conecte-se conosco


Medicina e Saúde

Cabeleireiro percebe algo diferente em cliente durante corte de cabelo e avisa: ‘Você pode estar com câncer

Publicado

O repórter ouviu o alerta do cabeleireiro que notou uma manchinha diferente no couro cabeludo

Quando uma pessoa procura o cabeleireiro, o esperado é uma boa conversa e também sair de lá mais bonito. O bate-papo geralmente fica em torno de temas corriqueiros e leves, como a vida das celebridades, futebol e notícias que estão rolando na atualidade.

No entanto, a história de uma pessoa acabou sendo bem diferente ao fazer uma visitinha para cortar o cabelo.

A última coisa que alguém espera ouvir do cabeleireiro é: “Você pode estar com câncer”. Enquanto cortava o cabelo, o profissional acabou notando que havia uma manchinha suspeita debaixo de alguns fios, bem próximo da orelha direita. Ele acreditava que aquilo poderia ser sinal de um melanoma, um tipo de tumor maligno que acomete a pele. Inclusive, esse tipo de câncer costuma ser bastante agressivo.

Por ser um repórter de saúde prevenido e já com o costume de ler e escrever sobre o tema, o homem que não teve a identidade revelada agendou, na mesma semana, uma consulta ao especialista. Afinal de contas, o alerta do cabeleireiro fazia muito sentido e a manchinha poderia sim ser um câncer. Foi indicado uma cirurgia para remoção e, após a retirada, o material foi encaminhado para uma biópsia.

Leia mais:  Espírito Santo recebe 31,2 mil doses de Coronavac nesta sexta-feira

O repórter passou por todo o procedimento para retirada da manchinha.

O resultado da biópsia felizmente mostrou que a alteração era benigna, sem risco de alguma coisa mais grave. Apesar disso, os profissionais sugeriram que ele faça o acompanhamento anualmente para medir o tamanho de outras pintas e manchas que possui espalhadas pelo corpo.

O caso serve de alerta para as pessoas ficarem atentas a qualquer surgimento ou alteração em pintas e manchas que tenham no corpo.

O câncer de pele é comum e representa aproximadamente 30% de todos os tumores diagnosticados.

Os principais fatores de risco para a enfermidade são a exposição ao sol com frequência, tonalidade de pele clara ou olhos claros, além de histórico familiar (quando algum parente próximo já foi acometido pela doença).

Do 1News

publicidade

Medicina e Saúde

Covid-19: testes positivos voltam a crescer; registro é o maior dos últimos 4 meses no ES

Publicado

Os testes realizados em junho representam quase 90% do total de testes feitos nos meses de março, abril e maio

Espírito Santo fechou o mês de junho consolidando o aumento do número de casos de covid-19 no Estado. Até essa quarta-feira (29), segundo a secretaria de Estado da Saúde (Sesa), as amostras que foram coletadas ao longo de todo o mês apresentam a maior positividade desde março: 27%.

Após os meses de março e abril apontarem para uma redução de casos da doença com registros positivos de 7,1% e 3,5%, respectivamente, maio já demonstrava um comportamento de subida, com 10,3% dos testes positivos.

O número de testes também chama a atenção. Os realizados em junho representam quase 90% do total de testes feitos nos três meses anteriores. O Estado contabilizou pouco mais de 217 mil testes, entre março e maio. Em 29 dias, foram cerca de 206 mil.

Os testes rápidos, de antígenos, disponibilizados para a população em pontos de testagens estaduais e municipais, também aumentaram. 

Entre março e maio, foram pouco mais de 174 mil testes realizados e uma positividade média de 7,8% das análises durante os três meses. Só em junho, somam mais de 180 mil testes realizados. A positividade é de 28,5% das amostras.

Leia mais:  Pesquisa identifica pessoas com maior risco de Covid grave após vacinação

Segunda maior onda de casos de covid no ES em 2022

Os casos positivos registrados no mês passado configuram a segunda maior onda de covid-19 deste ano. A taxa de transmissão cima de 1, ficando atrás apenas do aumento registrado em janeiro e fevereiro. 

O subsecretário de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, fez um alerta sobre o momento atual vivido pelo Estado. 

“Estamos com uma alta taxa de transmissão no momento e quando temos muitos casos, as pessoas mais vulneráveis e não totalmente vacinadas podem desenvolver a forma mais grave da doença e vir a óbito”, explicou.

Para Reblin, é fundamental que a população reforce a adoção dos cuidados aprendidos desde o início da pandemia, não deixando de lado a vacinação.

“Essas regras de manter distanciamento em locais com muita circulação, usar as máscaras e a higienização das mãos continuam tão importantes quanto era no começo da pandemia. Junto a isso, temos a vacinação contra a Covid-19, com doses disponíveis à população que precisa atualizar os esquemas vacinais com o quantitativo de doses referentes à faixa etária”, disse.

Saiba onde testar

Livre demanda (sem agendamento):

– Rodoviária de Vitória (Vitória): de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, para a realização de Teste Rápido de Antígeno;

– Ufes (Campus Goiabeiras): de segunda a sexta-feira, das 7h às 15h30 (com intervalo de 12h às 13h), para a realização de Teste Rápido de Antígeno;

Leia mais:  Fatores na adolescência causam envelhecimento mais rápido

– Ufes (São Mateus): de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, pra a realização de Teste Rápido Antígeno;

– Terminal de Laranjeiras (Serra): de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h, para a realização de Teste Rápido de Antígeno.

Para a testagem por agendamento:

– Aeroporto de Vitória (Vitória), para a realização do exame RT-PCR e de Teste Rápido Antígeno: todos os dias, 24h;

– Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves, o Himaba (Vila Velha), para a realização do exame RT-PCR e de Teste Rápido de Antígeno: segunda a sexta, das 09h às 15h30;

– Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra, para a realização de Teste Rápido de Antígeno: segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h (com intervalo das 11h30 às 13h30);

– Centro de Reabilitação Física do Espírito Santo (Crefes), para a realização de Teste Rápido de Antígeno: segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

Para agendar os testes de RT-PCR a população deve acessar o site Acesso Cidadão. Já o agendamento para o Teste Rápido de Antígeno, deverá ser feito no site Vacina e Confia. Além disso, no Vacina e Confia, a população tem acesso aos pontos de testagens municipais.

Continue lendo

Medicina e Saúde

Tratamento inovador elimina totalmente o câncer de mama em estágio inicial

Publicado

Tumores desapareceram em duas semanas após injeção da substância e sem efeitos colaterais

Um estudo recente publicado recentemente na revista Proceedings of the National Academy of Sciences mostrou que a aplicação de uma imunotoxina nos dutos mamários eliminou totalmente lesões pré-cancerosas visíveis e invisíveis de pacientes. 

A pesquisa foi feita em laboratório e liderada por pesquisadores do Johns Hopkins Kimmel Cancer Center, especializado em câncer de mama em estágio inicial.

O estágio zero da doença, também conhecido como CDIS (carcinoma ductal in situ), é caracterizado pela presença de células pré-cancerosas anormais nos dutos de leite.

De acordo com o autor sênior do estudo, Saraswati Sukumar, diversas mulheres realizam cirurgias de remoção, tratamentos de radiação e, em alguns casos, quimioterapia ou terapias hormonais para eliminar esses cânceres precoces.

“Em nossa pesquisa, propusemos um tratamento alternativo em que a injeção da droga imunotoxina pelo duto poderia resultar na limpeza do CDIS”, disse Sukumar em comunicado.

Metodologias do estudo

Primeiramente, o trabalho avaliou a eficácia da imunotoxina em quatro linhagens celulares de diferentes subtipos de câncer de mama em camundongos. Os resultados evidenciaram que o tratamento induziu à morte as células tumorais em todas elas. 

Leia mais:  Mais de 130 computadores chegam ao Estado para incrementar o processo de imunização capixaba

Os pesquisadores também administraram o tratamento a cerca de dez camundongos para captar possíveis toxinas circulares no sangue após a intervenção e, de cinco a 30 minutos depois, não encontraram nada.

Em seguida, eles injetaram a imunotoxina diretamente nos dutos mamários de dois grupos de camundongos com CDIS, classificados como MCF7 E SUM225.

No primeiro, foi administrado uma vez por semana durante três semanas e, para viés de comparação de eficácia, aplicaram no corpo de outro conjunto de camundongos.

No final da terapia, descobriram que aqueles que receberam a injeção no corpo tiveram um crescimento tumoral mais lento, mas que retornava após a interrupção.

Já os que receberam diretamente nos dutos tiveram os tumores completamente eliminados dentro de duas semanas após a conclusão do tratamento e a arquitetura da mama era parecida com glândulas mamárias normais. Nenhuma recorrência foi detectada após dois meses. 

O grupo SUM225 suprimiu a doença em apenas duas semanas de tratamento e não demonstrou recorrência até o final do estudo. 

Leia mais:  Estado autoriza esquema homologo para dose de reforço contra a Covid-19

De acordo com os autores, o tratamento foi bem tolerado, sem efeitos colaterais da toxina ou injeção. Eles disseram que a pesquisa fornece uma forte base pré-clínica para a realização de ensaios de viabilidade e segurança em pacientes com câncer de mama em estágio 0. 

Segundo dados divulgados pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer), no ano passado, o Brasil totalizou 66,3 mil diagnósticos da doença no público feminino, com 17,8 mil mortes. O câncer de mama é também o mais incidente em mulheres de todas as regiões do país, após o câncer de pele não melanoma.

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana