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Brasil

Auxílio: fui aprovado agora, vou receber as três parcelas de uma vez?

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Leitor foi aprovado para receber o auxílio emergencial em junho e quer saber se vai receber as três parcelas de uma só vez ou se vai receber só uma parcela

Meu pai e minha mãe foram aprovados para receber o auxílio emergencial agora, na metade de junho. Como fica a situação? Eles vão receber só a primeira parcela e mais nenhuma ou vão receber as três parcelas de uma vez? (pergunta do internauta Gilmar)

Resposta: Não funciona assim.

Segundo o Ministério da Cidadania, quem não recebe o benefício do Bolsa Família, ou não estava inscrito no Cadastro Único até 2 de abril de 2020, pode solicitar o auxílio emergencial pelo site da Caixa ou aplicativo até o dia 2 de julho de 2020.

Caso cumpra todas as condições para receber o benefício, ainda que peça o auxílio no dia 2 de julho (último dia do prazo), receberá as três parcelas, independentemente da data da sua concessão.

As parcelas não são recebidas de uma vez, mas uma por mês.

Bolsa família é diferente

Para as famílias que já estavam no Cadastro Único até 02 de abril de 2020, ou recebem o benefício do Bolsa Família, não é preciso fazer nada, pois a seleção é feita automaticamente.

O que é o auxílio emergencial?

É um benefício no valor de R$ 600 (que pode chegar a R$ 1.200) destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no período de enfrentamento à crise causada pela pandemia do coronavírus.

Quem tem direito ao auxílio emergencial?

A pessoa deve cumprir, ao mesmo tempo, os seguintes requisitos:

a) ter mais de 18 anos (exceção feita às mães solteiras menores de 18 anos)

b) Estar desempregado ou exercer atividade na condição de:
– Microempreendedores individuais (MEI);

– Contribuinte individual da Previdência Social;

– Trabalhador Informal.

c) Pertencer à família cuja renda mensal por pessoa não ultrapasse meio salário mínimo  (R$ 522,50), ou cuja renda familiar total seja de até 3 (três) salários mínimos (R$ 3.135,00).

Quem não tem direito ao auxílio?

– Quem tem emprego formal ativo (ou seja, está trabalhando com carteira assinada);

– Quem pertence à família com renda superior a três salários mínimos (R$ 3.135,00) ou cuja renda mensal por pessoa maior que meio salário mínimo (R$ 522,50);

– Quem está recebendo seguro-desemprego;

– Quem está recebendo benefícios previdenciários, assistenciais ou benefício de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;

– Quem recebeu rendimentos tributáveis (salário, aluguel, pensão alimentícia) acima do teto de R$ 28.559,70 em 2018.

Fontes: Caixa Econômica Federal e Ministério da Cidadania

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Mãe de Henry Borel fez selfie quando foi prestar depoimento

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Monique Medeiros Costa e Silva de Almeida, de 32 anos, mãe do menino Henry Borel, fez selfie com seu celular quando foi prestar depoimento na Polícia Civil do Rio de Janeiro, após a morte de seu filho.

No dia do seu depoimento, a mãe de Henry fez uma selfie em que aparece relaxada, com os pés sobre uma cadeira, e ensaiando um leve sorriso ao lado de um homem.

A imagem foi resgatada do celular de Monique, que está em poder da polícia.

Segundo apontou a polícia, as semanas seguintes após a morte de Henry Borel revelaram um lado frio da mãe do menino, suspeita de envolvimento no episódio.

Além da selfie na delegacia, a mãe de Henry, que é professora, após o enterro do filho foi a um salão de beleza no shopping Metropolitano, na Barra da Tijuca, próximo de onde mora. Monique fez as unhas das mãos, dos pés e escovou os cabelos gastando R$ 240.

Essa frieza também se manifestou, nesta quinta-feira, 8, quando Monique foi presa ao lado do namorado, o vereador Dr. Jairinho. A prisão preventiva foi determinada após a polícia constatar que o casal suspeito agiu para atrapalhar as investigações sobre a morte de Henry.

Segundo apuração da revista Época, desde o momento em que foi presa até o trajeto para a 16ª DP, na Barra da Tijuca, ela não chorou.

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Brasil

Novo recorde: Brasil confirma 4.249 mortes por covid-19 em 1 dia

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O Ministério da Saúde confirmou mais 4.249 mortes por covid-19 nesta 5ª feira (8.abr.2021). É o máximo já registrado em 1 dia desde o início da pandemia.

Foi a 2ª vez que o número ficou acima de 4.000. A marca já tinha sido registrada na 3ª feira (6.abr.2021), quando 4.195 pessoas morreram em 24 horas.

Pelo menos 13.279.857 brasileiros foram diagnosticados com covid-19 e 345.025 morreram pela doença até as 17h30 desta 5ª feira (8.abr). As autoridades confirmaram mais 86.652 diagnósticos.

O Ministério da Saúde também contabiliza 11.732.193 pessoas recuperadas e 1.202.639 em acompanhamento.

MORTES PROPORCIONAIS

O Brasil tem 1.617 vítimas de covid-19 por milhão de habitantes. Apenas o Nordeste está abaixo da média nacional. Na análise por Estados, apenas o Maranhão tem menos de 1.000 vítimas por milhão.

O Brasil ocupa a 16ª posição no ranking mundial. Passou o Peru nesta 5ª feira (8.abr), 1 dia depois de também ultrapassar a Rússia. O vírus é mais letal na República Tcheca: mata 2.561 por milhão de habitantes.

VACINAÇÃO

O Brasil aplicou a 1ª dose de vacinas contra a covid em 22.081.476 pessoas até as 16h43 desta 5ª feira (8.abr). Dessas, 6.323.191 receberam a 2ª dose. Ao todo, foram 28.404.667 doses administradas no país.

 

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