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Internacional

Alunos e professor são mortos em ataque a tiros em escola na Rússia

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Mais de 20 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas em Kazan, sendo que 6 crianças estão na UTI. Suspeito de 19 anos foi preso pela polícia

Ao menos oito pessoas foram mortas e mais de 20 ficaram em uma escola em Kazan, na Rússia, nesta terça-feira (11). Um agressor de 19 anos foi preso, segundo autoridades russas.

Segundo autoridades de saúde, 21 pessoas foram hospitalizadas após o ataque, incluindo 18 crianças. Seis estão na UTI.

Imagens publicadas nas redes sociais mostram crianças pulando da janelas do prédio de três andares para escapar dos tiros.

A escola foi cercada pela polícia, e um vídeo mostra um jovem sendo imobilizado no chão por policiais do lado de fora do prédio.

Testemunhas dizem ter ouvido uma explosão e depois os tiros. Alguns estudantes conseguiram escapar do prédio durante o ataque, mas outros ficaram presos lá dentro e foram evacuados depois.

Rustam Minnikhanov, governador do Tartaristão, disse que as vítimas são estudantes do oitavo ano. “Perdemos sete crianças, alunos do oitavo ano. Quatro meninos e três meninas”.

“Seis menores de idade se encontram em estado grave”, disse o porta-voz do governo local, Lazat Jaydarov.

“O terrorista está preso, [tem] 19 anos. Uma arma de fogo está registrada em seu nome”, disse Minnikhanov após visitar a escola. “Outros cúmplices não foram identificados e uma investigação está em andamento”.

Terrorismo descartado

Apesar da declaração do governador do Tartaristão, o Comitê de Investigação da Rússia descartou inicialmente a hipótese de terrorismo.

“O agressor foi detido e sua identidade foi estabelecida. É um morador local, nascido em 2001”, afirmou o comitê em um comunicado.

Ambulâncias e carros da polícia estacionados em frente a escola que foi alvo de ataque a tiros em Kazan, na Rússia, em 11 de maio de 2021 — Foto: Roman Kruchinin/AP

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, expressou suas condolências às famílias das vítimas e desejou uma rápida recuperação aos feridos.

Devido ao ataque, Putin também ordenou a revisão da regulamentação sobre os tipos de armas permitidas para uso civil.

Tartaristão é uma região de maioria muçulmana no centro da Rússia, e sua capital Kazan fica a 725 km a leste de Moscou.

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Internacional

“Militarismo não combaterá a covid”, diz Biden na ONU

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Presidente dos EUA exaltou a união das nações, ao defender que o desafio do século 21 é a unidade global 

Em discuro na Assembleia Geral da ONU, nesta nesta terça-feira (21), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse que o militarismo não combaterá a covid-19. “A resposta militar não será a solução para todos os problemas do mundo. Veja, por exemplo, a covid-19, que está sendo combatida pela ciência”, pontuou. Este foi o primeiro discurso do democrata no evento.

O presidente norte-americano ressaltou que as nações precisam criar um conselho para tratar sobre as ameaças à saúde e exaltou as doações que os EUA fizeram de vacinas contra a covid-19. “Estamos em um momento de grande dor e ao mesmo tempo de grandes possibilidades”, disse sobre a pandemia.

Biden fez um discurso exaltando a união das nações. “Este é o desafio do século 21: a unidade global. Iremos garantir a segurança dos nossos alidados hoje e amanhã. (…) Usaremos de todos os meios para que isso ocorra”, e ressaltou que trabalha para fortalecer as alianças dos Estados Unidos. 

“Precisamos estar profundamente engajados com o resto do mundo para garantir nosso futuro. Nossa seguridade, prosperidade e liberdade estão interconectadas e, na minha visão, como nunca antes”, completou.

“Em vez de lutar pelas guerras do passado, estamos direcionando nossos recursos, nossos olhos, para as ações que trazem resultados coletivos”.

Para ele, os EUA precisam aumentar a diplomacia e a defesa à democacia. Citou a retirada das tropas americanas do Afeganistão, após 20 anos, e disse que o país não é o mesmo em comparação ao que era quando sofreu os ataques de 11 de setembro de 2001. Segundo ele, os EUA estão melhor equipados para detectar ameaças terrotirtas e previni-las, e são mais resilientes em combatê-las. 

O presidente também disse que Washington não busca “uma nova Guerra Fria”, em uma clara alusão ao confronto com a China.

As mudanças climáticas também foram parte importante da fala. “O mundo precisa combater as ameaças climáticas, que hoje não encontram fronteiras”. Em abril, Biden pediu para que os EUA perticipassem do acordo de Paris novamente.

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Internacional

EUA vão liberar em novembro entrada de brasileiros vacinados

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Viajantes precisarão apresentar um teste negativo para a covid-19 feito três dias antes de embarcarem

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (20) que permitirá, a partir do início de novembro, a entrada de viajantes internacionais ao país, inclusive quem chega do Brasil, China, Reino Unido e União Europeia, desde que estejam completamente vacinados contra a covid-19.

“As viagens internacionais são essenciais para conectar famílias e amigos, para abastecer pequenas e grandes empresas, para promover o intercâmbio aberto de ideias e cultura”, disse Jeff Zients, coordenador de pandemia da Casa Branca, nesta segunda-feira (20).

“É por isso que, com a ciência e a saúde pública como nosso guia, desenvolvemos um novo sistema de viagens aéreas internacionais, que aumenta a segurança dos americanos que estão no país e das viagens aéreas internacionais”, completou.

Em junho do ano passado, o governo americano havia limitado a entrada de estrangeiros de um grupo de países europeus, do Irã e da China. Viajantes totalmente vacinados também precisarão apresentar um teste negativo para o coronavírus três dias antes de embarcarem para os Estados Unidos, disse Zients.

Americanos não vacinados que estão no exterior e que querem voltar ao país terão que passar por testes mais rígidos. Eles precisarão de um teste negativo para o coronavírus um dia antes de embarcarem para os Estados Unidos e deverão ser testados novamente após a chegada.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças também emitirão em breve uma ordem direcionando às companhias aéreas, para que coletem números de telefone e endereços de e-mail de viajantes para um novo sistema de rastreamento de contatos. As autoridades acompanharão os viajantes após a chegada para perguntar se eles estão apresentando sintomas do vírus.

A ação do governo veio na véspera de uma visita do primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, que deveria pressionar Biden para suspender as restrições. As autoridades britânicas esperavam que o presidente americano anunciasse um relaxamento das medidas quando ele foi em junho à Cornualha, na Inglaterra, para a reunião da cúpula do G7, mas as mudanças não aconteceram.

As autoridades britânicas observam que os Estados Unidos não impuseram uma proibição semelhante aos cidadãos de países caribenhos, que apresentavam um índice maior de infecção em relação à Grã-Bretanha, ou aos turistas da Argentina, que tinha uma menor porcentagem de sua população vacinada. Cerca de 82% das pessoas na Grã-Bretanha com mais de 16 anos já tomaram as duas doses da vacina.

A União Europeia e a Grã-Bretanha permitiram que pessoas totalmente vacinadas dos Estados Unidos viajassem sem quarentena. As autoridades locais ficaram incomodadas quando os Estados Unidos não fizeram o mesmo com os europeus.

Segundo autoridades europeias, a proibição manteve famílias separadas desde março de 2020, quando o ex-presidente Donald Trump a anunciou pela primeira vez, quando o coronavírus estava em erupção em toda a Europa.  Os países europeus resistiram a uma terceira onda de infecções impulsionadas pela variante Delta.  Mas em vários países, incluindo a Grã-Bretanha, as taxas de infecção começaram a se estabilizar e até diminuíram. 

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