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Política e Governo

Aprovado projeto de Majeski que garante teste gratuito para Covid-19 aos doadores de sangue

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O projeto do deputado Sergio Majeski (PSB) que garante gratuidade do teste de Covid-19 aos doadores de sangue está aprovado na Assembleia Legislativa. Na sessão desta quarta-feira (29), por unanimidade, os deputados estaduais confirmaram voto “sim” na proposta, que agora segue para sanção do governador Renato Casagrande (PSB).

“É bom para a sociedade. Há registros de que os estoques de sangue estão baixos e oferecer o teste gratuito da Covid para quem for doar vai estimular novas doações. O enfrentamento ao coronavírus é um desafio enorme e o engajamento social se faz muito necessário. O projeto é mais uma contribuição do nosso trabalho, que está sempre em defesa dos interesses da sociedade”, destaca o deputado Majeski.

O projeto tem como objetivo contribuir com a solução de dois desafios atuais no Espírito Santo: aumentar o número de doadores de sangue e a quantidade de pessoas testadas para o novo coronavírus.

Após a regulamentação da lei, ao fazer a doação de sangue nos hemocentros e hemonúcleos, o doador terá direito ao exame de detecção de Covid-19. No procedimento, a amostra de sangue será enviada ao Laboratório Central (Lacen) para a análise de detecção da doença, em até 48 horas após a coleta. O envio dos resultados para os doadores será feito de forma sigilosa, preferencialmente por meio eletrônico, e caso o teste de detecção da Covid-19 for positivo, a Secretaria de Estado de Saúde orientará o doador sobre os procedimentos de isolamento e tratamento necessários, informando ainda sobre a importância da doação do plasma trinta dias após a completa recuperação da doença para contribuir com o tratamento de outras pessoas.

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Em caso de resultado positivo, o doador receberá o laudo de forma sigilosa e será orientado pela Secretaria de Estado da Saúde a respeito dos procedimentos de isolamento e tratamento e sobre a importância da doação de plasma após 30 dias de completa recuperação.

Na rede particular, o valor do teste para a Covid-19 gira em torno de R$ 200,00 e a inclusão do exame nas doações de sangue amplia o trabalho já realizado pelo Governo do Estado, com o Inquérito Sorológico.

Atualmente, nas unidades do Hemocentro do Estado do Espírito Santo (Hemoes), todo doador já tem o sangue testado e acesso aos exames sorológicos para Sífilis, Chagas, Hepatite B e C, HIV, HTLV I/II, NAT HCV e NAT HIV.

Doe sangue

Para doar sangue é preciso ter de 16 a 69 anos de idade, sendo que a primeira doação deve ser feita obrigatoriamente até os 60 anos. Menores de 18 anos só podem doar com a autorização dos responsáveis.

– Hemoes em Vitória (tel. 3636-7920)
– Unidade de Coleta à Distância da Serra (Tel. 3338-7880/3338-7373)
– Hemocentro de Linhares (Tel. 3171-4361/4363/4362)
– Hemocentro Regional de Colatina (Tel. 3177-7930)
– Hemocentro Regional de São Mateus – (Tel. 3767-4135)
– Hospital Evangélico de Cachoeiro de Itapemirim (Tel. 28 3526 6232)

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Política e Governo

MP Eleitoral dá parecer pela cassação da Chapa de Prefeito e Vice de Itaguaçu

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A Promotoria Eleitoral ligada à 16ª Zona Eleitoral deu parecer favorável à cassação do diploma do prefeito de Itaguaçu, Uesley Corteletti, e da vice-prefeita, Ana Brigida, por “incursão em prática vedada pela lei eleitoral, com o emprego de recursos na campanha que transitaram à margem do que dispõe notadamente o artigo 22 da Lei nº 9.504/97”.

O MPE considerou que há provas de que os investigados “incorreram, sim, em práticas irregulares na campanha, quais sejam: o uso de veículos de maneira isolada, apartada de carreatas, caminhadas, passeatas, reuniões e comícios; a utilização de carro de som, sem declaração do gasto; a realização de caminhadas com o uso de carro de som cujo gasto não se declarou”.

No parecer, o promotor Antonio Carlos Horvath ainda relatou que: “Quanto à realização de comício na antevéspera da eleição, quando já se tinha proibida tal prática em decisão judicial proferida pelo juízo da 16ª Zona Eleitoral, percebe-se que houve, sim, a despeito de ausentes os demandados na ocasião, reunião pública, contando com a utilização de minitrio, nos quais se vê alguém fazendo as vezes de locutor do evento”.

A ação foi proposta pela coligação “União para o progresso de Itaguaçu” que alega que houve, por parte da campanha do prefeito, emprego de organização paramilitar, entre outras coisas. No dia 14 de novembro, véspera da eleição, a PM abordou e apreendeu em poder de Valdecir Chieppe Filho, conhecido como “Cachorrão”, dois simulacros de pistola, um cassetete, uma capa de colete balístico, um giroflex móvel, R$ 8.800,25 em espécie, envelopes de depósitos bancários e R$ 70 em notas falsas. A ação pede a cassação do diploma e novas eleições.

Segundo o parecer do MPE, ainda “apreenderam-se materiais de campanha dos demandados e uma espécie de dossiê de diversos correligionários da coligação adversária, contendo fotografias, endereços, etc. O vínculo havido entre Valdecir Chieppe Filho e o demandado Uesley Roque Corteletti Thon é confirmado por eles mesmos, mas sob a alegação de que se tratava de uma contratação para segurança particular do então candidato”.

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Política e Governo

Orçamento do Estado para 2022 deve ser votado hoje na Comissão de Finanças

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Está marcada para esta segunda-feira (06) a votação na Comissão de Finanças da Assembleia do Orçamento do Estado para 2022. A peça orçamentária, no valor de R$ 20,3 bilhões, recebeu mais de 1.300 emendas dos parlamentares.

O relator da peça é o deputado Freitas, que também preside a Comissão de Finanças. Ele chegou a pedir mais tempo para apresentar o relatório, devido ao número alto de emendas, mas o regimento interno da Casa diz que o parecer deve ser apresentado e votado até o dia 5 de dezembro (que nesse ano caiu num domingo, ontem) na comissão. Por isso, ficou para hoje.

Freitas já tinha informado (no último dia 16) que iria votar na comissão e enviar a peça orçamentária para o plenário hoje. A partir daí, o presidente da Ales, Erick Musso, define a data em que a matéria será votada, podendo inclusive ser hoje mesmo. A votação do Orçamento é condição para que os deputados saiam para o recesso parlamentar.

Esse ano houve um acordo entre o governo e os parlamentares e eles poderão indicar, cada um, R$ 1,5 milhão de emenda parlamentar (antes era R$ 1 milhão) a ser paga no ano que vem. O que atende a pedidos dos deputados em boa hora, já que ano que vem é ano eleitoral e a maioria vai tentar a reeleição.

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