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Internacional

Autoridade da Indonésia confirma queda de avião de passageiros

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Aeronave perdeu contato com torre de controle minutos após decolar de Jacarta com destino à cidade de Pontianak

O presidente da Assembleia Consultiva do Povo da Indonésia, Bambang Soesatyo, confirmou a queda de um avião da companhia área local  Sriwijaya Air, com 62 pessoas a bordo, neste sábado (9), informa a agência de notícias estatal Antara.

O voo SJ182 decolou do aeroporto de Jacarta às 14h35 (4h35, no horário de Brasília) com destino à cidade de Pontianak, na ilha de Bornéu, mas perdeu contato com a torre de controle cerca de cinco minutos após a decolagem. Chovia forte no momento do acidente.

Autoridades confirmaram que havia 62 pessoas a bordo — sete crianças e três bebês —, além de 12 tripulantes.

Imediatamente as buscas começaram nas proximidade de Mil Ilhas, onde possivelmente ocorreu a queda na expectativa de encontrar sobreviventes e destroços.

A agência indonésia de busca e resgate, Basarna, enviou uma equipe para o local onde ocorreu o último ponto de contato da aeronave com a torre.

“Atualmente, nosso pessoal já está em campo e encontrou várias partes do avião, e o obstáculo que enfrentamos hoje é o problema com a visibilidade, porque é noite”, explicou o chefe-ajunto de Operações e Preparação da Basarnas, Bambang Suryo Aji.

Ele também acrescentou que o ELT (transmissor localizador de emergência) da aeronave não estava emitindo sinais, o que dificultava ainda mais as buscas.

O governador da região falou que moradores relataram um barulho de explosão.

Logo após a queda, pescadores encontraram emaranhados de cabos, que poderiam ser os primeiros destroços do Boeing-737-500.

Dados do site de monitoramento de voos Flighradar24 mostram que o Boeing possivelmente caiu após atingir cerca de 3.300 m de altitude, ainda quando iniciava a subida para voo de cruzeiro.

O avião estava em operação havia 26 anos e oito meses. Pertenceu à antiga Continental Airlines, dos Estados Unidos, sendo incorporado à frota da United em 2010, após a fusão entre as duas empresas. Em 2012, o equipamento passou para a Sriwijaya Air.

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Internacional

Família invade hospital e ‘rouba’ corpo de parente morto por covid-19

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Os familiares afirmam que o hospital teria deixado o paciente morrer e questionam o laudo médico

Uma família invadiu um hospital e retirou o corpo de um familiar que havia morrido na unidade. O caso aconteceu na última quinta-feira (08), na cidade de Fundación, na Colômbia. 

De acordo com informações do portal de notícias colombiano RCN, Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, morreu por complicações da covid-19. No entanto, os familiares não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos que são aplicados às vítimas do novo coronavírus, como enterros rápidos, com poucos pessoas presentes e com caixão fechado. 

Segundo as informações do RCN, a família afirma que o hospital teria deixado o paciente morrer e questiona o laudo médico, já que a vítima sofria de problemas respiratórios há cerca de 14 anos. 

O hospital negou que tenha deixado o paciente morrer e afirmou que Ramón recebeu todos os cuidados necessários enquanto esteve internado na unidade.

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Internacional

Morre o príncipe Philip, militar que se adaptou ao papel de coadjuvante da rainha da Inglaterra

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Morte aos 99 anos foi anunciada nesta sexta ‘com muito pesar’ pelo Palácio de Buckingham; ele e Elizabeth II, de 94, estavam casados havia 74 anos

Como consorte real, era incumbência do príncipe Philip acompanhar sua cônjuge, a rainha Elizabeth II, em suas tarefas como soberana: visitas oficiais a outros países, jantares e recepções de Estado, discursos de abertura do Parlamento, cerimônias e ritos honoríficos. 

Philip, que morreu nesta sexta-feira aos 99 anos, costumava ser discreto sobre o que pensava dessas atribuições. Embora tenha dito que, se pudesse escolher a qual profissão se dedicar, “preferiria ter continuado na Marinha, francamente”, afirmou também, na mesma entrevista ao Independent em 1992, que “tentou tirar o melhor” da vida como coadjuvante no casamento de 74 anos.

Sua morte foi anunciada por volta de meio-dia, horário de Londres (8h no Brasil), em um comunicado emitido pelo Palácio de Buckingham: “É com muito pesar que Sua Majestade, a rainha Elizabeth II, anuncia a morte de seu querido marido, Sua Alteza Real, o príncipe Philip, duque de Edinburgo”, disse o palácio em um comunicado. “[Philip] morreu tranquilamente nesta manhã no Palácio de Windsor. Anúncios subsequentes serão feitos em seu devido tempo. A família real se une ao povo ao redor do mundo no luto por sua perda.”

A morte de Philip não altera a linha de sucessão ao trono britânico, encabeçada pelo seu filho mais velho com a rainha, o príncipe Charles, de 72 anos, seguido do filho mais velho de Charles com a princesa Diana, o príncipe William, de 38. A saúde do duque de Edinburgo estava em declínio havia dois anos, quando ele teve que parar de dirigir depois de um acidente sem gravidade. Em março deste ano, ele foi operado do coração.

Philip e Elizabeth, de 94 anos, estavam casados desde 1947, cinco anos antes de ela ser alçada ao trono, com a morte do pai, o rei George VI. Tempo para se acostumar a ela não lhe faltou: desde então o duque de Edinburgo tornou-se o mais longevo consorte e o homem mais velho da História da monarquia britânica.

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