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Atleta mirim chora ao denunciar técnico adversário por injúria racial

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Caso teria acontecido durante uma partida em que um time mineiro da categoria sub-11 participou na cidade de Caldas Novas, em Goiás

Um jogador de 11 anos denunciou ter sido vítima de injúria racial pelo técnico do time adversário durante uma partida de futebol em Caldas Novas, no interior de Goiás, nesta quinta-feira (16).

Testemunhas contaram que o garoto saiu do campo chorando. Ao ser questionado pelos pais dos outros atletas mirins, o menino disse que teria ficado incomodado com a forma como o técnico concorrente teria se referido a ele.

“Ele falava ‘fecha o preto, fecha o preto’. Eu aguardei para falar no final [do jogo] com os pais”, relatou a criança aos prantos em vídeo gravado logo após a partida.

L. E. B. S participava do torneio Caldas Cup, representando a escola de futebol Uberlândia Academy, da cidade mineira de Uberlândia, a 537 km de Belo Horizonte. O grupo disputava contra a equipe do Set Esportes.

Em comunicado, a Uberlândia Academy informou que denunciou o caso à polícia, que ficará à cargo das investigações. Em nota, a organização do torneio repudiou o ato e disse que tomou as providencias para que a situação não se repita. A reportagem tenta contato com a direção do Set Esportes.

Procurado pela reportagem, o técnico Lázaro Caiana, do time Set Esportes, negou a injúria racial. O homem relatou à reportagem que o técnico do Uberlândia Academy que teria ofendido sua equipe. 

Segundo Caiana, “quase toda nossa comissão técnica é descendente de negros, não teria porque fazer isso”. 

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Olimpíadas de Tóquio: Ministro do Japão revela incerteza: “Tudo pode acontecer”

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Declaração levanta mais dúvidas sobre a realização dos Jogos Olímpicos em meio à pandemia da Covid-19

O Ministro do Japão Taro Kono colocou em dúvida a realização das Olimpíadas de Tóquio neste ano e disse: “Tudo pode acontecer”. A afirmação do político vai contra o posicionamento oficial do governo japonês, que garantiu a realização dos Jogos a partir do dia 23 de julho. Taro Kono ressaltou, ainda, os resultados da pesquisa que mostra que cerca de 80% dos japoneses não querem que as Olimpíadas aconteçam na data determinada.

– Nós precisamos pensar nas pessoas que virão assistir, mas devemos focar nos atletas primeiro. Depois, se for possível, deixamos os turistas entrarem. A partir de agora até o verão, tudo é possível – afirmou o Ministro Taro Kono.

Em nota, os organizadores das Olimpíadas de Tóquio disseram, sem citar os comentários de Kono, que o Primeiro Ministro Yoshihide Suga está determinado a manter os Jogos.

– A situação da Covid-19 está mudando a todo momento. Nós esperamos que medidas que estão sendo implementadas pelo governo do Japão e de Tóquio, entre outras autoridades, façam com que a situação melhore – diz a nota dos organizadores dos Jogos.

Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional, e Yoshiro Mori, presidente do Comitê Organizador, afirmaram que as Olimpíadas não poderão ser adiadas novamente. Caso não seja possível realizar os Jogos na data prevista, eles serão cancelados.

 

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A final é brasileira! Santos atropela o Boca e decide Libertadores com o Palmeiras

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Peixe faz grande partida na Vila e despacha o gigante argentino com gols de Pituca, Soteldo e Lucas Braga

A final da edição de 2020 da Libertadores da América terá clássico, terá rivalidade. E terá um brasileiro campeão. O Santos fez ótima partida na noite desta quarta-feira, bateu o Boca Juniors por 3 a 0 na Vila Belmiro e garantiu classificação para enfrentar o Palmeiras em uma inédita decisão continental. Diego Pituca, no primeiro tempo, colocou o Peixe na frente. Soteldo e Lucas Braga, em um começo de segundo tempo avassalador, garantiram a vitória santista. O Boca ainda teve Fabra expulso – por pisar em Marinho. No jogo de ida, na Argentina, as duas equipes haviam empatado por 0 a 0.

Marque na sua agenda: dia 30 de janeiro, um sábado, às 17h, será realizada a grande decisão da Libertadores da América. A partida será em jogo único, no Maracanã, sem presença de público.

Primeiro tempo

O Santos levou 30 segundos para mostrar que estava disposto a mandar no jogo. Marinho recuperou a bola pela direita, avançou e chutou. Acertou a trave. Naquele lance, já havia sinais do que buscava a equipe de Cuca: marcação forte no campo adversário, saída em velocidade, dominação territorial. E assim os lances foram se sucedendo ao natural, amadurecendo o gol. Aos 11, após cobrança de escanteio de Soteldo, Kaio Jorge desviou para fora, com perigo. Aos 12, Pituca chutou de fora da área, por cima. Parecia mesmo questão de tempo – e pouco tempo. Aos 15, Soteldo mandou o chute, e a bola desviou no braço de Lisandro López. Enquanto os jogadores do Santos pediam pênalti e os do Boca juravam que não foi nada, Pituca pegou o rebote e mandou para o gol: 1 a 0. A desvantagem fez o Boca se soltar um pouco, porém sem jamais dominar o Santos. O time da casa ainda teria chances de ampliar – especialmente em uma pancada impressionante de Marinho em cobrança de falta e depois em batida colocada de Kaio Jorge.

Segundo tempo

O Boca voltou com duas trocas para a etapa final: Buffarini no lugar de Jara na lateral direita, Capaldo na vaga de Diego González no meio. Mas nem teve tempo de sentir os efeitos das substituições. O Santos, avassalador, matou o jogo em cinco minutos. Soteldo, aos três, avançou para cima da marcação e mandou uma pancada: 2 a 0. Dois minutos depois, Marinho rompeu os zagueiros e mandou para Lucas Braga completar: 3 a 0. O Boca, desnorteado, viu Fabra perder a cabeça e agredir Marinho com um pisão. Levou o vermelho direto. Curiosamente, foi a partir daí que o Boca jogou melhor. Aos 13, os xeneizes martelaram na área santista em chutes sucessivos – mas pararam na defesa ou em João Paulo. Aos 26, no reflexo, o goleiro também impediu gol de Villa. Mas o Santos também continuou criando suas chances. Poderia ter ampliado com Marinho, em chute que passou rente à trave. E ainda mais com Madson, que perdeu ótima chance ao sair cara a cara com o goleiro Andrada. E mais ainda com Kaio Jorge, também livre diante de Andrada. Mas, àquela altura, fez pouca diferença. A vitória era do Santos, a vaga era do Santos.

  • Entre brasileiros

    Esta será a terceira vez que dois brasileiros decidirão uma Libertadores da América. As anteriores não tiveram nem Santos, nem Palmeiras. Em 2005, o São Paulo foi campeão sobre o Athletico; um ano depois, viveu o outro lado da moeda: perdeu a decisão para o Inter.

  • Chance de soberania

    A ida à final dá ao Santos a chance de retomar a soberania brasileira em títulos da Libertadores. O Peixe é um dos três brasileiros tricampeões do torneio, ao lado de Grêmio e São Paulo. Foi campeão em 1962, 1963 e 2011. O Palmeiras busca o bi – conquistou a América em 1999.

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