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Moda e Beleza

Anos 2000 de volta: cores e tendências da primavera-verão

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O primeiro provável verão sem isolamento revela que as tendências serão baseadas em releituras de looks dos anos 2000

A primavera-verão de 2022 promete! Com os termômetros subindo antes da hora e as restrições de isolamento sendo afrouxadas em todo o mundo, nas ruas e nas redes sociais de fashionistas começam a surgir indícios do que vai bombar nas próximas estações. Acompanhe e já se prepare para o que virá.

Para a tristeza de algumas e conforto de outras, esse tipo de sandália que parece um tamanco e possui tiras largas desponta principalmente no continente europeu. Aqui, os chinelos de dedo nunca saem de moda, mas surgem repaginados com formatos quadrados e solados grossos

Para a tristeza de algumas e conforto de outras, esse tipo de sandália que parece um tamanco e possui tiras largas desponta principalmente no continente europeu. Aqui, os chinelos de dedo nunca saem de moda, mas surgem repaginados com formatos quadrados e solados grossos.

Será o adeus definitivo aos tons pastel? Ao que tudo indica, quanto mais vibrante a cor, melhor. Além do sol, a previsão é de looks radiantes e chamativos por aí Millenial ou Geração Z? Tanto faz, meme sobre a volta dos anos 90 prova que não há cringe na moda

Será o adeus definitivo aos tons pastel? Ao que tudo indica, quanto mais vibrante a cor, melhor. Além do sol, a previsão é de looks radiantes e chamativos por aí.

Como se já não bastasse o tie dye, que muitos aprenderam a fazer durante a quarentena, neste verão chega a estampa psicodélica. O que parece ser novidade é, na verdade, uma releitura de diversos looks dos anos 2000Veja mais: De volta aos anos 90: veja o novo jeito de usar presilhas de cabelo

Como se já não bastasse o tie dye, que muitos aprenderam a fazer durante a quarentena, neste verão chega a estampa psicodélica. O que parece ser novidade é, na verdade, uma releitura de diversos looks dos anos 2000.

Peças com recortes diferentes e amarrações inusitadas com longas tiras já apareciam no outono e inverno. Croppeds ou vestidos nessa modelagem parece terem vindo para ficarLeia mais: Brincos de argola em versão atualizada para todas as produções

Peças com recortes diferentes e amarrações inusitadas com longas tiras já apareciam no outono e inverno. Croppeds ou vestidos nessa modelagem parece terem vindo para ficar.

Laranja é o novo preto! Em diversas tonalidades, a cor aparece em excesso nos looks. Aqui, nada de minimalismo: vale usar duas peças em diferentes tons vibrantesVeja também: Fã da princesa Diana recria todos os looks dela e faz sucesso nas redes

Laranja é o novo preto! Em diversas tonalidades, a cor aparece em excesso nos looks. Aqui, nada de minimalismo: vale usar duas peças em diferentes tons vibrantes.

O estilo cottagecore, hit do verão passado com xadrezes discretos, sai de cena para dar lugar ao quadriculado vibrante e grande. As peças em crochê seguem fortes, como provou o atleta olímpico que viralizou ao ser flagrado costurandoVeja também: Relembre o biquíni em crochê usado por Flávia Pavanelli

O estilo cottagecore, hit do verão passado com xadrezes discretos, sai de cena para dar lugar ao quadriculado vibrante e grande. As peças em crochê seguem fortes, como provou o atleta olímpico que viralizou ao ser flagrado costurando.

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Moda e Beleza

Zara e estilistas são questionadas sobre “apropriação cultural indevida”

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Desde 2019, o governo exige explicações públicas de estilistas como Carolina Herrera e Isabel Marant, e de marcas como Zara, Rapsodia ou Anthropologie pela “apropriação cultural indevida” de elementos indígenas em suas coleções

As tecelãs indígenas de um povoado do sul do México lutam para viver com dignidade de suas criações, na contramão do grande negócio da moda que, segundo elas, se apodera de sua riqueza cultural.

A batalha é mais do que simbólica quando o México comemora o bicentenário de sua Independência este mês, colocando o acento na reivindicação e resistência dos povos originários.

No pátio da casa de Julia Pérez, uma artesã tzotzil de 39 anos, o alvoroço e o riso de suas colegas tecelãs quebram o silêncio de Zinacantán (estado de Chiapas), onde às vezes só se ouve o som do vento e das folhas das árvores.

Sentadas em cobertores para amortecer a dureza do chão, usam o tradicional tear de cintura  para tecer combinações de cores elegantes.

Quer sejam cores terrosas, padrões vermelhos profundos ou preto e branco, prevalece uma beleza sóbria.

“Nossas ideias se misturam, para que nossa tradição, nossa cultura, nossos tecidos não se percam, por isso sempre os usamos nos designs”, diz Pérez sobre a inspiração de cores e padrões.

A alegre autoconfiança de suas companheiras pode enganar. Mas sua destreza não torna a fiação ou o trabalho anterior na urdidura menos trabalhoso e complexo, explica Pérez.

A valorização adequada do tempo, da criatividade e dos benefícios futuros foram conceitos-chave que essas artesãs adquiriram graças ao encontro com duas outras mulheres, Dulce Martínez de la Rosa e Daniela Gremion, cosmopolitas e urbanas, mas igualmente dedicadas à arte tradicional mexicana.

Gremion conheceu Pérez há mais de 10 anos, confirmou a qualidade de seu trabalho e propôs uma colaboração que inclui assessoria para avaliar suas criações, desenhos conjuntos e comercialização de roupas finas.

A partir daí iniciaram um caminho de aprendizagem mútua, mas acima de tudo de confiança e amizade.

Apropriação cultural

Sob a marca Fábrica Social, o projeto da De la Rosa e Gremion, as mulheres de Zinacantán e outras artesãs de seis estados mexicanos buscam melhorar as condições de trabalho e combater as desigualdades empresariais.

Depois de interromper o trabalho, as tecelãs colocam cadeiras e uma mesa para trabalhar no quintal. Gremion começa a revisão dos conceitos básicos sobre custos, despesas e outros aspectos para atingir um objetivo crucial, mas complexo: o comércio justo.

Com entusiasmo, as artesãs ouvem e debatem profundamente sobre seus tempos e necessidades e a forma correta de precificá-los.

“É uma ferramenta que nos ajuda muito a chegar a um preço de um produto que muitas vezes não tem preço”, explica Gremion, de 40 anos, após concluir o workshop.

Além do valor econômico, a arte têxtil de muitos povos indígenas mexicanos representa uma herança cultural e histórica sistematicamente vista como usurpada por grandes casas de moda mundiais.

Desde 2019, o governo do esquerdista Andrés Manuel López Obrador exige explicações públicas de estilistas como a venezuelana Carolina Herrera e a francesa Isabel Marant, e de marcas como Zara, Rapsodia ou Anthropologie pela “apropriação cultural indevida” de elementos indígenas em suas coleções.

“Não é justo que nos façam isso como indígenas (…) Que não sejamos famosas como elas, mas que não nos usem”, diz Pérez.

“Com todo o coração”

Para De la Rosa, 42, o fato de as grandes marcas se apropriarem do patrimônio indígena “sem nenhum custo ou responsabilidade” demonstra a assimetria de poder entre as empresas transnacionais e os criadores mexicanos, herdada dos antigos “regimes coloniais”.

“As artesãs deste país e seu trabalho, suas técnicas e seus processos deveriam ser tão conhecidos como Carolina Herrera, Isabel Marant, Zara ou Mango e essa é a verdadeira luta”, acrescenta de sua oficina na Cidade do México.

Em meio às comemorações da Independência, De la Rosa reflete sobre o contexto global. “Vivemos em um sistema econômico ainda absolutamente colonial (…), estamos falando de grande capital o tempo todo”.

Fábrica Social é um dos vários projetos convocados pelo Ministério da Cultura do México para a plataforma “Original”, que busca resgatar suas experiências para promover “colaborações éticas” entre grandes empresas e artesãos, respeitando seus direitos coletivos e criativos.

Em Zinacantán, Sara Pérez, 31, prima de Julia e integrante do projeto, confirma o desejo comum de transcender defendendo seu talento e sua identidade.

“Queremos que reconheçam o nosso trabalho porque é bem feito, é bem preparado, é feito de todo o coração e também trabalhamos com materiais do México”, frisa.

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É primavera! Inspire-se nos vestidos florais das famosas

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A chegada da primavera, na quarta-feira (22) marca o início da primavera, estação lembrada por suas flores a pela aproximação da chegada da estação mais quente do ano: o verão. Considerando a alta das temperaturas, por que não pensar em looks que vão garantir conforto e frescor nos próximos três meses?

Julia Rodrigues

Camila Coelho

Os clássicos vestidos florais são os que mais combinam com a estação e trazem um visual leve e romântico. Várias famosas são adeptas ao estilo e já desfilaram por aí com as peças. Quer se inspirar nelas? Confira 6 vestidos florais usados por 6 famosas super estilosas.

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