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Artesãos da bacia do rio Doce levam arte capixaba à 30ª Feira Nacional de Artesanato

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Importante oportunidade de negócios, exposição é a maior da América Latina e será realizada em Belo Horizonte (MG) até o dia 8

Artesãos de sete comunidades atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão em Mariana (MG), em 2015, terão a oportunidade de expor e comercializar seus produtos na 30ª Feira Nacional de Artesanato, que acontece entre os dias 3 e 8 de dezembro, no Expominas, em Belo Horizonte.

Ao todo, 26 representantes de 12 grupos de artesanato, sendo sete de Minas Gerais e cinco do Espírito Santo, apresentarão seus produtos no evento, dentre eles bordados, crochês, pinturas, peças de decoração e doces artesanais. Da bacia do rio Doce, na porção capixaba, os representantes serão dos municípios de Aracruz, Regência, Povoação e Baixo Guandu, com destaque para o artesanato indígena.

Os grupos apresentarão os trabalhos em um estande coletivo, onde também será mostrada toda a trajetória do processo de reparação e da retomada de atividade das comunidades. Esse é um trabalho feito por meio de capacitações, investimentos, desenvolvimento de marca e produtos, abertura de novos mercados, entre outras ações apoiadas pela área de Economia e Inovação da Fundação Renova.

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O Grupo Arte (Associação dos Artesãos e Assemelhados de Regência e Região) também estará presente no evento. Para a artesã Claldenisia Correia, a oportunidade será de aprendizado. “A ida à feira nos proporcionará o conhecimento do mercado. Lá, poderemos ver o que o temos de novo. Esperemos que nossa participação possa nos acrescentar e que nossas vendas sejam um sucesso”, diz.

Para o especialista em Economia e Inovação da Fundação Renova, Roberto Ruggeri, a experiência é uma oportunidade de promover as manifestações culturais dos dois Estados para visitantes do Brasil e do mundo. “Além da exposição e comercialização dos produtos, a ideia é proporcionar a convivência entre os grupos. Assim, há uma troca de conhecimentos acerca de necessidades, demandas, oportunidades de mercado. Com o evento, eles conhecem outros expositores, firmam parcerias e evoluem profissionalmente”, diz.

A expositora Andreia Luiza Tolentins Vasconcelos, do grupo Casa das Artes de Mariana, ressalta a importância da participação na 30ª Feira Nacional: “Levaremos bordados em rechilie, bordado livre, flores de crochê. Mas também levaremos, com o nosso artesanato, o nome da cidade para conhecimento de toda Minas Gerais e também de outros Estados. Assim, esperamos fazer contato com comerciantes para a revenda de nossos produtos, o que é importante para o nosso desenvolvimento e crescimento”, explica.

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Serviço – 30ª Feira Nacional de Artesanato
Data
: de 3 a 8 de dezembro

Local: Expominas — Avenida Amazonas, 6.200, bairro Gameleira, Belo Horizonte – MG
Informaçõeswww.feiranacionaldeartesanato.com.br

 

Sobre a Feira Nacional de Artesanato

A Feira Nacional de Artesanato é o maior evento do gênero em toda a América Latina e comemora, em 2019, 30 anos de realização em Belo Horizonte. Além de beneficiar diretamente milhares de pessoas, a feira possibilita conhecer a diversidade do artesanato brasileiro e tem como premissa a valorização do cenário artístico local.

Workshops, cursos e oficinas demonstrativas, incluindo as que utilizam materiais descartados na Feira Nacional de 2018 também farão parte do evento neste ano. Os visitantes ainda poderão aproveitar, gratuitamente, shows e apresentações culturais.

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Jaguaré atrai empresa agroindustrial

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Bom momento vivido pelo município é atrativo para empresa multinacional; grande produção de café conilon e perfil logístico também são fatores positivos para Jaguaré

Na manhã da última segunda-feira (16), o prefeito Marcos Guerra recebeu a visita dos representantes da empresa multinacional Eisa – Empresa Interagrícola SA. A empresa atua em atividades de armazenagem, industrialização e rebeneficiamento de café cru em grão e vai instalar uma unidade de produção na região norte do Estado. Os diretores apresentaram ao prefeito Marcos Guerra uma Carta de Intenções para a execução da empreitada.

Na oportunidade, participaram da visita o diretor comercial Carlos Santana, o diretor financeiro, Eudélio Oliveira, o gerente comercial em Vitória, Rodrigo Ernani, o presidente da Descamex, empresa de descafeinização do México, Demétrius Mogueira e Alejandro. Também participaram da reunião, o secretário municipal de Finanças João Marcos Preato Deolindo, o secretário de Desenvolvimento Econômico Cayo Casagrande e o controlador municipal interino Sorieldo Engelhardt.

O prefeito Marcos Guerra ressaltou que o município está aberto e que não há obstáculo nenhum para a instalação de novas empresas em Jaguaré e que, o objetivo é a geração de emprego e renda.

“Estamos trabalhando arduamente para atrair o desenvolvimento com geração de emprego e renda para Jaguaré, em especial para a área do Polo Industrial, tornando realidade esse sonho da população do município. Nós precisamos cuidar e manter o que nós temos. Mas, também, precisamos ampliar as possibilidades e, uma empresa como o Eisa, nos permitirá isso. Estamos preparados para o desenvolvimento em parceria saudável com a Câmara de Vereadores e com o Governo do Estado. Os nossos interesses são sempre transparentes e são para o município, tanto que convidamos a imprensa para fazer parte deste momento”, afirmou o prefeito referindo-se à presença de profissionais de imprensa na reunião.

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O investimento

O investimento total para implantação do projeto é de aproximadamente cento e oitenta milhões de reais. Esse valor contempla a construção do armazém, infraestrutura, compra e instalação de maquinas e equipamentos. A Eisa estima a criação de 120 empregos diretos com a implantação do empreendimento e início das operações, com média salarial bruta estimada em R$1,800,00. Estudos mostram que, nesses casos, um emprego direto gera pelo menos 3 empregos indiretos podendo, nesse caso alcançar a geração de mais 360 empregos para prestadores de serviços de oficinas, de siderúrgica, mecânica, entre outros.

O diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, destacou que Jaguaré apresenta condições excepcionais para a implantação da empresa. Entre elas o bom ambiente político vivido no momento, com boas relações com o Governo do Estado e a Câmara Municipal.

“Encontramos um ambiente muito sadio com alinhamento entre o Executivo e o Legislativo para a instalação de um investimento de cerca de 30 milhões de dólares na primeira fase. Trata-se do processamento do café conilon com a descafeinização do grão. E Jaguaré é o maior produtor de café conilon do Estado do Espírito Santo, que também produz cafés lavados, os arábicas das regiões serranas, e um bom café natural, além do conilon, ou seja, os três ingredientes que compõem o blend, o Estado produz. Vamos trabalhar com o comércio exterior com venda para vários países, além da venda da cafeína natural para a indústria de cosméticos. E vamos fazer isso com um critério de sustentabilidade muito forte”, destacou.

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Estrutura

No projeto de instalação da unidade da multinacional, a Eisa planeja instalar um armazém para recebimento, armazenagem e rebeneficiamento de café cru em grãos e uma unidade para processos industriais no segmento de café verde. A capacidade inicial seria para armazenagem de 700 mil sacas de café cru em grãos. O rebeneficiamento será efetuado com máquinas de pré-limpeza, catadoras de resíduos, densimétricas, classificadoras e selecionadoras eletrônicas de grãos. Na área industrial serão utilizados tanques extratores, secadores e decantadores.

A Eisa é parte de uma multinacional, a Ecom, uma empresa agroindustrial de 180 anos, que atua no comércio de commodities e gestão de cadeia de suprimentos sustentável. Opera em 35 países produtores em todo o mundo e concentra a produção principalmente em café, algodão e cacau, além de participar de outros mercados de produtos agrícolas selecionados. A empresa figura entre os maiores comerciantes de café, está entre os quatro maiores comerciantes de cacau e os 5 maiores comerciantes internacionais de algodão.

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Detran adequa sistema de Habilitação para emissão do novo modelo de CNH

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O Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran|ES) informa que, devido à necessidade de parametrizar o sistema para expedição do novo modelo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o sistema de Habilitação ficará paralisado temporariamente para o serviço de triagem de processo de Habilitação e não haverá emissão de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) entre os dias 26 e 31 de maio em todo o Estado.  

A parada temporária é necessária para a adequação do sistema do órgão com a gráfica que emite o documento no Estado e realização de testes para a adoção do novo modelo da CNH a partir no dia 1º de junho de 2022, conforme estabelecido pela Resolução Nº 886, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). 

A medida não afeta a abertura de novos processos de Habilitação e a aplicação de exames teóricos e práticos, que serão feitos normalmente no período de parada programada. 

Os condutores que abrirem processos de Habilitação entre os dias 26 e 31 de maio terão a CNH emitida já no novo modelo a partir do dia 1º de junho de 2022, assim como poderão baixar a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e) no mesmo formato no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT) a partir dessa data. 

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