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Política Nacional

‘Brasileiro não sabe o que é viver em segurança’, diz Mendonça em posse

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Ex-advogado-geral da União assume o Ministério da Justiça e Segurança Pública no lugar de Sérgio Moro

O novo Ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, se comprometeu nesta quarta-feira (29) em combater a criminalidade no Brasil durante sua gestão à frente da pasta. “O grande ator deste País é povo, que se acostumou com o estado de insegurança e não sabe o que é viver com um estado de segurança pública”, afirmou ele durante seu discurso de posse.

“Há mais de uma década tenho dedicado meus esforços na teoria e na prática no combate à corrupção. Hoje esse espectro se amplia”, destacou o novo ministro, que completou: “Lutarei com todos os meus esforços no combate ao crime organizado — que envolve não apenas a corrupção, mas também o tráfico de drogas e de armas — nos crimes contra a vida, contra o patrimônio, os crimes de abuso sexual e os crimes de abusos cometidos contra a criança, o adolescente e a mulher.”

Mendonça avalia que para alcançar o resultado desejado “é preciso compreender que a criminalidade constitui em rede de inúmeras pessoas”. “Não se faz um combate se não envolver Estados, municípios e até mesmo outros países”, observou o atual ministro da Justiça.

Mendonça ainda assumiu um compromisso em colocar o povo em primeiro lugar e defender a Constituição Federal. “Esse compromisso vem reforçado pela ética, pela integridade, por ministrar a justiça e ser agente de segurança”, disse.

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Política Nacional

Moro se filia ao Podemos para concorrer a Presidência

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O ex-juiz Sergio Moro decidiu se filiar ao Podemos para concorrer à eleição em 2022. Ainda não há definição se a disputa será por uma vaga ao Senado ou à Presidência da República.

A propósito, será uma filiação em família: sua mulher, Rosângela, também assinará a ficha do partido.

O Podemos marcou para 10 de novembro o evento de filiação, que deve ocorrer em Brasília. O partido não descarta que a pré-candidatura à Presidência seja anunciada na ocasião.

Até o ato de filiação, Moro já deve estar desligado da empresa de consultoria americana Alvarez & Marsal, da qual foi anunciado em novembro do ano passado como sócio-diretor.

 

 

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Política Nacional

“Precisamos pacificar o país”, diz Eduardo Leite em visita ao ES

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Em seu discurso, Eduardo Leite afirmou que é necessário ter bom senso e equilíbrio para focar no enfrentamento dos problemas do Brasil

Pacificar o Brasil! Esta é a meta do pré-candidato à presidência, Eduardo Leite (PSDB). Atual governador do Rio Grande do Sul, ele esteve no Espírito Santo neste sábado (23) e se reuniu com apoiadores e representantes do partido. 

Eduardo Leite enfrenta o governador paulista João Doria e Arthur VIrgílio, ex-prefeito de Manaus, nas prévias pela candidatura do PSDB à Presidência da República nas eleições de 2022.

Em seu discurso, Eduardo Leite afirmou que “o Brasil não precisa de um terceiro polo de radicalização”. O governador ressaltou que é necessário ter bom senso e equilíbrio para focar no enfrentamento dos problemas do país. 

“Estamos vendo a quantidade de inflação, de estagnação econômica se projetando para 2022, uma perda no poder de compra e na renda das famílias. Os reais problemas que devem ser enfrentados são esses: inflação, desemprego, gerar crescimento econômico para incluir as pessoas no mercado de trabalho e dar mais renda às famílias”, disse. 

Quando questionado sobre os possíveis adversários, Leite afirmou que não iria fazer considerações e adjetivações para ressaltar defeitos dos adversários para conquistar simpatia e apoio de possíveis eleitores. “Queremos ganhar essa eleição pela qualidade do nosso projeto e não pelo defeitos dos adversários”, disse. 

E completou: 

“Essa tentativa de desfazer, de destruir e desconstruir o que pensa diferente da gente, foi o que gerou para o Brasil esses problemas que estamos vivenciando. Esse é um sentimento que nem é próprio do brasileiro. O brasileiro não é do ódio, não é da guerra, não é do conflito. É um povo afetivo que gosta de construir coisas boas. Mas nos convenceram e permitimos que nos convencessem, de que deveríamos promover um enfrentamento uns aos outros”, afirmou.

Questionado sobre ser ou não uma opção da chamada “terceira-via”, Eduardo Leite disse que o seu foco está no Brasil que “podemos ser”. “Lula (PT) é o Brasil que já foi. Bolsonaro (sem partido) é um Brasil que estamos sendo, e que não está bom. Eu não quero discutir o Brasil que já foi, nem o que estamos sendo. Eu quero discutir o Brasil que podemos ser. O Brasil que queremos ser”, afirmou. 

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