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Cidades

Após Justiça manter suspensão das aulas presenciais no ES, pais voltam a protestar em Vitória

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Os manifestantes se reuniram na frente do TJES, onde colocaram cadeiras escolares, com balões pretos amarrados, além de faixas e cartazes

Um grupo de pais de estudantes voltou a se manifestar, nesta quinta-feira (22), em Vitória, a favor do retorno das aulas presenciais no Espírito Santo. Os manifestantes se reuniram na frente da sede do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), na Enseada do Suá, onde colocaram carteiras escolares, com balões pretos amarrados, além de faixas e cartazes pedindo a volta das aulas.

Na última terça-feira (20), a juíza Sayonara Couto Bittencourt, da 4ª Vara da Fazenda Pública de Vitória, concedeu uma liminar que considerava como atividades essenciais as aulas presenciais e permitia o retorno delas em todos os municípios, mesmo os classificados no risco extremo e alto, onde essa atividade não está permitida.

No entanto, o governo do Estado recorreu, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), e, na quarta-feira (21), o desembargador Ronaldo Gonçalves de Sousa, presidente do TJES, suspendeu a decisão da magistrada.

A manifestação desta quinta-feira é promovida pelo Movimento Pais Pela Educação ES, que, na última segunda-feira (19), já havia realizado um protesto semelhante, dessa vez em frente à sede da Assembleia Legislativa. Segundo Bárbara Campos Fernandes, que faz parte do movimento, o ato teve início por volta das 15 horas e durou cerca de duas horas e meia.

“Hoje o intuito foi mostrar nossa indignação com o Tribunal de Justiça, que derrubou a liminar que a juíza deu, permitindo o retorno às aulas. Vamos realizar uma nova manifestação no sábado (24), a partir das 9 horas, quando sairemos em carreata da frente da Praça do Papa”, disse.

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Cidades

Prefeito Arnaldinho recebe pessoas com deficiência no dia nacional de luta

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“Sentindo na pele”. Este foi o tema escolhido pela Prefeitura de Vila Velha, por meio da Secretaria de Assistência Social, para lembrar nesta terça-feira(21) do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência.
  
 As atividades tiveram início no Centro de Convivência da Pessoa com Deficiência – CCPCD, na Glória, onde o público presente teve a oportunidade de sentir na pele o dia a dia dos deficientes, usando cadeiras de rodas, vendas nos olhos, andadores e até bengalas. 
   
De lá, os participantes seguiram para a Prefeitura de Vila Velha, onde foram recebidos no auditório pelo prefeito Arnaldinho Borgo e seu vice-prefeito, Victor Linhalis, para apresentações culturais como a do Coral Legal do CCPCD. Uma carta de reivindicações foi entregue por Rosilda Dias, do Fórum da Pessoa com Deficiência, para o prefeito Arnaldinho Borgo. 
                     
“Estou muito feliz pela participação do prefeito neste momento tão importante para os deficientes. Lutamos muito, e muitos são os desafios. Sabemos que falta muito, mas com o apoio das autoridades, vamos conseguir. Obrigado!”, disse Rosilda Dias.

“Hoje é o dia em que buscamos conscientizar as pessoas da importância de fazer a inclusão social. Estamos buscando a acessibilidade desde o início da nossa gestão. Temos que dar o exemplo dentro de casa. É isso que eu busco fazer junto com a minha equipe, diariamente, à frente do poder executivo municipal”, disse o prefeito, que concluiu afirmando que vai atender as cinco demandas entregues na carta de reivindicação.
       
Além da Semas, participaram do evento o Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Vila Velha, Fórum da Pessoa com Deficiência e os vereadores Patrícia Crizanto, Joel Rangel e Sabrina Leonel.

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Cidades

Trabalhadores da Jurong encerram bloqueios de estrada, mas continuam em greve

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Após audiência de conciliação, eles não aceitaram valor proposto pela empresa para tíquete-alimentação, além de mudanças no plano de saúde e abono para os dias parados

Mesmo após encerrarem os bloqueios na rodovia ES-010 em Aracruz para impedir a entrada de funcionários terceirizados, os trabalhadores do Estaleiro Jurong Aracruz (EJA) continuam em greve. Eles rejeitaram pontos de uma audiência de conciliação finalizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-ES) na última segunda-feira (20). 

Na semana passada, durante três dias, trabalhadores do estaleiro bloquearam um trecho da via estadual, na localidade de Barra do Riacho. Os bloqueios ocorreram nos dois sentidos da via de acesso ao local.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Espírito Santo (Sindimetal-ES), Roberto Pereira de Souza, eles contestam o valor do tíquete-alimentação, sugerido pela empresa, além de não concordarem com definições sobre reajustes do plano de saúde e o alcance do abono para os dias parados.

“A empresa, na conciliação, ofereceu R$ 590 como novo valor para o tíquete-alimentação mas os trabalhadores querem R$ 650. Também querem que o plano de saúde passe a incluir os dependentes. Quanto ao abono, eles exigem que seja para todos os sete dias da paralisação e não somente três, exigindo que se compense trabalhando aos sábados”, explicou.

A greve no estaleiro da Jurong começou em 9 de setembro. Os trabalhadores do estaleiro reivindicavam reajuste salarial compatível à inflação do período, de 10,42%, acrescido de mais 5%. Na audiência, a empresa ofereceu reajuste de 10,42% para salários até R$ 12 mil e reajuste de R$ 625 para salários superiores a R$ 12 mil, dentro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). 

O diretor do Sindimetal destacou ainda que a adesão ao movimento grevista continua alta. “A empresa tem cerca de 1400 empregados e 95% estão parados. Quem ainda não aderiu é um grupo muito pequeno ligado ao setor administrativo. Essa grande participação é que os trabalhadores de lá estão muito insatisfeitos”, resumiu. 

A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação do estaleiro Jurong, pedindo um posicionamento sobre a reivindicação dos trabalhadores, bem como a atividade da empresa foi afetada, mas até o momento não houve retorno.

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