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Mundo Cristão

Bispos católicos criticam Joe Biden por causa da política de aborto

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Os bispos católicos condenaram a “dolorosa” decisão de Joe Biden de reverter uma política que proíbe o dinheiro do contribuinte de ser gasto em organizações que fornecem ou promovem o aborto no exterior.

A Política da Cidade do México foi uma iniciativa do governo Reagan em 1984 e foi reinstalada por Donald Trump durante sua presidência.

Em uma de suas primeiras ações desde que se tornou presidente na semana passada, Biden, um católico, reverteu a política, o que significa que provedores de aborto como Planned Parenthood e Marie Stopes podem mais uma vez receber financiamento federal.

“É política do meu governo apoiar a saúde sexual e reprodutiva de mulheres e meninas e seus direitos nos Estados Unidos, bem como em todo o mundo”, disse Biden em um memorando.

“Essas condições excessivas de assistência externa e de desenvolvimento minam os esforços dos Estados Unidos para promover a igualdade de gênero em todo o mundo, ao restringir nossa capacidade de apoiar a saúde das mulheres e os programas que previnem e respondem à violência de gênero.”

Condenando a decisão, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos disse que o memorando “promove ativamente a destruição de vidas humanas nas nações em desenvolvimento”.

“Esta Ordem Executiva é antitética à razão, viola a dignidade humana e é incompatível com o ensino católico”, disseram os bispos.

“Nós e nossos irmãos bispos nos opomos veementemente a essa ação. Instamos o presidente a usar seu cargo para o bem, priorizando os mais vulneráveis, incluindo os nascituros.”

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Papa Francisco tem encontro histórico com principal clérigo xiita do Iraque

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É a primeira vez que um líder da Igreja Católica se encontra pessoalmente com uma liderança deste ramo do Islamismo

O papa Francisco e o principal clérigo muçulmano do Iraque, o aiatolá Ali al-Sistani, tiveram uma reunião histórica neste sábado (06) na cidade sagrada de Najaf. É a primeira vez que um pontífice se encontra pessoalmente com um líder xiita.

No encontro, os dois religiosos transmitiram uma mensagem de coexistência pacífica e exortaram islâmicos iraquianos a abraçarem a minoria cristã, alvo de perseguição no país.

O Aiatolá Ali al-Sistani disse que as autoridades religiosas têm um papel na proteção dos cristãos do Iraque, que devem viver em paz e desfrutar dos mesmos direitos que os outros iraquianos.

O Vaticano informou que Francisco agradeceu a al-Sistani por ter “levantado sua voz em defesa dos mais fracos e perseguidos” durante alguns dos momentos mais violentos da história recente da nação árabe.

Al-Sistani, de 90 anos, é um dos clérigos mais antigos do islamismo xiita e suas raras, mas poderosas, intervenções políticas ajudaram a moldar o Iraque atual. Ele é uma figura profundamente reverenciada no país de maioria xiita e suas opiniões sobre questões religiosas e outras são buscadas por xiitas em todo o mundo.

Papa descalço

O encontro histórico na casa de al-Sistani aconteceu após meses de organizações, com cada detalhe meticulosamente discutido e negociado entre o gabinete do aiatolá e o Vaticano.

Na manhã de sábado, o pontífice de 84 anos, viajando em um Mercedes-Benz à prova de balas, parou em uma rua estreita de Najaf, que culmina na cúpula dourada do Santuário Imam Ali, um dos locais mais reverenciados no Islã xiita. Ele então caminhou alguns metros até a casa de al-Sistani.

O papa tirou os sapatos antes de entrar no quarto de al-Sistani e foi servido chá e uma garrafa plástica de água. Al-Sistani falou durante a maior parte da reunião. Francisco fez uma pausa antes de sair do quarto de al-Sistani para dar uma última olhada, disse um oficial que testemunhou o evento.

Mais tarde, o pontífice foi à antiga cidade de Ur para um encontro ecumênico no tradicional local de nascimento de Abraão, o patriarca bíblico reverenciado por cristãos, muçulmanos e judeus. 

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Hoje convertido, Yudi diz que saía de programa infantil no SBT e ia para prostíbulo

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Yudi Tamashiro hoje é uma nova pessoa. Convertido ao Evangelho de Jesus Cristo, ele tem feito revelações ao longo dos anos sobre o seu passado, a fim de mostrar a diferença do antes e depois. Uma delas, por exemplo, foi a de que costumava frequentar prostíbulos, mesmo sendo apresentador de um programa infantil no SBT.

“Mas eu mais conversava com as garotas do que fazia (sexo) mesmo”, disse ele, argumentando que a sua principal intenção era, na verdade, “dividir” assuntos pessoais, o que inevitavelmente também acabava lhe fazendo cair na fornicação.

“Eu queria dividir coisas que eu não podia dividir com outras pessoas. Conversando, eu ficava muito louco e emendava uma balada. Se não arrumasse uma menina na balada, emendava para uma casa de swing. Ou então já ia virado para o Bom Dia & Cia”, revelou, segundo informações do Atual.

Apesar do estilo devida leviano e pecaminoso, Yudi disse acreditar que a idade na época também foi um fator influente em seu comportamento, algo que ele foi mudando conforme foi se conscientizando mais sobre os seus reais objetivos de vida.

“Você está com 18 anos e tem pique para ficar três dias virado. Fui nessa rotina e cheguei em um momento em que pensei: ‘Não. O Cássio (nome verdadeiro) da infância tinha um sonho de viver da arte, ter voz para influenciar outras pessoas de uma forma positiva. Para tirar a molecada de onde eu vim’”, afirmou.

Outra revelação recente do ex-apresentador é que antes de se entregar a Cristo Yudi também foi “macumbeiro”. A declaração foi dada durante uma entrevista onde o cantor contou parte do seu testemunho, lembrando do convite que recebeu para ir à igreja pela primeira vez.

“Ah, mano! Bola de Neve é igreja, eu não vou à igreja, tá me tirando? Eu sou macumbeiro”, disse ele.

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