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Internacional

Aos 70, idoso cruza Atlântico a remo e arrecada R$ 4,5 milhões para pesquisa sobre Alzheimer

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Frank Rothwell percorreu mais de 4 mil quilômetros e passou 56 dias no mar

Aos 70 anos, um homem conseguiu cruzar o Oceano Atlântico enfrentando a “linha mais difícil do mundo” – o Talisker Whiskey Atlantic Challenge. O desafio o levou a arrecadar £ 1 milhão em doações para pesquisas sobre o Alzheimer. O valor equivale a cerca de R$ 4,5 milhões.

Frank Rothwell percorreu mais de 4 mil quilômetros e passou 56 dias no mar. Ele é o homem mais velho a completar o desafio. Ele saiu de La Gomera, nas Ilhas Canárias, e chegou a Antigua, no Mar do Caribe, no último sábado (6).

Infográfico mostra a distância entre os pontos de saída em La Gomera e de chegada em Antígua na travessia do Oceano Atlântico a remo. — Foto: G1

A marca de £ 1 milhão foi atingida na quinta-feira (11), cinco dias após completar o desafio.

“O desafio foi muito difícil, com mar agitado, ondas enormes e saudades da minha esposa, Judith. Mas por mais exaustivo que tenha sido, valeu totalmente a pena, pois espero que o dinheiro que arrecadamos faça uma grande diferença em tantas vidas”, afirmou Rothwell.

De acordo com informações em sua página oficial, mais de 9 mil pessoas fizeram doações. Os primeiros £ 500 mil em doações foram dobrados pela Iceland Foods Charitable Foundation.

Alzheimer na família

A motivação de Rothwell estava em sua própria família. Ele presenciou o impacto da doença em seu cunhado, Roger. Enquanto estava no mar, recebeu a notícia de que Roger havia morrido com a doença, aos 62 anos.

“Roger foi minha principal motivação para completar o desafio e levantar £ 1 milhão para pesquisas sobre demência. Tendo recebido centenas de mensagens de pessoas que, como eu, testemunharam o desgosto da demência, estou orgulhoso de ter arrecadado uma quantia tão incrível em homenagem a Roger e a todos os que passaram pela devastação que ela causa”, afirmou.

A página que arrecada doações segue aberta.

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Internacional

Com mais de 3 mil casos, Tóquio bate novo recorde de casos de Covid-19 em meio às Olimpíadas

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É o segundo dia seguido com recorde de casos; foram 16 pessoas ligadas ao jogos diagnosticadas com a doença, mas nenhum atleta

Em meio a Olimpíadas, Tóquio registrou pelo segundo dia consecutivo um novo recorde de casos de Covid-19 em um só dia desde o início da pandemia. Foram 3.177 pessoas infectadas com o novo coronavírus nas últimas 24 horas. Na terça-feira, foram 2.848 pessoas diagnosticadas com a doença.

Nas últimas 24 horas, 16 pessoas ligadas aos jogos olímpicos testaram positivo para a Covid-19, mas nenhum atleta. Ontem foram sete casos, o número mais baixo de casos desde o dia 19 de julho, quando apenas 3 ocorrências ligadas aos Jogos foram registradas. O número total agora é de 176 casos, sendo 18 deles de atletas.

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Internacional

EUA podem voltar a recomendar uso de máscara para vacinados

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Epidemiologista revelou em entrevista que considera volta do uso do utensílio por conta do aumento de casos de covid-19

O epidemiologista Anthony Fauci, uma das principais autoridades dos Estados Unidos na luta contra a covid-19, admitiu neste domingo (25) que o país pode voltar a recomendar que vacinados contra a doença utilizem máscara, diante do aumento no número de casos de infecção.

“Isso está sendo ativamente considerado”, admitiu o especialista, em entrevista à emissora de televisão americana “CNN”, se referindo, principalmente, aos ambientes fechados.

As declarações dadas por Fauci neste domingo acontecem três dias depois do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do país (CDC) informar que não tinha feito qualquer mudança na política sobre o uso de máscaras, inclusive, por vacinados.

Uma possível mudança nas diretrizes do governo dos EUA não implicaria em alteração em todo o território, já que o CDC apenas emite recomendações, com cada estado e localidade tendo autonomia para decidir a forma de agir.

Em meados de maio, com o avanço da vacinação no país, o órgão mudou as orientações e recomendou que quem estivesse totalmente imunizado já poderia ficar sem máscara na maior parte do tempo, inclusive em ambientes fechados.

No fim de junho, diante da propagação da variante delta, a Organização Mundial da Saúde (OMS), sugeriu que mesmo os vacinados deveriam seguir utilizando o item de proteção, diante da alta no contágio. Os EUA, no entanto, não alteraram a política no país.

Nesta semana, o CDC divulgou que a delta já representa, pelo menos, 83% dos casos de covid-19 no território americano. No país, houve uma alta de 47% na quantidade de positivos, enquanto as internações hospitalares subiram 32%.

Nos Estados Unidos, apenas 57% da população com mais de 12 anos de idade já tomaram todas as doses necessárias para a total imunização contra o novo coronavírus, segundo o divulgou o próprio Centro de Controle e Prevenção de Doenças.

“Estamos avançando na direção errada”, lamentou Fauci, sobre o ritmo da vacinação. O especialista classificou como “um problema”, que metade da população não esteja imunizada e lembrou que o governo está “praticamente suplicando” que as pessoas procurem um ponto de vacinação.

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