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Segurança

Cadastro de familiares de presos será feito pelo WhatsApp

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Para diminuir o fluxo de pessoas nas unidades prisionais e evitar chances de contágio do novo Coronavírus nos presídios, a Secretaria da Justiça (Sejus) inicia, nesta quarta-feira (25), o credenciamento de familiares por meio do aplicativo WhatsApp. A medida vale apenas para novos cadastros de visitantes.

Técnicos da área Psicossocial de cada unidade prisional ficarão responsáveis pela conferência dos dados, bem como pelo credenciamento, realizado por meio de formulário. Será necessário o envio de foto e documentos digitalizados. A documentação original requisitada no cadastro deverá ser apresentada à unidade prisional em data pré-agendada para futura marcação da visita.

O corpo técnico da unidade prisional terá o prazo de 30 dias para conferência da documentação enviada. Os novos cadastros podem ser realizados por meio do telefone (27) 99257-4718. O e-mail de cada unidade prisional também estará disponível para o serviço, conforme lista abaixo:

CPFC Centro Prisional Feminina Cariacica [email protected]
UCTP Unidade de Custódia e Tratamento Psiquiátrico [email protected]
PSC Penitenciária Semiaberta de Cariacica [email protected]
CDPG Centro de Detenção Provisória de Guarapari [email protected]
CDPS Centro de Detenção Provisória da Serra [email protected]
CASCUVV Casa de Custódia de Vila Velha [email protected]
CDPVV Centro de Detenção Provisória de Vila Velha [email protected]
PSVV Penitenciária Semiaberta de Vila Velha [email protected]
PEVV1 Penitenciária Estadual de Vila Velha 1 [email protected]
PEVV2 Penitenciária Estadual de Vila Velha 2 [email protected]
PEVV3 Penitenciária Estadual de Vila Velha 3 [email protected]
PEVV5 Penitenciária Estadual de Vila Velha 5 [email protected]
CDPM Centro de Detenção Provisória de Marataízes [email protected]
CDPCI Centro de Detenção Provisoria de Cachoeiro de Itapemirim [email protected]
PRCI Penitenciária Regional de Cachoeiro de Itapemirim [email protected]
CPFCI Centro Prisional Feminino de Cachoeiro de Itapemirim [email protected]
PAES Penitenciária Agricola do Espírito Santo [email protected]
PSME I Penitenciária de Segurança Média 1 [email protected]
PSME II Penitenciária de Segurança Média 2 [email protected]
PSMA I Penitenciária de Segurança Máxima 1 [email protected]
PSMA II Penitenciária de Segurança Máxima 2 [email protected]
CTV Centro de Triagem de Viana [email protected]
CDPV2 Centro de Detenção Provisória de Viana 2 [email protected]
CDPA Centro de Detenção Provisória de Aracruz [email protected]
PRBSF Penitenciária Regional de Barra de São Francisco [email protected]
CDPCOL Centro de Detenção Provisória de Colatina [email protected]
CPFCOL Centro Prisional Feminino de Colatina [email protected]
PSMCOL Penitenciária Semiaberta Masculina de Colatina [email protected]
PSMECOL Penitenciária de Segurança Média de Colatina [email protected]
CDRL Centro de Detenção e Ressocialização de Linhares [email protected]
PRL Penitenciária Regional de Linhares [email protected]
CDPSDN Centro de Detenção Provisória de São Domingos do Norte [email protected]
CDPSM Centro de Detenção Provisória de São Mateus [email protected]
PRSM Penitenciária Regional de São Mateus [email protected]

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Segurança

Homem se passa por mulher, comete estupro virtual e obriga amigo a engolir moeda

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Suspeito finge ser mulher por anos, se relaciona com melhor amigo, exige fotos íntimas e manda ele cumprir “tarefas” como até comer fezes

A Polícia Civil de Fortaleza, no Ceará, indiciou um homem de 27 anos por crimes de estupro virtual, falsa identidade e extorsão contra o próprio amigo. O suspeito conseguiu fotos íntimas do amigo após se passar por mulher na internet e obrigava a vítima a fazer “tarefas”, como engolir moedas.

Segundo a polícia, Ayrton Andrade Pereira da Silva conhecia a vítima há quase dez anos, mas fingiu ser mulher, manteve um relacionamento virtual com o amigo, que tem 24 anos, e, após conseguir fotos íntimas dele, passou a extorqui-lo.

O agressor ameaçava a vítima até com fotos de caixões, dizendo que mataria parentes dele caso não fizesse o que o suspeito queria.

Ayrton obrigava a vítima a fazer algumas “tarefas” que deveriam ser filmadas, além de pedir dinheiro. Para provar que estava fazendo as “atividades”, a vítima era obrigada a gravar as ações, como engolir uma moeda colocada em um copo com água.

A vítima também foi obrigada a colocar um copo de vidro no ânus, que se quebrou e a machucou. Foi por isso que o homem relatou o crime à família, que registrou uma denúncia na polícia. Outras “tarefas” incluía comer as próprias fezes e beber a própria urina retirada do vaso.

O caso foi denunciado pela vítima em 2020 e, desde então, era investigado pelo 5º Distrito Policial, que localizou Ayrton no Maranhão. A Polícia Civil ainda investiga o caso para identificar outras possíveis vítimas do suspeito.

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Segurança

Empresário suspeito de lavagem de dinheiro é preso pela PF em Vitória

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Operação “Masqué”, feita em conjunto com a Receita Federal e o Ministério Público Federal, combate crimes contra o sistema financeiro nacional

A Polícia Federal (PF) prendeu na manhã desta quinta-feira (13), em Vitória, um empresário suspeito na participação de um esquema milionário de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. 

O detido foi alvo da terceira fase da “Operação Masqué”, feita para combater crimes contra o sistema financeiro nacional. A PF realiza em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.

De acordo com a PF, a ação deveria cumprir dois mandados de prisão preventiva. Porém, o outro suspeito não foi encontrado em Vila Velha e foi considerado foragido pela Justiça. O nome do empresário será inscrito na lista de procurados da Interpol, composta por 190 países.

Como se trata de captura e prisão, os nomes não foram divulgados em razão da Lei de Abuso de Autoridade.

A investigação apurou a existência de uma organização criminosa dedicada a lavagem de capitais a partir da aquisição de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros e à evasão de divisas.

Os suspeitos responderão por três crimes: lavagem de dinheiro (prisão de três a dez anos e multa), organização criminosa (prisão de três a oito anos e multa), evasão de divisas (prisão de dois a seis anos e multa). 

Entenda as fases da operação

Na primeira fase, deflagrada ainda em 2019, a investigação apurou um esquema de evasão de divisas com a utilização de empresas que falsificavam e repetiam documentação para enviar dinheiro para o exterior. 

Naquele momento, a Justiça Federal decretou o sequestro de dezenas de imóveis avaliados em cerca de R$ 40 milhões.

Já na segunda fase, o objetivo foi investigar o crime de lavagem de dinheiro praticado pelos envolvidos na primeira fase da operação policial de mesmo nome, em especial, mediante a compra de imóveis, embarcações e veículos em nome de terceiros, além de empréstimos feitos fora do mercado formal de crédito.

O nome da operação é uma referência a ação dos investigados que buscava mascarar a real propriedade de vultoso patrimônio adquirido ilegalmente por meio das atividades da organização criminosa.

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