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Mundo Cristão

Após Polícia investigar vídeos estimulando crianças ao satanismo, humorista se desculpa

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Uma série de vídeos no Tik Tok gravados pelo humorista Henry Walnut foram entendidos como estímulo ao satanismo, e motivaram uma investigação da Polícia Civil sobre o caso. Com a repercussão negativa, o autor veio a público esclarecer suas intenções e se desculpar.

Um dos vídeos da série mostrava Walnut com um filtro da personagem Elsa, do filme Frozen, estimulando crianças a desenharem símbolos do satanismo pelas paredes das casas e justificarem aos pais e/ou responsáveis que tinham feito aquilo “pela glória de satã”.

Em outro vídeo, Henry Walnut diz às crianças para acenderem velas e andarem pela casa sussurrando palavras, e se alguém perguntasse de que se tratava, deveria responder que “a alma dessa criança agora pertence a mim”.

Em momento de polarização política, o humorista sugeriu às crianças que dessem fim a objetos de valor de adultos que, numa conversa sobre o cenário nacional, defendessem o presidente Jair Bolsonaro de críticas.

“Oi, crianças. Hoje eu vou ensinar para vocês uma brincadeira muito divertida. Vocês querem aprender? Vamos lá! Toda vez que um adulto defender um tal de Bolsonaro – guardem bem esse rosto – você vai pegar um objeto que esse adulto gosta muito, pode ser um celular, um notebook… cigarro não, cigarro você deixa. E ganha se ele nunca mais achar!”, incentivou o humorista.

Polícia

De acordo com informações do portal Metrópoles, pais procuraram a Polícia Civil para denunciar o autor dos vídeos, e investigadores da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) se debruçaram sobre o caso.

O delegado-chefe do DRCC, Giancarlos Zuliane, relatou que foram feitas trocas de informações com a Polícia Civil de São Paulo, onde reside o autor do vídeo: “O vídeo beira a prática de delitos, principalmente no que diz respeito à apologia de crimes. Com certeza, é um péssimo conteúdo, que nenhuma rede social gostaria de hospedar”, avaliou.

Já o delegado Dário Taciano de Freitas Júnior, o conteúdo é impróprio para crianças, e caso seja verificada a prática de crime, o autor do vídeo pode sofrer detenção de três a seis meses, conforme artigo 286 do Código Penal.

Pedido de desculpas

Diante da repercussão negativa, o humorista publicou um vídeo que lamentava o fato de seus vídeos terem ofendido parte dos usuários das redes sociais, e acrescentou que seu conteúdo é voltado para adultos.

Henry Walnut - Perfil do youtuber em Criadores iD“Geralmente eu venho aqui fazer vídeo de comédia, mas dessa vez eu vim falar um pouquinho mais sério com vocês a respeito desses vídeos que estão rolando por toda a internet. No começo, eu confesso que eu estava relutante de acreditar que um homem barbado, vestido de princesa, fazendo aquelas piadas que, para mim, estavam muito óbvias, fosse real”, introduziu.

Henry Walnut afirmou que se deu conta que “tiveram pessoas que acharam engraçado e entenderam, mas também tiveram pessoas que se sentiram ofendidas e incomodadas” com o aparente estímulo ao satanismo.

“O meu conteúdo é para pessoas maiores de idade. É humor para adultos, assim como Os SimpsonsFamily Guy… e também existe uma cláusula de adesão para redes sociais que você precisa ter pelo menos 13 anos para fazer uma conta. Mas, independente disso, eu queria pedir desculpas a vocês que eu ofendi. Não era minha intenção. Eu sou humorista, queria fazer as pessoas rirem”, declarou Walnut.

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Cego chora e louva a Deus após ter visão recuperada

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Idoso se emociona e agradece a Deus pela vida do médico que foi instrumento para recuperar a sua visão.

Depois de quase 20 anos sem enxergar por causa da catarata, um senhor das Filipinas, de 65 anos, cego, se emocionou depois de recuperar a sua visão em uma cirurgia de apenas sete minutos.

A operação ocorreu em 12 de março, no International Eye Center, uma clínica que fica na província de Pampanga, após a cirurgia o paciente voltou a enxergar e agradeceu a Deus por poder ver novamente.

Para que a operação fosse possível, o senhor, teve que contar com apoio de doações e também com uma instituição de caridade.

Noel Lacsamana, o médico que o operou disse que: “Foi um momento muito especial. O paciente conseguiu enxergar novamente depois de todos aqueles anos”, e parabenizou o homem que ficou 19 anos sem poder enxergar.

Um agradecimento especial ao Senhor

O paciente apertou fortemente a mão do Dr. Noel, o abraçou, agradeceu a ele e depois olhou para o seu e disse: “Meu Senhor, obrigado por abrir meus olhos”.

Para o homem que estava cego, ver era uma coisa muito distante, mas ele acredita que Deus usou a vida do médico para que ele pudesse voltar a enxergar novamente.

Sua esposa contou que eles ouviram falar do médico por meio de um programa de rádio, e foi através disso que a esperança acendeu em seu coração.

O médico que está a 16 anos na profissão, disse que abriu a sua própria clínica depois de trabalhar em grandes hospitais e que 60% dos seus pacientes são casos de caridade que ele faz para retribuir a bolsa integral que ganhou para estudar medicina.

 

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STF derruba lei que obriga Bíblia em bibliotecas e escolas estaduais, no Amazonas

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A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou para derrubar uma lei que obriga escolas e bibliotecas públicas estaduais a manterem ao menos um exemplar do principal livro do Cristianismo nesses espaços.

Na avaliação deles, a norma viola a laicidade do Estado e a liberdade religiosa garantida na Constituição. A decisão não impede a aquisição da Bíblia ou livros sagrados de outras religiões, mas derruba a imposição de adquirir apenas um deles.

“Nas normas impugnadas, ao determinar-se a existência de exemplar da Bíblia nas escolas e bibliotecas públicas, institui-se comportamento, em espaço público estatal, de divulgação, estímulo e promoção de conjunto de crenças e dogmas nela presentes. Prejudicam-se outras, configurando-se ofensa ao princípio da laicidade estatal, da liberdade religiosa e da isonomia entre os cidadãos”, diz trecho do voto da relatora, a ministra Cármen Lúcia.

Segundo ela, a lei do Amazonas confere “tratamento desigual” uma vez que “assegura apenas aos adeptos de crenças inspiradas na Bíblia acesso facilitado em instituições públicas”. A ministra avaliou que a norma “desprestigia outros livros sagrados quanto a estudantes que professam outras crenças religiosas e também aos que não têm crença religiosa alguma”.

Até agora, já votaram da mesma forma os ministros Alexandre de Moraes, Marco Aurélio Mello, Edson Fachin, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Faltam os votos de mais quatro ministros: Nunes Marques, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, e do presidente da Corte, Luiz Fux. Eles têm até segunda-feira para fazer isso. O julgamento é no plenário virtual, em que eles não se reúnem, apenas colocando seus votos no sistema eletrônico da Corte.

A ação foi proposta em 2015 pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot. Cármen apontou que, em julgamento passado, o STF manteve decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendendo uma lei local semelhante. A relatora não citou, mas, em 2019, o STF também manteve uma decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas que derrubou uma lei municipal de Manaus que obrigava espaços públicos a manter exemplares da Bíblia.

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