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Internacional

Bebê de três meses tem de overdose após amamentada pela mãe

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Uma garotinha de apenas três meses de vida teve um fim trágico, de acordo com o portal de notícias online do jornal ‘Mirror’, a bebê morreu de overdose após amamentar. A tragédia aconteceu na cidade de Louisiana, localizada no estado de Nova Orleans, nos Estados Unidos.
Segundo as informações da polícia local, os socorristas foram chamados até a casa de Autumn Blansett, de 31 anos, mãe da garotinha.
Ao chegarem no local os paramédicos encontraram a menina inconsciente, fizeram todos os protocolos de reanimação e infelizmente ela não respondeu e foi declarada morta no local e a causa da morte foi dada como desconhecida.
Porém, na sexta-feira (11), a polícia teve acesso a um relatório toxicológico realizado na autópsia do bebê e constatou que ela morreu por causa de uma overdose letal de metanfetaminas.
Com o resultado em mãos, Autumn Blansett, foi presa e confessou que antes de amamentar a filha havia usado metanfetaminas e maconha.
Os investigadores que cuidam de casos de homicídio realizaram uma busca na casa de Autumn Blansett, e encontraram as duas drogas no local.
A mulher está presa por homicídio da sua filha e ficará disposição da Justiça, a data da audiência ainda não foi marcada.
Segundo a emissora local WNDU-TV, o caso desta garotinha não é o primeiro registrado neste ano de 2020 nos Estados Unidos, já houve outros casos em que bebês foram à óbito após ingerir leite materno fundido com drogas.

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Internacional

Índia supera o Brasil como segundo país com mais casos de covid-19

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País teve um aumento de casos, registrando mais de 168 mil novas infecções nas últimas 24h, e chegou a 13,5 milhões de contágios

A Índia superou o Brasil nesta segunda-feira (12) como o segundo país com o maior número de infecções de coronavírus, ao notificar um novo recorde diário de mais de 168 mil casos.

O país de 1,3 bilhão de habitantes registrou um rápido aumento de novas infecções nas últimas semanas, o que eleva o total de casos a 13,5 milhões, acima dos 13,48 milhões do Brasil. 

Os especialistas advertiram que as multidões, em sua maioria sem máscaras e aglomeradas, nos comícios nos estados com eleições programadas, as festas religiosas e outros eventos públicos estão alimentados a nova onda de infecções.

“Todo o país foi complacente: permitimos concentrações sociais, religiosas e políticas”, declarou à AFP Rajib Dasgupta, professor de Saúde da Universidade Jawaharlal Nehru. “Ninguém faz fila para o distanciamento social”, afirmou.

A Índia registrou mais 873 mil casos nos últimos sete dias, um aumento de 70% na comparação com a semana anterior, segundo os dados compilados pela AFP. 

Em comparação, o Brasil registrou pouco mais de 497 mil casos, com uma tendência de alta de 10% na comparação com a semana anterior. 

Estados Unidos, país mais afetado, registrou pouco menos de 490 mil casos, com uma tendência de alta de 9%. 

A alta na Índia, depois que o número de casos diários ficou abaixo de 9 mil no início de fevereiro, levou os estados e territórios mais afetados a anunciara restrições de movimento e de atividades.

O estado mais rico do país, Maharashtra, o principal responsável pela aceleração de casos, adotou um confinamento de fim de semana e toque de recolher noturno. 

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Internacional

Família invade hospital e ‘rouba’ corpo de parente morto por covid-19

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Os familiares afirmam que o hospital teria deixado o paciente morrer e questionam o laudo médico

Uma família invadiu um hospital e retirou o corpo de um familiar que havia morrido na unidade. O caso aconteceu na última quinta-feira (08), na cidade de Fundación, na Colômbia. 

De acordo com informações do portal de notícias colombiano RCN, Ramón Eliecer Quintero, de 59 anos, morreu por complicações da covid-19. No entanto, os familiares não concordaram com o diagnóstico médico e com os protocolos que são aplicados às vítimas do novo coronavírus, como enterros rápidos, com poucos pessoas presentes e com caixão fechado. 

Segundo as informações do RCN, a família afirma que o hospital teria deixado o paciente morrer e questiona o laudo médico, já que a vítima sofria de problemas respiratórios há cerca de 14 anos. 

O hospital negou que tenha deixado o paciente morrer e afirmou que Ramón recebeu todos os cuidados necessários enquanto esteve internado na unidade.

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