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Internacional

Astronauta no espaço dá conselhos sobre viver em isolamento

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Jessica Meir falou desde a Estação Espacial Internacional, por meio do Twitter, e pediu para as pessoas se cuidarem neste momento de pandemia

Neste momento, os únicos humanos totalmente livres da ameaça do novo coronavírus estão no espaço. Com uma mescla de alívio e supresa, devido à disseminação rápida da pandemia.

Quando entraram em órbita, a Terra era uma e, de repente, apesar de continuarem vendo de longe a mesma imagem arredondada, sabem que sua atmosfera está maculada por esse microrganismo invisível.

“É muito estranho e um pouco surreal para nós ver tudo se desenrolar quando estamos aqui no espaço e ver o que está acontecendo no chão e parece que voltaremos a um planeta completamente diferente” disse a astronauta americana Jessica Meir, de 42 anos, pelo Twitter. As informações são da The Times of Israel.

Suas declarações vieram a bordo da Estação Espacial Internacional, por meio da Embaixada dos EUA, no feed do Twitter de Israel.

Jessica observa tudo à distância, mas não deixa de estar presente em pensamento e nas emoções, já que seus “irmãos” no planeta, inclusive familiares, estão vivenciando esse momento. Por isso deu os mesmos conselhos repetidos pelas entidades médicas.

Ela faz parte da Expedição 61, que chegou ao local por meio da nave Soyuz MS-12, em outubro de 2019. A previsão de retorno é para o primeiro semestre de 2020, se não houver adiamento.

Da embaixada, lhe perguntaram como a tripulação está reagindo neste momento, sendo mantida em um ambiente fechado.

Mesmo não correndo risco de contágio, essa questão despertou nela uma reflexão. O exercício é uma prática importante em qualquer contexto. Em qualquer isolamento.

“O exercício é algo que, como sabemos, é importante não apenas para a nossa aptidão física, mas também para o nosso bem-estar mental, e isso é algo que enfatizamos muito aqui”, disse.

E, não podendo fazer muito mais do que tentar estimular as pessoas de longe, ela acredita que, neste momento, a tecnologia está ajudando.

“(É importante) manter contato regular com familiares, amigos e entes queridos. E isso é algo que fazemos regularmente para nosso apoio psicológico nas estações espaciais”, disse ela.

Ela faz parte de uma equipe que está atuando na pesquisa de uma ampla gama de assuntos científicos, a partir de sua localização. Os temas incluídos são, entre outros, pesquisas cardíacas, testes da reação de órgãos humanos e a transição de fase de materiais.

A atual pandemia não é novidade para Jessica. Há cerca de um mês, ela postou no Twitter uma foto de Tel Aviv, tirada por ela do espaço, com a geralmente movimentada cidade israelense vista tristemente vazia, em meio à disseminação do coronavírus.

“Olhando para a cidade em que meu pai foi criado, levo a sério uma das expressões mais pronunciadas por ele: ‘Isso também passará'”, completou.

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Internacional

Cataratas do Niágara congelam em meio a forte frente fria

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As famosas cataratas do Niágara congelaram na segunda-feira (22/2), em meio a uma forte frente fria polar que continua a atingir várias regiões dos Estados Unidos.

O gelo se formou no topo da famosa cachoeira depois que as temperaturas caíram para -19C em Niagara, no norte do estado de Nova York.

Cataratas do Niagara congeladas

Nuvens espessas de vapor e um arco-íris também eram visíveis na área, localizada na fronteira entre EUA e Canadá e uma das mais visitadas dos dois países.

O fenômeno ocorreu depois que o presidente Joe Biden declarou um grande desastre no Texas, onde ocorreram apagões e pelo menos 30 mortes durante uma nevasca histórica. Nas redes, circula uma teoria da conspiração afirmando que a nevasca no Texas é “fake”.

No país, ao menos 69 pessoas morreram de envenenamento por monóxido de carbono, hipotermia, acidentes de carro, incêndios em casas e afogamentos no período congelante.

Cataratas do Niagara congeladas

Cataratas do Niagara congeladas

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Internacional

Paciente transplantada morre de covid-19 após receber pulmões infectados

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Antes da cirurgia tanto a paciente quanto o órgão passaram por uma testagem onde não foi identificada a presença do vírus

Em Michigan, nos Estados Unidos, uma mulher morreu em virtude da covid-19 dois meses após receber o transplante de um pulmão infectado. Inicialmente, tanto a paciente que recebeu o órgão, quanto o próprio órgão deram negativo para a presença do vírus. O caso foi registrado no segundo semestre de 2020 e o cirurgião responsável por cuidado do pulmão também testou positivo.

Trata-se do único caso confirmado de infecção adquirida por transplante, mas de acordo com o diretor do serviço de doenças infecciosas de transplantes da Michigan Medicine, Daniel Kaul, a ocorrência alerta para a necessidade de testes mais rigorosos em órgão transplantados como o recolhimento de amostras da parte interna do pulmão.

De acordo com informações do jornal USNews, a doadora do órgão morreu em virtude de uma lesão cerebral após sofrer um acidente de carro. Já a paciente que recebeu o pulmão sofria de uma doença pulmonar obstrutiva crônica.

Três dias após a cirurgia, a paciente receptora do órgão apresentou febre e exames apontaram diagnóstico de infecção pulmonar. O quadro se agravou e a paciente apresentou choque séptico. Após a situação, a equipe médica decidiu realizar um novo teste de covid-19, o qual apresentou resultado positivo. Em dúvida sobre a origem da infecção, os médicos realizaram exames mais profundos com fluidos do órgão e também detectaram a presença do vírus.

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