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Internacional

Após testes, Rússia diz que aplicará vacina contra covid-19 em outubro

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Ministro da Saúde afirma que médicos e professores russos serão os primeiros a receberem a dose do imunizantes desenvolvido pelo país

Os ensaios clínicos da vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa Epidemiológica e Microbiológica da Rússia (Gamalei) foram concluídos, e já foi iniciada a etapa de registro, segundo informações divulgadas neste sábado (1º) pelo ministro da Saúde do país, Mikhail Murashko.

“A vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pelo centro Gamalei concluiu os ensaios clínicos e agora os documentos para o seu registro estão sendo preparados”, declarou Murashko, citado pela agência de notícias local TASS.

Segundo o ministro, médicos e professores serão os primeiros a receberem a vacina, e espera-se que ela seja distribuída para diversas regiões da Rússia a partir do próximo dia 10.

“Estamos planejando que a campanha de vacinação mais extensa, que será gradualmente acrescentada ao novo sistema de cuidados, começará em outubro”, afirmou.

Murashko acrescentou que a segunda vacina russa, desenvolvida pelo centro Vector, está atualmente em processo de ensaios clínicos. Segundo ele, o Ministério da Saúde acredita que receberá em um mês e meio ou dois meses mais dois pedidos de permissão para realizar ensaios clínicos de novas vacinas.

Na sexta-feira (31), o epidemiologista americano Anthony Fauci demonstrou preocupação e afirmou que espera que China e Rússia estejam realmente fazendo os devidos testes antes de aplicar as vacinas que estão desenvolvendo contra o novo coronavírus.

Fauci deu a declaração depois que as autoridades russas disseram que estavam próximas de aprovar a imunização, adiantando-se aos esforços dos Estados Unidos.

A Rússia vem registrando uma pequena melhora na tentativa de conter a propagação do vírus SARS-CoV-2, com menos de 6 mil novos casos de infecção por dia. Hoje, foram confirmadas mais 95 mortes por covid-19, 66 a menos que ontem. Desde o início da pandemia, foram reportados 845.443 contágios e 14.058 óbitos.

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Internacional

OMS aponta que variante Ômicron representa risco global muito alto

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Nova cepa tem grande número de mutações, o que pode representar mais chances de escape das vacinas

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou, nesta segunda-feira, 29, que o risco global relacionado à variante Ômicron do coronavírus é “muito alto”, dadas as possibilidades de que a cepa escape à proteção das vacinas disponíveis e tenha “vantagens” na transmissibilidade.

“Dependendo dessas características, pode haver surtos futuros de Covid-19, que podem ter consequências graves, dependendo de uma série de fatores, incluindo os lugares onde esses picos podem ocorrer”, explicou a entidade, em relatório técnico.

A OMS ressaltou que a cepa, caracterizada como “variante de preocupação” na sexta-feira, tem até 36 mutações na proteína S (“spike” ou espícula), usada pelo vírus como veículo de ligação com as células humanas.

Segundo a Organização, essa característica é “preocupante” porque tem potencial de reduzir a eficácia dos imunizantes. Porém, ainda há incertezas em relação à efetividade das vacinas, o nível de transmissibilidade da variante e a capacidade dela de causar casos graves da Covid-19.

A OMS exorta a comunidade internacional a acelerar a campanha de vacinação, especialmente entre os grupos mais vulneráveis, e preparem os sistemas de saúde.

“O uso de máscaras, distanciamento físico, ventilação do espaço interno, prevenção de multidão e higiene das mãos continuam fundamentais para reduzir a transmissão do SARS CoV-2, mesmo com o surgimento da variante Ômicron”, reitera a OMS.

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Internacional

Estados Unidos avaliam que ainda é cedo para considerar lockdowns

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Especialista em doenças infecciosas, Anthony Fauci diz que autoridades se preparam para lutar contra a variante Ômicron

Os americanos devem estar preparados para lutar contra a propagação da Ômicron, nova variante de Covid-19, mas é muito cedo para dizer quais ações são necessárias, incluindo possíveis lockdowns, disse neste domingo (28) o doutor Anthony Fauci, principal especialista em doenças infecciosas do país.

Os Estados Unidos devem fazer “tudo e qualquer coisa” em meio aos prováveis ​​casos da variante, mas é “muito cedo para dizer” se novos lockdowns serão necessários, disse Fauci à ABC News. “A intenção é estar preparado para fazer tudo e qualquer coisa”, acrescentou.

A Ômicron, descoberta na África do Sul e anunciada nos últimos dias, tem sido detectada em um número crescente de países.

Em entrevista à NBC News, neste sábado (27), Fauci disse que era possível que ela já estivesse nos Estados Unidos, embora nenhum caso oficial tenha sido confirmado.

Autoridades de saúde dos EUA falarão novamente com seus colegas sul-africanos sobre a variante neste domingo (28), afirmou Fauci ao programa This Week, da ABC News, em uma entrevista separada.

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