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Brasileiros beneficiados pelo Bolsa Atleta participam dos Jogos Olímpicos de Inverno na Suíça

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Delegação brasileira conta com 12 atletas participando da competição; cinco recebem o investimento federal

delegação brasileira que disputa os Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude, em Lausanne, na Suíça, conta com 12 atletas, em competição até o próximo dia 22. Desses, cinco são contemplados pelo programa Bolsa Atleta, programa do Governo Federal de patrocínio individual. São três competidores na categoria Nacional, um na Internacional e um na Atleta de Base.

Na categoria Nacional, recebem a bolsa as atletas Taynara da Silva (biatlo e esqui cross-country), Eduarda Ribera (esqui cross-country) e Noah Bethonico (snowboardcross), enquanto Rhaick Bonfim (esqui cross-country) é contemplado com a Internacional. Larissa Brito Cândido, do skeleton, recebe como Atleta de Base pelo atletismo. 

Segundo o secretário nacional de Esporte de Alto Rendimento, Emanuel Rego, o incentivo é destinado ao desenvolvimento do esporte como um todo. “A nossa missão é favorecer o maior número de modalidades, para que possam chegar ao alto rendimento. Um evento grande como os Jogos Olímpicos da Juventude, que têm o papel de preparação olímpica, eu acredito que seja um modelo de investimento de futuro”, explica.

Tóquio 2020

Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que ocorrerão em julho de 2020, o Brasil será representado por 152 atletas, 36 já estão confirmados e, destes, 34 recebem o Bolsa Atleta.

Caio Bonfim, que pertence ao grupo de Alto Rendimento e é medalhista na modalidade de Marcha Atlética em mundiais e em Jogos Pan-Americanos, vai para sua terceira Olimpíada. Ele recebe auxílio do programa e garante que sem esse apoio não chegaria onde chegou. “A gente treina, se dedica, mas precisamos de estrutura e o Bolsa Atleta traz isso. Você pode investir no seu esporte, pode se dedicar ainda mais com suplementação, viagem, calçado. O programa te dá esse suporte para você conseguir fazer o que você ama”, disse.

O Bolsa Atleta foi criado em 2005 e é o maior programa do mundo de patrocínio direto ao competidor. O programa já concedeu quase 70 mil bolsas para 27 mil atletas, com investimentos que superaram R$ 1 bilhão de reais. A inscrição no programa deve ser feita pelo site esporte.gov.br. Lá, o interessado encontra os pré-requisitos para participar do programa, a legislação aplicável e os editais, onde são publicadas as listas dos atletas que atendam os requisitos. 

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Negociação avança, e Michael fica mais perto de deixar o Flamengo

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Negociação avança, e Michael fica mais perto de deixar o Flamengo

O Flamengo tem em mãos, desde a última semana, uma proposta do Al Hilal, da Arábia Saudita, por Michael. Nesta terça-feira, a negociação entre as partes avançou e o atacante está próximo de deixar o clube da Gávea. A direção da Gávea já aceitou a oferta e, inclusive, comunicou o Goiás, que detém 5% dos direitos do atleta, sobre o acerto. Esse percentual é, justamente, um dos ajustes que faltam para a transferência ser concretizada.

Os direitos de Michael estão divididos da seguinte forma: 80% do Flamengo, 5% do Goiás e 15% do próprio atacante. A proposta do Al Hilal é de 8,25 milhões de dólares, cerca de R$ 45,6 milhões. O Rubro-Negro deseja receber um percentual superior aos 80% e está negociando com as partes envolvidas.

Procurado pela reportagem, o departamento de futebol do Flamengo não respondeu sobre o assunto até a publicação da matéria. Já o Goiás informou que “apoiará o negócio que for feito” pela direção do Rubro-Negro.

Para a temporada 2020, o Flamengo venceu a concorrência no mercado e, por 7,5 milhões de euros (R$ 34,5 milhões na cotação da época), tirou Michael do Goiás. O atacante, revelação do Brasileirão de 2019, tardou a se encaixar, passou pelas mãos de Jorge Jesus, Domènec Torrent, Rogério Ceni e Renato Gaúcho e só foi deslanchar do meio de 2021 para frente, encerrando o ano como um dos nomes mais decisivos do time, com 19 gols e dez assistências.

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Capixaba Hugo Cibien participa da Mil Milhas Brasileiras em Interlagos

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Na virada do dia 22 de janeiro, de meia noite até meio dia, é disputada a corrida mais tradicional do automobilismo brasileiro

A corrida mais tradicional do país, a Mil Milhas Brasileiras, terá a participação do piloto capixaba Hugo Cibien. O atleta vai assumir o carro vencedor da edição do ano passado, o protótipo MRX 73 de Leandro Totti, da LT Team. A competição inicia na virada do dia 22 (sábado), à meia noite e segue até o dia 23 (domingo), finalizando por volta do meio dia.

Hugo, que esteve em 2021 competindo pela Imperio Endurance Brasil, com a equipe LT Team e os companheiros Guga Ghizo, Sarin Carlesso, Eduardo Souza e José Vilela irá reencontrá-la em Interlagos na próxima semana. 

“A Mil Milhas é uma prova muito difícil e muito tradicional aqui no Brasil. É excelente poder participar com companheiros da equipe de 2021”. Para a edição de 2022 as expectativas da LT Team estão altas. “Ano passado não participei das Mil Milhas, esse ano entro no carro vencedor da geral de 2021, substituindo o Leandro. A equipe está forte e temos muito mais competidores da Endurance Brasil na edição deste ano. A briga vai ser boa!”

Sobre a corrida

Criada em 1956, pelo piloto Wilson Fittipaldi pai, o “barão”, a corrida mais tradicional do automobilismo brasileiro, a Mil Milhas Brasileiras, é uma prova de longa duração que já esteve no calendário mundial do campeonato de Endurance, ao lado das 24h de Le Mans, e 6h de Spa Francorchamps.

Essa prova já foi conquistada por pilotos consagrados do automobilismo mundial, como Wilson Fittipaldi, Christian Fittipaldi, Nelson Piquet, Marc Gene, Chico Serra, Helio Castroneves, Ingo Hoffman, Chico Landi entre outros.

O Autódromo de Interlagos, em São Paulo, foi o principal cenário da corrida Mil Milhas Brasileiras. Porém, houve duas disputas fora de Interlagos: em 1997, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, e em 1999, no Autódromo Internacional de Curitiba.

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