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Mundo Cristão

Após ser atacada, Bruna Karla fala a multidão: “Não abra mão de viver o Evangelho”

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A cantara gospel Bruna Karla virou alvo dos holofotes da grande mídia nas últimas semanas, após declarar em uma entrevista que se recusou a cantar em um “casamento homossexual” a convite de um amigo. Como resultado, diversos famosos atacaram a artista, com parte da imprensa lhe chamando de “homobófica”.

Bruna Karla, contudo, não se mostrou abalada pela intolerância religiosa contra a sua fé. Em vez disso, ela reafirmou para uma multidão de pessoas que foram prestigiar o evento  Louvorsão 93, realizado na Praça da Apoteose no sábado do dia 2, os seus princípios cristãos.

“Como é bom e maravilhoso a Igreja estar reunida adorando Aquele que vive e reina para todo o sempre. E esse amor que a gente sente um pelo outro, que transborda, vem de Deus. É esse amor que nos sustenta, que nos mantêm de pé”, disse a cantora.

Ao ouvir a multidão de pessoas lhe manifestando apoio, com dizeres como “Bruna, eu te amo”, a cantora gospel se emocionou e brincou com o público. “Vocês vão me fazer chorar aqui?”, disse ela.

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Bruna Karla fez o encerramento do evento, que contou com a presença de personalidades do mundo político, como o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro. A cantora argumentou que os cristãos não devem abrir mão na defesa dos seus princípios e valores.

“Este é o tempo em que a Igreja se coloca de pé. Este é o tempo em que a Igreja não depende do que estão falando aí fora. A Igreja depende do Deus vivo. Não abra mão de viver o Evangelho. Não abra mão de ser quem Deus te chamou para ser”, disse Bruna.

O presidente da República, por sua vez, falou sobre a defesa moral que o seu governo faz da família e agradeceu o apoio dos evangélicos. “Agradeço a Deus pela minha segunda vida, a ele também a missão de estar na frente do Executivo Federal”, disse ele.

“E se essa for a vontade dele continuaremos juntos por muito tempo, modificando o nosso Brasil. A todos vocês meu muito obrigado, agradeço o apoio de cada um e termino com aquela [a frase] projetada lá atrás por Silas Malafaia, que com toda certeza será eternizada: ‘Brasil acima de tudo, Deus acima de todos’”, concluiu o presidente.

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Missa em memória das vítimas de trânsito será celebrada no Convento neste domingo

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A celebração, com início marcado para às 9 horas, marca o Dia Estadual em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito

A tradicional “Missa em Memória das Vítimas de Trânsito” será celebrada no próximo domingo (07). O evento, que completa 16 anos de realização, acontece no Campinho do Convento da Penha, em Vila Velha, e também será transmitido nas redes sociais do Convento.

A celebração, com início marcado para às 9 horas, marca o Dia Estadual em Memória das Vítimas de Acidentes de Trânsito, estabelecido conforme a Lei Estadual nº 9.689/2011, e é uma oportunidade de reforçar a importância de a população refletir sobre a defesa de um trânsito seguro.

“Há 16 anos nos unimos, de forma solidária, à dor das famílias que perderam seus entes queridos, vítimas da fatalidade, mas também da imprudência e do descaso com o trânsito de nossas cidades e rodovias. A dor de quem perdeu alguém fica para sempre em nossa memória e em nossos corações! Infelizmente, vidas abreviadas, histórias interrompidas, sonhos sepultados abruptamente. A Missa do Convento da Penha quer fazer memória e recordar aqueles que partiram, mas também quer expressar nosso compromisso com a vida e a paz no trânsito. Nos esforcemos para construir cada dia mais, um trânsito mais humano, mais gentil, seguro e cidadão. Devemos ser, especialmente no trânsito, os semeadores de paz e de bem”, explica o Frei Djalmo Fuck, guardião e reitor do Convento da Penha.

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A Missa é um ato de fé que vai além da religião. A organização destaca que a construção da paz no trânsito deve ser um objetivo comum a todos, pois envolve a segurança e a vida das pessoas.

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Entidades cristãs emitem nota de repúdio contra exposição que promove blasfêmia contra Cristo

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Unigrejas e Instituto Brasileiro de Direito Religioso se posicionaram contra as peças que ofendem a fé cristã

Entidades cristãs emitem nota de repúdio contra uma exposição do Museu da Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, chamada “Ensaios sobre a Dádiva, Expurgo e Promessa”, do artista pernambucano Renato Valle, com curadoria de Lilian Maus.

As obras selecionadas trazem, na verdade, críticas à fé cristã de uma forma que chega a ser considerada blasfêmia. É isso que escrevem os advogados Jean Marques Regina e Thiago Rafael Vieira em um artigo para o jornal Gazeta do Povo.

Os juristas cristãos, que são responsáveis pelo Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) também emitiram uma nota de repúdio contra a exposição.

Na nota, eles afirmam que a mostra “utiliza-se de símbolos considerados sagrados para a fé Cristã, tais como o crucifixo, a cruz de Cristo, e a manipulação da imagem do próprio Jesus de maneira jocosa e degradante, desrespeitosa à imagem e aos objetos considerados de natureza sacramental para a fé católica”.

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Uma das peças citadas na nota de repúdio é o uso de cruzes invertidas. Além de afrontar a fé católica, esse símbolo significa a morte do apóstolo Pedro, crucificado de cabeça para baixo.

Por falar em mártires cristãos, junto da exposição foi também lançada uma revista, chamada Bandido Bom é Bandido Morto, em que o artista explora imagens de “mártires do cristianismo e fundamentalismo religioso executados ao longo da história”.

Outras peças da mostra utilizam a cruz, uma delas com espaço para colocar dinheiro. Em outras, Cristo crucificado aparece várias vezes sem a cruz, como se estivesse dançando. Outra ainda mostra cruzes recheadas de latas de Coca-Cola abertas, manchando as cruzes.

Além do IBDR, a Unigrejas também emitiu uma nota de repúdio contra a exposição. O documento assinado pelo bispo Eduardo Bravo cita o artigo 208 do Código Penal e pede que a exposição do Rio seja cancelada.

“Não pode a manifestação cultural se dar e ser mantida quando constitui desrespeito ao sagrado do próximo em ataque à sua consciência religiosa”.

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