alimentação balanceada. Aumentar o consumo de verduras, frutas, legumes e cereais é uma boa forma de melhorar a saúde.

Refeições de microondas

O rótulo nutricional pode alegar que a refeição de micro-ondas é saudável, mas se for aquecê-la em plástico, os produtos químicos serão liberados na comida.

Embora o microondas seja seguro quando sai da fábrica, com o tempo, o material pode ir se degradando e permitir a passagem de alguma radiação.

Assim, para garantir que o microondas não faz mal à saúde é importante ter alguns cuidados, como:

  • Garantir que a porta está fechando de forma adequada;
  • Verificar se a rede adesivada da porta não está danificada com rachaduras, ferrugem ou outros sinais de degradação;
  • Informar qualquer dano no interior ou exterior do microondas para o fabricante ou um técnico;
  • Manter o micro-ondas limpo, sem restos de comida seca, especialmente na porta;
  • Utilizar recipientes próprios para microondas, que contenham símbolos que indicam que são próprios.

Pão branco

Embora a maioria dos especialistas afirme que o pão branco é rico em açúcar e carboidratos, o que muitas pessoas não sabem é que também é rico em sódio, o que pode levar à hipertensão.

pão é um carboidrato, e quando comido sozinho (particularmente o pão branco que é altamente refinado), pode causar níveis de açúcar no sangue para dar um pique e, em seguida, queda rápida, o que pode levar a baixa energia e ânsias.

Quando os amidos dos pães entram na corrente sanguínea como glicose, eles aumentam os níveis de insulina e de açúcar do organismo humano. Isso significa que, se consumido em excesso, o alimento pode provocar diabetes em longo prazo.

Os pós também podem ter quantidades altas de conservantes, corantes, acidulantes e adoçantes. O que prejudica muito o organismo. Comida de verdade são “alimentos de um só ingrediente” que são ricos em vitaminas e minerais, não possuem aditivos químicos e são geralmente não-processados.

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Medicina e Saúde

Covid-19: Este sintoma diminui a libido e vontade de ter relações

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Um dos três principais sintomas novo coronavirus SARS-CoV-2, causador da Covid-19, pode reduzir a libido e a vontade ter relações sexuais, alerta um novo estudo.

Em maio do ano passado a anosmia– também conhecida como perda do paladar e do olfato – foi listada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um dos principais sinais de infecção pelo novo coronavírus.

Tal ocorreu, após as autoridades de saúde terem detectado inúmeros casos de doentes com Covid-19 que relataram o sintoma e agora os pesquisadores já associaram o sinal à diminuição do apetite sexual, reporta um artigo publicado no jornal britânico The Sun.

OMS identifica entre os três principais sintomas da Covid-19: uma nova tosse persistente, temperatura elevada e perda de paladar e de olfato ou anosmia.

Se tiver algum desses sintomas, então deve se isolar e contactar o médico. Mas é provável que se você e o seu parceiro estejam em isolamento e a experienciar a falta de olfato, que ocorra uma diminuição da libido.

Investigadores norte-americanos afirmam que o olfato pode desempenhar um papel importante na motivação sexual e ambos estão “intimamente ligados”.

Num artigo publicado no The Journal of Sexual Medicine, os especialistas disseram que a satisfação emocional diminuiu em adultos mais velhos que apresentaram o sintoma.

Para efeitos daquela pesquisa, foram analisados 2.084 adultos com 65 anos ou mais e foi observado como a perda do olfato impactava nos desejos sexuais dos idosos.

De modo a medirem o seu olfato, os investigadores usaram varas de cheiro e associaram esse elemento à frequência de pensamentos sexuais dos indivíduos através de um questionário.

Os cientistas questionaram os voluntários sobre o quão satisfeitos estes haviam ficado com a sua experiência sexual mais recente.

Jesse K. Siegel, líder do estudo e professor na Universidade de Chicago, disse: “a diminuição da função olfativa em idosos nos EUA foi associada à diminuição da motivação sexual e da satisfação emocional com o sexo, mas não à diminuição da frequência de atividade sexual ou prazer físico”.

“A nossa pesquisa revela que um declínio na função olfativa pode afetar o prazer sexual nos adultos mais velhos”, acrescentou.

“Portanto, causas tratáveis de perda sensorial devem ser abordadas por clínicos de forma a melhorar a saúde sexual”.

olfato é a forma como o corpo processa o cheiro. Podendo ajudar a detectar feromônios um tipo de químicos que atuam como hormônios fora do corpo humano.

Segundo os investigadores: “o olfato tem uma forte conexão evolutiva com o sistema límbico, que desempenha um papel crítico no processamento de emoções e motivação sexual”.

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Medicina e Saúde

Estudos revelam 21 maneiras de diminuir o risco de Alzheimer

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Múltiplas medidas de prevenção foram listadas após a realização de duas meta-análises, divulgadas nas revistas científicas The Lancet e Journal of Neurology, Neurosurgery & Psychiatry e citadas pela CNN, que analisaram várias pesquisas sobre prevenção, tratamento e cuidados em casos de Alzheimer – aquele que é o tipo mais comum de demência.

A ingestão excessiva de álcool, o sedentarismo, o tabagismo e um regime alimentar pobre em nutrientes, que aumente o risco de obesidade, diabetes e hipertensão são os principais fatores de risco, segundo a publicação.

O estudo sublinhou que há um maior risco de ocorrência de quadros de demência em pessoas negras, em asiáticos, grupos marginalizados e em populações economicamente desfavorecidas.

A meta-análise analisou 395 estudos prospectivos observacionais e ensaios clínicos randomizados.

Os acadêmicos determinaram que dois terços das intervenções mais promissoras focavam-se em alterações simples no quotidiano que levam a uma vida saudável, focadas em evitar fatores de risco para patologias cardíacas, como pressão alta e elevados níveis de colesterol ‘mau’ (LDL’. 

1. Manter o nível adequado de açúcar no sangue e o peso sob controle para evitar diabetes. 

2. Manter o peso num nível saudável, normalmente abaixo de um Índice de Massa Corporal (IMC) de 25. 

3. Obter o máximo de habilitações acadêmicas a partir da infância. 

4. Evitar traumatismo craniano (como concussões). 

5. Manter-se cognitivamente ativo lendo e aprendendo continuamente coisas novas. 

6. Evitar ou controlar a depressão.

7. Gerir o estress.

8. Tratar a hipotensão ortostática (sensação recorrente de tontura ao se levantar). 

9. Manter a pressão arterial sob controle a partir dos 40 anos. 

10. Examinar os riscos de perda de audição ao longo da vida e usar aparelho auditivo se necessário (perda auditiva está associada a dano na região cerebral ligado à memória).

11. Evitar níveis elevados de homocisteína, um aminoácido que pode contribuir para a formação de coágulos nos vasos sanguíneos e danos nas artérias (prevenção com base em suplementação de vitaminas do complexo B, com recomendação médica). 

12. Praticar exercício físico. 

13. Gerir a fibrilação atrial, que é uma frequência cardíaca rápida e irregular devido a sinais elétricos caóticos no coração (com acompanhamento médico regular). 

14. Comer alimentos ricos em vitamina C ou tomar suplementos.

15. Reduzir a exposição à poluição do ar e a fumaça passiva do tabaco.

16. Evitar o abuso de álcool.

17. Evitar o hábito de fumar.

18. Dormir horas adequadas.

19. Evitar terapia de reposição de estrogênio no pós-menopausa. 

20. Evitar a toma de medicamentos para demência como prevenção. 

21. Combater a pobreza e a discriminação racial.    

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