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Brasil

Brasil recebe 2º lote com vacinas da Johnson doadas pelos EUA

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Carregamento com 942 doses da vacina que garante imunização em dose única se soma ao recebido na sexta-feira

Desembarcou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), na manhã deste sábado (26) o segundo lote com vacinas da Johnson & Johnson doadas pelos Estados Unidos. Com as novas 942 doses do imunizante, a doação soma 3 milhões de doses. O primeiro lote chegou ao Brasil na sexta-feira (25).

O governo norte-americano, que prometeu repassar de graça 80 milhões de vacinas contra o coronavírus aos países que mais precisam, afirmou que equipes científicas e autoridades legais e regulatórias de ambas as nações trabalharam juntas para garantir a entrega rápida das doses.

De acordo com o MInistério da Saúde, trata-se da maior doação de vacinas contra a covid-19 dos Estados Unidos para um país até o momento. A pasta atribui a doação ao “trabalho em conjunto entre os ministérios da Saúde, das Relações Exteriores e a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil”.

A primeira remessa do imunizante, com 1,5 milhão de doses, chegou ao Brasil na terça-feira, após um contrato firmado entre o governo e a farmacêutica que prevê 38 milhões de vacinas. A principal vantagem do imunizante é que a aplicação é de dose única, não requer uma segunda dose para ser eficaz contra a covid-19.

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Após as entregas, as vacinas da Johnson começaram a ser aplicadas nesta sexta-feira (25), em moradores de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. As doses serão aplicadas em moradores de 44 e 45 anos que queiram participar do programa de acesso expandido da vacina. Serão aplicadas 824 doses até o dia 2 de julho.

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Brasil

Setores de petróleo e minério puxam queda da produção industrial capixaba 

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Ainda que negativo, o resultado do ES no semestre (-1,2%) foi melhor do que a média nacional, que teve retração de 2,2% no mesmo período  

A indústria geral capixaba retraiu 1,2% no primeiro semestre do ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. A queda foi resultado do desempenho da indústria extrativa (-12,6%), que foi impactada pela menor produção de petróleo, gás natural e minério de ferro.  

Ainda que negativo, o resultado do Espírito Santo no semestre foi melhor do que a média nacional que teve recuo de 2,2% no mesmo período. Os dados da Produção Industrial Regional (PIM-PF) foram divulgados na terça-feira (9/8) pelo IBGE e compilados pelo Observatório da Indústria da Findes. 

De acordo com dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), a extração de óleo no Espírito Santo recuou 30,1% no primeiro semestre deste ano, enquanto a de gás natural reduziu em 31,9%.  

A presidente da Findes, Cris Samorini, explica que a expectativa para o desempenho da indústria nacional e capixaba para os próximos meses é mais positiva.  

“Temos alguns bons indicadores que estamos acompanhando. Entre eles a criação de mais de 200 mil postos de trabalho formais na indústria nacional e de 4,8 mil apenas no nosso Estado.” 

Cris pondera ainda que caso as medidas governamentais de estímulo fiscal sejam mantidas, como a redução do IPI, isso irá contribuir para fortalecer a indústria capixaba e nacional.  

“O governo federal havia anunciado a redução do IPI, mas nesta semana fomos surpreendidos com a decisão liminar do ministro do STF Alexandre de Moraes de suspender os benefícios. Isso muito nos preocupa, uma vez que trará grande impacto na indústria nacional, afetando o ritmo de retomada da economia e, por consequência, a geração de empregos.” 

Cenário nacional 

Os ramos industriais que registraram os piores desempenhos foram: veículos automotores, reboques e carrocerias (-5,4%); produtos de metal (-12,1%); produtos de borracha e de material plástico (-10,0%); e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-14,6%).

Por Siumara Gonçalves, com informações do Observatório da Indústria da Findes 

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Brasil

Petrobras reduz em R$ 0,22 o preço do diesel nas distribuidoras

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Decisão derruba de R$ 5,41 para R$ 5,19 o valor de venda do combustível a partir desta sexta-feira (12)

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira (11) uma redução de 4,07% no preço do diesel A (puro) nas distribuidoras a partir de amanhã (12). Com a segunda redução em uma semana, o valor do combustível passará R$ 5,41 para 5,19 por litro, uma redução de R$ 0,22 por litro.

Considerando a mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel para a composição do diesel vendido nos postos, a Petrobras afirma que a parcela que recebe do valor final do preço ao consumidor passará de R$ 4,87, em média, para R$ 4,67 a cada litro vendido na bomba.

De acordo com a estatal, a nova redução “acompanha a evolução dos preços de referência, que se estabilizaram em patamar inferior para o diesel, e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

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As duas reduções no preço do combustível no período de sete dias ocorrem após um intervalo sem reajustes no preço do combustível desde o início de maio do ano passado. Com as determinações, o preço do diesel nas distribuidoras caiu 7,5% (R$ 0,42), de R$ 5,61 para R$ 5,19.

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