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Internacional

Apoiadores de Trump protestam contra resultado de eleições

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Manifestantes se reuniram em Washington, neste sábado (14), para apoiar o atual presidente americano após sua derrota nas urnas para Joe Biden

Apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump, se reuniram em Washington, capital do país, neste sábado (14), para protestar contra os resultados das eleições da semana passada, que declaram a vitória de Joe Biden.

Pouco depois das 10h, Trump e uma comitiva surgiram para cumprimentar os manifestantes. Muitos correram para vê-lo, e ele sorriu e acenou da janela do carro.

Segundo as projeções da AP (Associated Press), Joe Biden chegou a 284 votos no Colégio Eleitoral e venceu as eleições. No entanto, o resultado ainda não é oficial. Ainda existem votos em apuração em seis estados e o presidente Donald Trump prometeu contestar na Justiça o resultado da urnas. Por isso, pode haver alguma demora para oficializar o fim da eleição norte-americana.

Essa é apenas a segunda vez nos últimos 40 anos que um presidente não conquista a reeleição no país. O último foi o também republicano George Bush derrotado no fim de seu primeiro mandato por Bill Clinton, em 1992.

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Internacional

Itália bloqueia usuários do TikTok após morte de criança durante desafio

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O órgão de fiscalização italiano ordenou, na sexta-feira (22), que o aplicativo de vídeo chinês TikTok bloqueie as contas de todos os usuários do país cuja idade não fosse verificada. A ordem foi emitida após a morte de uma menina de 10 anos, moradora de Palermo na Sicília, por asfixia, enquanto realizava um desafio proposto no aplicativo.

O desafio consiste em colocar um cinto em volta do pescoço e prender a respiração.

Em um comunicado, o órgão disse que embora a TikTok tenha se comprometido a proibir o registro de crianças menores de 13 anos, era fácil contornar essa regra.

Como resultado, ele disse que a TikTok teve que bloquear contas de usuários não verificadas até pelo menos 15 de fevereiro, à espera de mais informações.

Uma porta-voz da TikTok na Itália disse que a empresa estava analisando a comunicação recebida da autoridade.

“Privacidade e segurança são prioridades absolutas para a TikTok e estamos constantemente trabalhando para fortalecer nossas políticas, nossos processos e nossas tecnologias para proteger nossa comunidade e os usuários mais jovens em particular”, o aplicativo informou por e-mail.

Propriedade da ByteDance da China, a popularidade do TikTok tem crescido rapidamente em todo o mundo, principalmente entre os adolescentes.

“TikTok era o mundo dela. E o YouTube. É assim que ela passava o tempo”, disse o pai da menina, Angelo Sicomero, ao jornal Corriere della Sera de sábado.

Investigação

Os promotores abriram uma investigação sobre uma possível incitação ao suicídio e estão procurando alguém que tenha convidado a garota para participar do desafio.

“O órgão de fiscalização decidiu intervir com urgência após o terrível caso da menina de 10 anos de Palermo”, disseram as autoridades.

Ele disse que o TikTok foi proibido de “processar dados do usuário para os quais não há certeza absoluta de idade e, consequentemente, de conformidade com as disposições relacionadas ao requisito de idade”.
Um funcionário disse que isso significa que os usuários de contas não verificadas não poderão mais enviar vídeos ou interagir com outras pessoas na plataforma.

A fiscalização disse que levantou outros casos preocupantes relacionados ao TikTok em dezembro sobre o que chamou de uma série de violações, incluindo alegações de que a empresa não protegeu menores.

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Internacional

Após vencerem eleições, agora democratas ficam contra lockdown

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Andrew Cuomo propõe relaxar o fechamento de Nova York: “Não teremos mais nada para abrir”

Sinal de esgotamento ou oportunismo, governadores e prefeitos estão mostrando pouca vontade de impor novas restrições às empresas e à economia

Após a posse de Joe Biden, importantes políticos democratas estão dando sinais de que um alicerce do discurso que os levou à presidência da República não se sustenta. Não são poucos os analistas que consideram decisivos para a derrota de Trump os efeitos maléficos da pandemia na sociedade americana – e o contraponto de seus opositores ao defender ferrenhamente uma política de responsabilidade com duras restrições e isolamento social. Parece que a história mudou.

Agora, garantido o retorno à Casa Branca, a defesa intransigente de lockdown está dando lugar a um conveniente abrandamento das restrições – ainda mais se considerarmos que os EUA passam pela fase mais letal da pandemia que já matou 400 mil americanos.  Sinal de esgotamento ou oportunismo, o fato é que governadores como o de Nova York, o democrata Andrew Cuomo, estão mostrando pouca vontade de impor novas restrições às empresas e à economia.

Cuomo promoveu uma dura paralisação já no primeiro semestre de 2020, quando o estado se tornou o epicentro do surto americano. Em maio, na sétima semana de fechamento, o governador foi categórico: “Feche tudo, feche a economia, se tranque em casa”. Agora, afirma, singelo: “Simplesmente não podemos ficar fechados até que a vacina atinja a massa crítica. O custo é muito alto. Não teremos mais nada para abrir.”

A prefeita de Chicago, Lori Lightfoot , foi outra voz a impor um duro confinamento. Em outubro passado, veio dela a ordem do toque de recolher às 22h nos bares, restaurantes e negócios não essenciais da cidade. “Este é um aviso”, disse Lightfoot, à época. “Não hesitarei em impor restrições”, completou, em tom de ameaça.

Já esta semana, a prefeita “avisou” em entrevista coletiva que planeja falar com o governador de Illinois, JB Pritzker, sobre as maneiras de reverter as restrições do COVID-19 a restaurantes e bares para permitir que reabram “o mais rápido possível”. Foi duramente criticada pela evidente contradição.

Os republicanos se referem a essa mudança de postura como “hipocrisia democrática”. Seja o que for, para continuar sendo a maior potência do planeta, os EUA precisam apontar para o mundo que caminho a economia americana tomará em 2021. E como pretendem enfrentar a pandemia que já põe de joelhos seus (até agora há pouco) combatentes mais empedernidos.

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