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Bruna Marquezine nega anorexia: ‘Estou muito saudável e feliz com meu corpo’

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Bruna Marquezine recebeu uma enxurrada de críticas e opiniões dos internautas ao exibir o corpo sequinho em novas fotos de biquíni nas redes sociais. Os burburinhos a respeito do físico da atriz acontecem desde 2018, mas foram nos cliques feitos na noite de Réveillon, comemorado em Trancoso, na Bahia, que marcaram a volta das queixas. Desta vez, a artista foi chamada de anoréxica por um internauta e se irritou com a suposição. “Retrato da anorexia”, disse uma pessoa. “Anorexia mata! Seja mais responsável nos seus comentários. Estou muito saudável, feliz com quem sou e com meu corpo. Só isso importa”, disparou a famosa.

Slide 2 de 8: Bruna Marquezine afasta críticas ao corpo: 'Estou feliz com quem sou e só isso importa'

Bruna Marquezine já sofreu distúrbio alimentar e depressão

Bruna Marquezine não esconde que já sofreu de distúrbio alimentar e depressão. Para lidar com o problema, a ex de Neymar recorreu a terapia. “Tive distúrbio alimentar, distúrbio de imagem e estava muito mal. Você quer sair dali, daquele lugar e não sabe como, mas quer também entender o que a levou àquilo”, contou. Em 2018, ela detalhou a luta para os mais de 37 milhões de seguidores do Instagram como forma de ajudar quem passa pela mesma situação: “Posso ajudar mais dividindo a minha fraqueza, a minha vulnerabilidade. Acho que existe muita força em ser vulnerável, em você mostrar para o outro onde você é falho, o que já aprendeu, o que pode melhorar. E acho que assim a gente vai se ajudando, sabe? Do contrário, é só uma, sei lá, grande viagem de ego”.

‘Vão ter que aturar meu amor próprio e saúde’

Afirmando estar saudável, Bruna Marquezine está afastando suposições de estar doente novamente. “Sinto um pouco de transtorno alimentar nessas fotos. Linda, mas consigo ver além das fotos”, disse uma seguidora. Em resposta, a famosa ironizou: “Nossa! É um superpoder?”. Ao ver o apoio de outros fãs, a atriz voltou a fazer outros registros de biquíni para lá de sexy e se posicionar. “Vão ter que aturar a minha alegria, minha autoaceitação, meu amor próprio e minha saúde, independente de peso e aparência”, concluiu.

Slide 4 de 8: 'Vão ter que aturar a minha alegria, minha autoaceitação, meu amor próprio e minha saúde, independente de peso e aparência', disse Bruna Marquezine

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Saída de Faustão não foi motivada por problemas de saúde e deve ir para a Band

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O jeito é aguardar e ver qual será o próximo passo de um dos maiores apresentadores da TV brasileira

Foi noticiado que Fausto Silva não irá renovar o contrato com a TV Globo ao final de 2021. O apresentador do Domingão do Faustão, que está na emissora há 31 anos, não quer outra atração no canal. Com isso logo surgiram especulações sobre as motivações de sua saída, já que o artista não pretende se aposentar, não está com problemas de saúde e já pode ter em vista uma nova emissora!

Pois é, segundo informações do colunista Leo Dias, Johnny Saad, proprietário da Band, é amigo próximo de Faustão e teria dado carta branca para que ele escolhesse o dia e o horário de sua próxima atração. Além disso, vale citar que foi lá onde Faustão teve o seu primeiro programa, o Perdidos na Noite, então o retorno seria algo natural.

Outro rumor que surgiu seria um possível problema de saúde de Faustão, porém, está tudo certo com ele. Apesar de notícias recentes de que ele se internou em um hospital de São Paulo, uma fonte revelou que o apresentador faz com frequência um procedimento comum para quem passou por cirurgia bariátrica:

Ele está fazendo infiltrações uma vez por semana para tirar líquido. Mas ele está muito bem, disse a fonte. O jeito é aguardar e ver qual será o próximo passo de um dos maiores apresentadores da TV brasileira!

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Decadência da Globo. TV WA toma seleção nas Eliminatórias

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Depois de ficar sem a Libertadores, dividir o Brasileiro, emissora está sem o Brasil nos jogos fora até nas Eliminatórias da Copa

TV Brasil. Turner. Bandsports. Canais sem tradição em jogos da seleção brasileira.

Mas que mostraram o time de Neymar e Tite contra o Peru, em Lima.

E contra o Uruguai, em Montevidéu.

Desde maio de 2015, quando houve a devassa na cúpula da Fifa e confederações do mundo todo, principalmente a Conmebol, as negociações de transmissões de futebol ficaram mais transparentes.

A tradição, influência, bom relacionamento, parcerias históricas foram deixados de lado.

Passou a valer a livre concorrência.

O que coincidiu justamente com a decadência financeira da TV Globo.

Motivada pelo fim do privilégio de décadas da bilionária propaganda do governo central.

Pela pandemia.

Da concorrência fortíssima do streaming.

Inadequação às novas mídias.

Situações que pareciam eternas acabaram.

Como o domínio da emissora da Libertadores da América.

Por não ter condições de concorrer financeiramente com o SBT, a principal competição do continente foi para a emissora de Silvio Santos.

O Brasileiro, também outro bem que parecia hereditário, passou a ser dividido com a Turner.

O Carioca também foi para o SBT no ano passado.

Até que veio a derrota mais dolorida.

Os jogos da seleção brasileira.

A Globo não teve dinheiro para pagar todos os jogos das Eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar. Apenas os que acontecem no país. O investimento a mais foi no jogo em Buenos Aires, contra a Argentina.

Por isso mostrou os confrontos contra a Bolívia e Venezuela. Tanto na tevê aberta como na fechada, pelo Sportv.

Viu escapar os jogos contra o Peru e o Uruguai em 2020.

Desmoralizada, voltou a negociar com a Mediapro, empresa que negocia as partidas das Eliminatórias pela Conmebol. Queria reverter a situação neste ano.

Tentou blefar. 

Usar sua tradição no futebol para retomar os seis jogos restantes. Contra Colômbia, Equador, Bolívia, Venezuela, Chile e Paraguai. Queria só estas partidas. O filé do filé.

Não os 50 jogos restantes, confrontos entre os adversários.

Os executivos da Mediapro foram claros. Não quiseram saber de tradição, de história, de ligação umbilical com a seleção, dos berros ufanistas de Galvão Bueno.

O pacote era fechado.

Em vez de 15 milhões de dólares, R$ 81 milhões, a Mediapro aceitava 11 milhões de dólares, cerca de R$ 60 milhões. Desconto pela pandemia.

Mas a Globo não teve esse dinheiro.

E, de surpresa, a TV WA, bancou os 11 milhões de dólares para a Mediapro.

Ficou com os 56 jogos.

Incluíndo os da seleção brasileira.

A TV Walter Abrahão pertence ao empresário Walter Abrahão Filho, que a comprou do filho do ex-presidente Lula, Fábio Luís da Silva. A emissora tinha o nome de Play TV, que durou de 2008 a até 2020.

Walter Abrahão tem o nome do pai que foi um dos maiores narradores esportivos do país. E que trabalhou por muito tempo na TV Tupi. Depois passou pelo SBT e TV Manchete.

A TV WA é a cabo. Mas também é captada por satélite.

Tudo indica que o governo brasileiro manterá o que fez na partida diante do Uruguai, quando apenas o EL Plus, da Turner, e a Bandsports, mostraram o confronto.

Sem tevê aberta.

A perda das partidas da seleção refletem diretamente nos patrocinadores.

A Globo não terá um total de oito jogos de 18 da seleção. Apenas os nove em casa e o da Argentina. É um golpe e tanto.

Assim como foi a Libertadores, o Carioca e perder a exclusividade no Brasileiro.

A CBF acompanhou a vitória da TWA de braços cruzados.

Não pôde interferir, brigar pela velha parceira, pela Globo.

Nem quis.

Desde que a emissora carioca não apoiou o ex-presidente Marco Polo del Nero, no processo de cassação imposto pela Fifa, a CBF passou a agir de forma distante.

Tanto que na Copa de 2018, na Rússia, acabou com todos os privilégios que a Globo sempre teve na concentração da seleção. Não teve acesso. E nem às famosas entrevistas exclusivas com atletas e treinador.

A política de tratar a Globo como uma qualquer segue.

As principais imagens da concentração e exclusivas com atletas e com Tite são feitas pela CBF TV.

Vale destacar que ainda segue a briga jurídica entre a Globo e a Fifa pela Copa do Mundo no Catar. A emissora não pagou 90 milhões de dólares, R$ 491 milhões, parcela de 2020. Usou a pandemia para suspender o pagamento de 600 milhões de dólares, R$ 3,2 bilhões.

A questão está longe de ser resolvida. A Globo pode perder os direitos de transmissão da Copa.

O momento financeiro na Globo é péssimo.

A emissora já perdeu inúmeros artistas, apresentadores e jornalistas importantes.

A crise é fortíssima.

Perder para a TV WA os jogos do Brasil nas Eliminatórias é significativo.

Até seus próprios narradores e jornalistas esportivos sentem.

O império ruiu..

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