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Brasil

Banestes mantém menor taxa de juros do Brasil no crédito imobiliário, mesmo após alta da Selic

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Banco oferece taxa a partir de 6,65% ao ano + TR. Com a alta crescente da Selic, mercado alerta para a última oportunidade de garantia de juros baixos.

O Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) anunciou, nessa sexta-feira (18), que, mesmo com a recente alta da taxa básica de juros, a Selic, para 4,25%, maior patamar desde fevereiro de 2020, irá manter a melhor condição atual disponível no mercado de crédito imobiliário do Brasil, com taxas a partir de 6,65% ao ano + taxa referencial (TR), a depender do relacionamento com o banco.

O momento é único para quem ainda deseja realizar o sonho da aquisição da casa própria e garantir o financiamento com uma taxa de juros baixa, pois, com a tendência já confirmada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) de alta consecutiva da Selic, prevista para os próximos meses, é esperado um aumento natural dos juros nas operações de crédito.

“Essa pode ser a última oportunidade para a aquisição de imóveis com o financiamento em condições tão atrativas, pela baixa taxa de juros. Quem comprar um imóvel agora, ainda garante excelentes condições para o financiamento no Banestes”, ressalta o diretor de Negócios da instituição, Hugo Gaspar.

O financiamento pode chegar a até 90% do valor do imóvel, com até 35 anos para pagar. Além disso, os valores gastos com o Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e com o Registro do Imóvel podem ser financiados juntamente com o crédito imobiliário, respeitando o limite de 5% do montante total.

O diretor-presidente do Banestes, José Amarildo Casagrande, comenta a crescente procura pela linha de financiamento no banco. “Com a excelente oferta disponibilizada pelo Banestes, em apenas cinco meses, já batemos a marca de financiamentos imobiliários em todo ano de 2020. Estamos com um processo ágil de atendimento aos clientes, tanto pessoa física quanto jurídica, em todos os municípios do Estado”, disse Casagrande.

Portabilidade do Crédito Imobiliário

O momento é oportuno ainda para quem já tem um crédito imobiliário contratado em outra instituição financeira, deseja reduzir a mensalidade paga e, com isso, fazer uma boa economia. Basta contratar a Portabilidade de Crédito Imobiliário com o Banestes, de forma simples e sem burocracia, sem custos adicionais de impostos, e garantir condições melhores para o financiamento.

Na maioria dos casos, o valor mensal da prestação cai significativamente. De acordo com o diretor Hugo Gaspar, o momento é extremamente vantajoso para realizar a portabilidade. “Existem milhares de contratos de crédito imobiliário que foram efetivados com a Selic a 12%, 13% ou 14% ao ano. Estamos agora com a taxa básica a 4,25%. Temos casos atuais em que um imóvel financiado de R$ 500 mil teve redução de R$ 1,2 mil na prestação mensal, com a portabilidade para o Banestes. Em outros casos, a economia total chega a quase R$ 200 mil no valor do contrato”, ressalta Gaspar.

Os interessados em contratar o crédito imobiliário ou realizar a portabilidade para o Banestes devem entrar em contato com uma das agências do banco. Todas as propostas estarão sujeitas ao processo de análise de crédito.

Saiba mais sobre as condições especiais do Crédito Imobiliário Residencial Banestes:

  • Taxa de juros a partir de 6,65% ao ano + Taxa Referencial (TR), a melhor condição atualmente no Brasil.
  • Financiamento de até 90% do valor do imóvel pela tabela SAC.
  • ITBI e Registro do Imóvel financiados juntamente com o crédito imobiliário (até o limite de 5%).
  • Prazo máximo de financiamento: até 420 meses (35 anos).
  • Pessoas que já têm crédito imobiliário contratado em outra instituição financeira podem realizar portabilidade para o Banestes e, com isso, reduzir o valor mensal das prestações, com taxas mais atrativas.
  • Portabilidade de Crédito Imobiliário no Banestes sem burocracia e sem custos adicionais de impostos.

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Brasil

Pais são presos suspeitos de torturar e matar filho de 1 ano em MT

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Os pais foram presos suspeitos de torturar e matar filho de 1 ano com socos e fio de carregador. Menino também recebeu um golpe no tórax. Depois de dar outra versão na delegacia, mãe confessou que viu a criança sendo agredida pelo pai

Um casal foi preso, na sexta-feira (23), suspeito de torturar e matar o filho de 1 ano, com socos e fio de carregador de celular, em Cáceres, a 250 km de Cuiabá. A mãe foi identificada como Stefanny Fontaneli Soares, de 20 anos, e o pai como Lucas da Rocha Ramos, de 21 anos.

Enzo Gabriel Fontaneli deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Cáceres, levado pela mãe, com diversas marcas de lesões pelo corpo. Segundo a equipe médica, ele já não apresentava sinais vitais. Ainda assim, a equipe tentou a reanimação do garoto, sem sucesso.

A médica responsável pelo atendimento à criança informou que no exame físico realizado ficaram evidentes diversas marcas pelo corpo da criança, como hematomas, inclusive nos olhos, nódulos na cabeça e cicatrizes, entre elas a que mostra a marca de um carregador de celular.

A Polícia Militar foi acionada pela UPA e encaminhou a mãe da criança ao plantão da Delegacia de Cáceres.

A versão inicial da mãe, de 20 anos, foi de que na noite de quinta-feira (22), o filho teria caído de uma mureta e batido a cabeça.

Após a queda, os pais teriam dado banho no menino, que se queixou de dores pelo corpo. Depois de acalmarem o garoto, eles o teriam colocado para dormir mas, na manhã de sexta-feira (23), a criança estava fraca e não respondia aos chamados, quando então pediram ajuda e a mãe o levou à unidade de saúde.

No entanto, durante interrogatório na delegacia, a mãe acabou confessando à delegada Judá Maali Marcondes que viu a criança sendo agredida pelo pai, que não gostou de ouvir o pequeno Enzo chorar e se irritou com o filho. Ela disse que depois das agressões, a criança ficou desacordada, sendo então levada à UPA.

A apuração da Polícia Civil constatou que a criança passou por intenso sofrimento físico por um longo período, com diversas agressões causadas por objetos, como um fio de carregador de aparelho celular.

Além disso, o menino recebeu um golpe no tórax e vomitou. Com isso, o pai tornou a agredi-lo, diante do choro do garoto.

O pai da criança foi localizado na chácara onde mora, na Comunidade Taquaral, e preso em flagrante. Na casa, as equipes da Delegacia Especializada do Adolescente de Cáceres localizaram uma arma de fogo.

O pai também vai responder por posse ilegal de arma — Foto: PJC/MT

A delegada Judá Marcondes explicou que a mãe se omitiu no dever de cuidar e proteger o filho das agressões e por isso responderá também pelo homicídio qualificado.

“Essa criança foi torturada, sofreu agressões seguidas, que resultaram em sua morte”, pontuou a delegada.

Em depoimento na delegacia, o pai, de 21 anos, confessou as agressões contra o filho. Um laudo preliminar apontou indícios de que a criança tenha sido abusada sexualmente.

Os dois responderão pelo homicídio qualificado mediante tortura e recurso que impossibilitou a defesa, com agravante pelo fato da vítima ser menor de 14 anos. Além disso, também podem responder por estupro de vulnerável.

Após os procedimentos na Delegacia da Mulher de Cáceres, o casal será submetido a exame de corpo de delito e depois encaminhado para as respectivas unidades prisionais, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A delegada representou ao Poder Judiciário pela conversão do flagrante em prisão preventiva do casal. O homem foi autuado em flagrante também por posse ilegal de arma de fogo.

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Prazo para contestar auxílio emergencial negado termina neste sábado

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Saiba como proceder e quem tem direito a fazer a solicitação, realizada por meio do site do Ministério da Cidadania

O prazo para a contestar os pedidos de auxílio emergencial negados termina neste sábado (24), às 23h59. A data limite se aplica aos trabalhadores que se inscreveram pelos meios digitais e que tiveram a solicitação recusada na revisão mensal de julho.

Mensalmente, governo federal analisa os CPFs dos beneficiários para conferir se eles ainda se enquadram nos critérios para receber o auxílio.

De acordo com o Ministério da Cidadania, a contestação vai permitir uma nova análise com bases mais atualizadas dos dados da pessoa. O requerimento com o pedido de revisão deve ser feito pelo site da pasta (https://consultaauxilio.cidadania.gov.br).

“Após ingressar com os dados de identificação e clicar na aba correspondente ao auxílio emergencial 2021, a pessoa deve clicar no botão: contestar. A partir daí, precisa aguardar até que seja realizada uma nova análise da situação do seu benefício”, informou o ministério.

Após a contestação, o pedido será reanalisado pela Dataprev. A partir daí, é preciso aguardar até que a nova análise da situação do benefício seja concluída.

Se a razão que motivou o cancelamento permitir contestação, o trabalhador poderá voltar a receber o benefício.

O ministério disse que, caso não ocorra a aprovação por algum motivo de indeferimento definitivo, não será possível apresentar contestação, pois a situação que motivou o indeferimento não vai se alterar.

Pessoas que já tenham ficado inelegíveis para receber o auxílio antes e já tenham realizado a contestação não poderão submeter nova contestação.

Já os bloqueios feitos a pedido dos órgãos de controle não podem ser contestados ainda, pois estão sob análise do Ministério da Cidadania e da Dataprev. Esse tipo e bloqueio é feito de forma preventiva.

“Posteriormente, é definido pela liberação ou cancelamento do benefício em definitivo. Não há prazo definido para divulgação do resultado”, disse o ministério.

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