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Internacional

Banda usa bolhas para isolar público em shows nos EUA

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Dois espetáculos em Oklahoma, nos EUA, foram feitos com balões para que o evento pudesse respeitar as medidas de distanciamento social para evitar a propagação do novo coronavírus

Para conseguir se apresentar em meio à pandemia de covid-19, a banda de rock americana Flaming Lips colocou os músicos e o público dentro de bolhas infláveis para que pudessem manter o distanciamento social contra o risco do coronavírus.

Os dois shows do grupo, na sexta-feira (22) e no sábado (23), contaram com 100 balões, cada um com capacidade para até três pessoas. As apresentações aconteceram no Estado de Oklahoma, nos Estados Unidos.

A engenhosa ideia partiu do líder da banda, Wayne Coyne, que já usava bolhas antes da pandemia para “rolar” dentro da cápsula pelo público em muitos de seus shows.

Durante a pandemia, a banda fez testes em apresentações mais curtas no ano passado. Em junho e em setembro, por exemplo, se apresentaram em programas de televisão em bolhas.

Antes de se apresentar nos shows do último fim de semana, Coyne disse que assistir ao show da banda dessa forma seria “mais seguro do que ir a um mercado” em tempos de pandemia.

Antes mesmo da pandemia, Coyne utilizava uma bolha nos shows para "rodar" pelo público Foto: -

Antes mesmo da pandemia, Coyne utilizava uma bolha nos shows para “rodar” pelo público.

Cada bolha foi equipada com um alto-falante suplementar de alta frequência, para evitar distorção do som, além de uma garrafa d’água, ventilador movido a pilha, toalha e uma bandeira que poderia ser usada para indicar necessidades básicas como “tenho que urinar/está calor aqui”, para chamar um atendente.

Os shows estavam planejados originalmente para dezembro, mas tiveram de ser suspensos devido ao aumento de casos do novo coronavírus em Oklahoma durante o fim de 2020.

Considerado um sucesso pelos organizadores, o evento pode incentivar outras bandas a repetirem a experiência, sempre que houver um local adequado. É fundamental também que o público tome as precauções necessárias durante as apresentações (como permanecer em suas bolhas e sair apenas mediante autorização de um atendente, para evitar contato com as outras pessoas).

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Internacional

Cinzas do vulcão Sinabung chegam a 5.000 metros de altura na Indonésia

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Autoridades indonésias elevaram o nível de alerta para três de uma escala que vai até quatro e limitaram acesso a até 5 km de distância do local

O vulcão Sinabung, na Indonésia, entrou em erupção nesta terça-feira (2) e chegou a expelir fumaça a 5.000 metros de altura nos céus da localidade de Karo, no norte da ilha de Sumatra.

Uma fazendeira da região trabalha normalmente enquanto as cinzas do vulcão do Monte Sinabung, na Indonésia, dominam os céus de Karo, ao norte da ilha de Sumatra neste terça-feira (2)

Uma fazendeira da região trabalha normalmente enquanto as cinzas do vulcão do Monte Sinabung, na Indonésia, dominam os céus de Karo, ao norte da ilha de Sumatra neste terça-feira (2).

Nesta outra imagem, donos das terras da região tentaram seguir a vida normalmente

Nesta outra imagem, donos das terras da região tentaram seguir a vida normalmente.

A Agência Geológica da Indonésia liberou imagens da erupção do vulcão Sinabung 

As autoridades indonésias elevaram o nível de alerta para o vulcão, que já está no terceiro de uma escala de quatro.

As autoridades indonésias elevaram o nível de alerta para o vulcão, que já está no terceiro de uma escala de quatro

Os cientistas registraram mais de 13 projeções que alcançaram 5.000 metros de altura sobre a ilha de Sumatra.

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Internacional

Jovem finge o próprio sequestro para não ter que trabalhar

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O rapaz acabou descoberto por detalhes na cena do crime e por não ter criado uma história consistente

Um rapaz de 19 anos forjou o próprio sequestro para não ter que ir trabalhar. Brandon Soules era funcionário de uma fábrica em Coolidge, nos Estados Unidos. 

No dia 10 de fevereiro ele colocou um lenço na boca, amarrou as mãos com o próprio cinto e deitou perto de uma rua movimentada. Quando o encontraram e chamaram a polícia, ele afirmou que havia sido sequestrado por dois homens mascarados.

“Ele nos informou que foi atingido na cabeça e colocado em um carro na frente de sua casa, por volta das 7 horas, mas quando localizamos imagens de uma câmera de vigilância na frente de sua casa, não vimos isso acontecer”, afirmou Mark Tercero, investigador de polícia local, em entrevista à NBC News.

Quando questionado do motivo do sequestro, o jovem disse que o pai dele “escondera dinheiro em alguma parte da cidade”, o que não foi confirmado por policiais.

O plano chegou a funcionar por alguns dias, mas uma análise feita em uma foto obtida pela polícia também revelou a farsa, como o cinto frouxo na mão dele. Chamado para depor novamente no dia 17, Brandon afirmou que inventou a história.

Logo depois, a polícia divulgou um comunicado sobre a resolução do caso para evitar pânico com a possibilidade de sequestradores estarem soltos na região. Não foi divulgada uma possível punição para Brandon, mas o jovem acabou perdendo o emprego.

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