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Política Nacional

Bolsonaro defende união nacional por vacinação contra a covid

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Evento, no Palácio do Planalto, serviu para o governo explicar como será feita a campanha nacional de vacinação contra a covid-19

O presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quarta-feira (16) uma união nacional em prol da vacinação da população brasileira contra a covid-19. “São 27 governadores com um propósito comum: a volta à normalidade”, disse.

Bolsonaro fez um mea culpa no início de seu discurso, no evento marcado para fazer apresentação do plano nacional de imunização.

“Se algum de nós extrapolou ou até exagerou foi no afã de achar uma solução”, afirmou, em referência à disputa política travada entre ele e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Bolsonaro declarou que o momento é de paz e entendimento. “Não sabíamos o que era esse vírus, como não sabemos ainda, mas a solução está por vir”, comemorou.

O presidente voltou a dizer que a vacina aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) será gratuita e opcional à população.

O evento, no Palácio do Planalto, foi marcado para explicar o documento enviado pelo Ministério da Saúde ao STF (Supremo Tribunal Federal) no último final de semana.

Nele, foi anunciado que o governo federal fará uma campanha nacional para mostrar à população as vantagens de tomar a vacina.

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Política Nacional

Maia vê plano de ir para MDB naufragar e agora tenta PSDB

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Plano para migrar do DEM ao MDB naufragou há cerca de duas semanas

Rodrigo Maia está em conversas avançadas para ingressar no PSDB.

O plano para migrar do DEM para o MDB naufragou há cerca de duas semanas, quando o ex-presidente da Câmara se reuniu com políticos cariocas que planejam acompanhá-lo na saída do DEM.

Muitos deles, como Eduardo Paes, eram do MDB e deixaram o partido quando seus principais quadros no Rio, Sérgio Cabral e Jorge Picciani, foram presos.

O grupo deixou claro a Maia que voltar ao MDB seria inviável. No PSDB, Maia deverá controlar o diretório estadual e ter assento no nacional.

Dessa maneira, influiria na escolha do partido sobre 2022.

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Política Nacional

Após conversa de ministros, Brasil e China se reaproximam por vacinas

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Recém-empossado, chanceler Carlos Araújo recebe telefonema de colega chinês e ambos prometem cooperação por imunizantes

Recém-empossado como ministro das Relações Exteriores, Carlos França recebeu, na noite desta sexta-feira (9), ligação do titular da pasta de Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi. A informação, divulgada pelos perfis em rede sociai tanto do Itamaraty quanto do embaixador da China no Brasil, sinaliza a reaproximação entre os países após a saída do chanceler Ernesto Araújo.

Segundo as postagens, os chanceleres trataram de assuntos, como a pandemia e a urgência do Brasil por vacinas, matéria-prima para fabricação dos imunizantes e medicamentos, além das relações comerciais entre as nações.

“Os Chanceleres concordaram na urgência do combate à pandemia e da cooperação em vacinas, IFAs e medicamentos. Autoridades dos dois países estão em contato permanente para agilizar as remessas, essenciais para salvar vidas”, postou o perfil do Itamaraty.

“Trataram também das promissoras perspectivas em comércio e investimentos. Conversaram sobre a evolução positiva do relacionamento sino-brasileiro e os números crescentes do comércio – recorde de US$ 102,6 bilhões em 2020”, diz texto em outra postagem.

Embaixador da China no Brasil, Yang Wanming compartilhou o texto em seu perfil e escreveu que os ministros, em sua primeira conversa, concordaram em reforçar as relações bilaterais.

“Na noite desta sexta (9), o chanceler chinês Wang Yi e seu homólogo brasileiro Carlos França realizaram a sua primeira conversa, concordaram em reforçar as relações bilaterais, a coordenação multilateral e o combate conjunto à pandemia, além de promover a recuperação econômica”, afirmou o embaixador.

França tenta se reaproximar da China após a desgastada gestão de seu antecessor, Ernesto Araújo, que colecionou polêmicas inclusive por criticar o país oriental, o que acabou trazendo consequências para a importação de insumos e vacinas contra a covid-19.

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