conecte-se conosco


Brasil

Bebê passa mal e família morre em acidente de carro ao tentar socorrê-lo

Publicado

A mãe, de 32 anos, chegou a ser socorrida e levada na ambulância do município para uma unidade de saúde, mas também não resistiu aos ferimentos

O capotamento de um carro deixou três pessoas da mesma família mortas em Jaraguari (MS) – a 55 km de Campo Grande, na tarde da última quinta-feira (30). Entre as vítimas, havia uma bebê de 3 meses, segundo a Polícia Civil.

A família estava a caminho do posto de saúde da cidade, quando o motorista perdeu o controle do veículo na MS-244. De acordo com a Polícia Civil, a família estava na cidade há cerca de três meses, onde o casal trabalha em uma fazenda.

Conforme apurado, enquanto o pai trabalhava, o recém-nascido começou a passar mal. Desesperados, o casal saiu correndo a caminho de uma unidade de saúde. No caminho, o condutor perdeu o controle da direção e o carro acabou capotando.

A polícia informou que com o impacto da batida o bebê acabou arremessado pela janela traseira. Ele e o pai, de 34 anos, morreram no local do acidente.

Leia mais:  Mulher relata ter encontrado larvas em ovo de Páscoa da Cacau Show

A mãe, de 32 anos, chegou a ser socorrida e levada na ambulância do município para uma unidade de saúde, mas também não resistiu aos ferimentos.

Dinâmica do acidente está sendo investigada — Foto: Reprodução

Além do bebê, as vítimas do acidente também possuem uma filha, de 12 anos. A menina estava na escola, no momento da capotagem, por isso não estava no veículo.

Segundo apurado pela reportagem, ela ficará com parentes, em Rio Verde de Mato Grosso.

Perícia foi acionada e a dinâmica do acidente está sendo investigada.

publicidade

Brasil

Um de cada quatro não consegue pagar todas as contas no fim do mês

Publicado

Quase dois terços da população cortaram gastos neste ano, e um em cada cinco brasileiros pegou empréstimo ou se endividou nos últimos 12 meses, mostra CNI

falta de dinheiro para pagar todas as contas ao final do mês atinge um em cada quatro brasileiros (25%), de acordo com pesquisa inédita da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Conforme o levantamento, 19% afirmam não conseguir pagar todas as contas e carregam parte delas para o mês seguinte, 3% precisam recorrer a empréstimos, 2% fazem uso do cheque especial e 1% paga o mínimo do cartão de crédito.

Por outro lado, 29% dos entrevistados relatam gerenciar bem o dinheiro e conseguem guardar um pouco quase todo mês, e 44% dizem sempre ficar apertados para pagar todas as despesas.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, afirma que a pandemia de Covid-19 comprometeu a recuperação da economia e a retomada do crescimento no Brasil. Para ele, a aceleração da inflação levou a um novo ciclo de aumento de juros, o que desestimulou o consumo e os investimentos.

“Ao menos, estamos diante de um cenário de recuperação do mercado de trabalho, com redução do desemprego e aumento do rendimento da população, o que nos dá uma perspectiva de superação, ainda que gradual, dessa série de dificuldades que as famílias estão enfrentando”, avalia Braga.

Leia mais:  Papai Noel morre após cair de caminhão durante ação de Natal

O estudo revela também que quase três em cada dez (29%) brasileiros se declaram poupadores. No entanto, o orçamento mais apertado faz metade da população reduzir as despesas com lazer, deixar de comprar roupas ou desistir de viajar.

Apesar disso, a expectativa da população é chegar ao fim do ano com um pouco mais de folga nas finanças. Do total de entrevistados, 56% acreditam que, até dezembro, estarão com uma situação econômica pessoal melhor ou muito melhor.

A pesquisa encomendada pela CNI para o Instituto FSB Pesquisa sobre a situação econômica e hábitos de consumo da população ouviu 2.008 cidadãos em todas as unidades da Federação entre os dias 23 e 26 de julho.

Corte de gastos

De acordo com a pesquisa, para conseguir poupar ou sair do negativo, a maioria da população (64%) cortou gastos desde o início do ano e um em cada cinco brasileiros pegou algum empréstimo ou contraiu dívidas nos últimos doze meses.

Entre os brasileiros que admitem ter reduzido o consumo, 61% demonstram otimismo e dizem ser uma situação temporária. Entretanto, apenas 14% dos consumidores pretendem aumentar os gastos até o fim do ano.

Leia mais:  Coronafest na casa de empresário acaba em pancadaria

Quando questionados sobre algumas situações específicas sobre o orçamento pessoal neste ano, 34% dos entrevistados dizem que atrasaram o pagamento de contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Além da redução de despesas com lazer e itens de uso pessoal, como roupas e calçados, o orçamento apertado também trouxe mudanças no dia a dia do brasileiro, como parar de comer fora de casa (45%), diminuir gastos com transporte público (43%) e deixar de comprar alguns alimentos (40%).

“O estudo mostra os efeitos da situação econômica do país nos hábitos da população. O aumento de preços de produtos como gás de cozinha, alimentos e combustível impacta diretamente no orçamento das famílias e isso reflete na redução do consumo de uma forma mais ampla”, afirma o gerente de análise econômica da CNI, Marcelo Azevedo.

Continue lendo

Brasil

O Espírito Santo é o maior produtor de gengibre do Brasil

Publicado

O topo desse ranking foi conseguido com o fruto do trabalho árduo dos produtores rurais da região serrana e apoio da sua cooperativa

Por Paulo Borges

Para orgulho dos capixabas, o Espírito Santo é o Estado que mais produz gengibre no Brasil. Para que essa liderança em nível nacional fosse alcançada, é fundamental o trabalho realizado por produtores rurais dos municípios de Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá e Domingos Martins. Infelizmente, nem todos os capixabas e mesmo brasileiros, sabem dessa capacidade produtiva desenvolvida no Estado. Para que as pessoas possam tomar conhecimento da importância da produção do gengibre para a economia e geração de emprego e renda, foi realizada neste ano a Expo Gengibre. Foi um evento que contou com o apoio e realização das Prefeituras de Santa Leopoldina e Santa Maria de Jetibá, além do Sebrae, Aderes e produtores e exportadores de gengibre da região.

Foto: Sérgio Plaster.

Para defender os interesses dos seus produtores foi criada a Cooperativa dos Produtores de Gengibre da Região Serrana do Espírito Santo (Coopginger), cuja presidência é exercida pela sócia fundadora, agricultora e advogada, Leonarda Maria Plaster, sua diretora-presidente.

Leia mais:  Coronafest na casa de empresário acaba em pancadaria

A Coopginger foi concebida com a finalidade “de atuar diretamente no comércio interno e externo do gengibre e outros cultivos, visando trabalhar com qualidade e preço justo, entregando para o cliente o produto com propriedade, a fim de receber em troca a valorização merecida”, enfatiza a sua diretora-presidente, Leonarda Plaster. Em todo o processo produtivo e de comercialização, “a entidade segue todos os padrões nacionais e internacionais, que vão da produção, qualidade, beneficiamento, assim como a logística”, completa.

Vale destacar que a ideia da união e cooperação surgiu em meio a uma jornada de muita luta e suor onde produtores abraçaram a causa com o objetivo de mudar a história da agricultura e do gengibre.

O grupo envolve agricultores familiares de três municípios da Região Serrana do Espírito Santo: Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá e Domingos Martins. A Coopginger está localizada nessa região, cuja sede da cooperativa fica em Santa Leopoldina.

Todo escoamento da produção é feito usando estradas vicinais que precisam receber das prefeituras dos municípios manutenção permanente, pois a produção e comercialização é sinônimo de arrecadação de impostos, emprego, renda e prosperidade da região.

Leia mais:  Suzano atinge marca de 12 milhões de toneladas de celulose e papéis vendidos em 2020

Fonte: Cooperativa dos Produtores de Gengibre da Região Serrana do Espírito Santo

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana