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Athletico vence por 2 a 0 e afunda o Botafogo na zona de rebaixamento

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Alvinegro até cria chances, mas Salomon Kalou tem noite para esquecer; Furacão aproveita chances e ‘sonha’ com a Libertadores

Felicidade de um lado e aflição do outro. O ano de 2021 começa de uma forma muito diferente para torcedores de Botafogo e Athletico Paranaense. Nesta quarta-feira, o Furacão bateu o Alvinegro por 2 a 0 no Estádio Nilton Santos, em partida válida pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Renato Kayzer e Léo Cittadini balançaram as redes.

Assim, o drama contra a Série B continua para o Botafogo. Na 19ª colocação, a equipe comandada por Eduardo Barroca continua com 23 pontos e não diminui a diferença para tentar sair da zona de rebaixamento – atualmente em cinco pontos, mas que ainda pode ser aumentada de acordo com o decorrer da rodada.

O Furacão chegou a 37 pontos e subiu para a 10ª posição na classificação – ainda podendo descer com os seguintes jogos da 28ª rodada. Desta forma, o Athletico Paranaense começa a olhar para a parte superior da tabela: são sete pontos de diferença para o Palmeiras, primeiro clube no G6.

As equipes não terão muito tempo para descansar. O Botafogo volta aos gramados já no próximo domingo para enfrentar o Vasco, às 20h30, em São Januário, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. Um dia antes, às 19h, o Athletico Paranaense também terá um clássico: pela frente medirá forças com o Coritiba no Couto Pereira.

TOMA LÁ DA CÁ
​A partida começou equilibrada, com cada equipe tentando exercer o próprio estilo de jogo. O Botafogo tinha maior posse de bola e tentava pressionar o Athletico Paranaense, que respondia com jogadas de contra-ataque e saídas em velocidade pelos lados do campo.

O Furacão assustou logo aos 12 minutos de jogo, quando Renato Kayzer acertou a trave após cabeçada em uma cobrança de escanteio. Não demorou muito para o Botafogo responder, quando Kalou recebeu com liberdade na área, limpou a defesa, mas finalizou por cima do gol de Santos. Os dois times, portanto, tiveram chances reais de marcar ainda no primeiro terço da etapa.

NA SEGUNDA VEZ…
O Botafogo tinha a bola por mais tempo, mas o Athletico soube o que fazer melhor com a posse. Em um lance de transição rápida, o Furacão aproveitou a defesa atrapalhada do Alvinegro e Carlos Eduardo cruzou para Renato Kayzer, que, no meio dos dois zagueiros, teve apenas o trabalho de empurrar para o fundo das redes, abrindo o placar.

AH, KALOU!
O gol do Furacão não acuou o Botafogo. Pelo contrário, a equipe comandada por Eduardo Barroca continuou com a bola no pé e, diferente de antes, passou a criar chances reais de gol na reta final do primeiro tempo. Salomon Kalou mesmo desperdiçou duas.

Na primeira, logo após o gol do Athletico, Bruno Nazário cobrou falta na direção da área, mas Kalou, sozinho, errou a direção da bola. Na outra, o marfinense finalizou para fora de frente para o gol após um cruzamento vindo do lado esquerdo. Desta forma, o Furacão foi em vantagem para o intervalo.

RELÂMPAGO!
Se o Botafogo saiu de campo empolgado pelas chances criadas no fim do primeiro tempo, tomou um balde de água fria no começo da etapa complementar, já que o Athletico Paranaense aumentou a vantagem com apenas três minutos de bola rolando.

Renato Kayzer saiu da área, fez jogada pelo lado esquerdo e cruzou. Carlos Eduardo disputou com Kanu na pequena área e a bola sobrou no meio do setor para Léo Cittadini, que, sem marcação, deslocou Diego Cavalieri e saiu para o abraço.

POUCAS EMOÇÕES
Após o gol, Eduardo Barroca promoveu alterações ofensivas no Botafogo, mas o goleiro Santos continuou sendo pouco exigido durante a partida. O Alvinegro até tentou ensaiar uma pressão no fim, mas, em geral, teve uma ínfima criação nos últimos 45 minutos. Melhor para o Athletico Paranaense, que conquistou uma vitória importante para visar a parte superior da classificação.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO x ATHLETICO PARANAENSE

Data/Horário: 06/01/2021, às 19h15
​Local: Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)
Assistentes: Henrique Neu Ribeiro (SC) e Helton Nunes (SC)
Árbitro de vídeo: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG)
​Gramado: Bom
​Cartões amarelos: Marcelo Benevenuto, Matheus Babi e Caio Alexandre (BOT); Nikão e Renato Kayzer (CAP)
Cartões vermelhos: –

Gols: Renato Kayzer (0-1, 30’/1ºT), Léo Cittadini (0-2, 2’/2ºT)

BOTAFOGO: Diego Cavalieri; Kevin (Barrandeguy 30’/2ºT), Marcelo Benevenuto, Kanu, Victor Luís; José Welison (Cesinha 30’/2ºT), Cícero (Matheus Babi 5’/2ºT), Caio Alexandre; Bruno Nazário (Lecaros 5’/2ºT), Pedro Raul, Kalou. Técnico: Eduardo Barroca.

ATHLETICO PARANAENSE: Santos; Jonathan (Fernando Canesín 35’/2ºT), Pedro Henrique, Thiago Heleno, Abner; Richard (Alvarado 29’/2ºT), Christian (Felipe Aguilar 21’/2ºT); Carlos Eduardo (Reinaldo 29’/2ºT), Léo Cittadini; Nikão (Khellven 35’/2ºT), Renato Kayzer. Técnico: Paulo Autuori.

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PSG oferece três anos de contrato para Sergio Ramos

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De acordo com o “Onda Cero”, o zagueiro espanhol pode ganhar 15 milhões de euros por temporada

A renovação de Sergio Ramos com o Real Madrid ainda não foi definida. Com isso, surgem interessados no zagueiro espanhol. De acordo com o “Onda Cero”, o Paris Saint-Germain já enviou uma proposta ao jogador no valor de 15 milhões de euros por temporada e três anos de contrato.

O Real Madrid não conseguirá chegar aos valores propostos pela equipe francesa. O clube merengue segue firme na proposta oferecida de dois anos de contrato e redução salarial de 10%, algo que o zagueiro não está disposto a aceitar.

Manchester United, City e Liverpool também demonstraram interesse em Sergio Ramos. Desde 2005 no Real Madrid, o espanhol atuou em 668 partidas, marcou 100 gols e deu 40 assistências com a camisa do clube merengue.

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McGregor revela dor inédita por chutes de Poirier na panturrilha

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“Nunca senti algo assim na vida”, disse o irlandês que reconhece superioridade do rival, diz que precisa se reagrupar e cita trilogias contra o próprio Poirier ou Nate Diaz como as suas mais prováveis próximas lutas

O novo Conor McGregor vem surpreendendo a todos. Menos agressivo, mais tranquilo e respeitoso com seus rivais, o irlandês vem mostrando uma postura completamente diferente das que os fãs se acostumaram a ver ao longo de sua carreira no UFC. Na coletiva de imprensa após o UFC 257, no último sábado, o lutador reconheceu a superioridade de Dustin Poirier na luta, e atribuiu o seu nocaute à estratégia do americano de aplicar chutes na panturrilha da sua perna de apoio, o que comprometeu não só o local, como toda a sua luta.

Clima amistoso entre Poirier e McGregor — Foto: Jeff Bottari/Zuffa LLC

– É muito triste e difícil de aceitar. O topo é muito alto, e o fundo do poço é muito fundo nesse esporte. Minha perna está completamente morta. Mesmo que eu sentisse que estava defendendo os chutes, os golpes estavam entrando com vontade e ela está muito comprometida. Sinto como se tivesse uma bola de futebol dentro dela agora. É uma lesão no músculo, não é nada ósseo ou nos ligamentos. Dustin fez uma tremenda luta, executou tudo o que deveria fazer. Eu tinha na minha cabeça que eu o nocautearia, porque estava melhor que ele no clinche. Mas não deu tempo. A perna estava comprometida e eu não consegui ajustar o meu jogo. Foi isso. Parabéns para Dustin, estou feliz por ele e por eu conseguir lutar em tempos como os que estamos vivendo, e voltar para fazer a minha 11ª luta principal no UFC. Dustin mostrou muita experiência nessa luta. Ele esteve aqui mais que o dobro das vezes que eu estive. Mas estou feliz e orgulhoso por dividir o octógono com ele.

Conor McGregor reconheceu a superioridade de Dustin Poirier durante a coletiva do UFC 257 — Foto: Getty Images

McGregor revelou que já esperava que Dustin Poirier fosse usar os chutes nas pernas, porque viu o brasileiro Thiago “Pitbull” Alves, um especialista no golpe, entre os seus córneres.

– Eu já esperava que ele viesse com os chutes nas pernas, porque ele treina com Thiago Pitbull, que é um especialista nesse golpe. Quando ele acertou um dos chutes, Thiago gritou: “É isso, esse foi bom!”, e eu pensei: “Filho da p***. Foi bom mesmo.” Mas eu não vou ficar me lamentando. Aceitei a derrota como um homem, dei tudo de mim lá dentro e vou me reagrupar com certeza. Cada adversário tem um estilo diferente.

O irlandês admitiu que a dor que sentiu ao ter a perna chutada na altura da panturrilha foi algo que ele jamais havia sentido na vida.

– Eu aguentei o quanto pude. Foi algo que eu nunca vivi. Normalmente eu defenderia os chutes e ergueria a perna o máximo que pudesse. Mas em algum momento o impacto acertou alguma região na parte da frente e comprometeu muito a perna. E Dustin mostrou uma defesa muito sólida, que não me permitiu pressioná-lo. Não tenho o que dizer. Os chutes na panturrilha não foram brincadeira. Nunca senti algo assim na vida. Eu lembro de estar golpeando-o junto à grade, e também conseguia travar a sua perna quando ele chutava na linha de cintura. Meu erro foi não conseguir me ajustar ao ter a perna machucada.

Perguntado sobre quais seriam seus próximos passos, McGregor citou as possíveis trilogias contra Nate Diaz ou Dustin Poirier como as suas lutas mais prováveis, mas deixou claro que seus planos agora são descansar um pouco com a família e se recuperar antes de pensar em retornar ao octógono.

– Não tenho desculpas. Foi uma performance fenomenal de Dustin. Não sei mais o que dizer. Agora vou voltar para casa e tentar digerir essa derrota, mas não está sendo fácil. O que eu preciso fazer é me reagrupar. Catar os meus pedaços do chão e me reconstruir. Estilos fazem lutas, e há grandes estilos de lutas disponíveis. Dustin é um deles, Nate (Diaz) é outro. Nate é a escolha mais fácil, mas eu e Dustin também estamos empatados em 1 a 1. Os dois são canhotos, o que é interessante. Vamos ver o que acontece. Não é que eu não tenha as ferramentas para me ajustar. Tenho muitas armas que não usei, mas não era a minha noite. Tiro o meu chapéu para ele. Mal posso esperar para voltar para os meus filhos e curtir um pouco eles. Esse esporte é muito duro. Para ser sincero, não sei em que ponto estou agora. Estou feliz, com certeza. Desapontado, mas feliz. Vim até o Oriente Médio dar um show para as pessoas e fiz o meu melhor. As coisas não acontecem como você quer às vezes, mas tenho muitas coisas boas acontecendo comigo. Vou manter a cabeça erguida e seguir em frente.

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