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Cadeia de rochas traz oportunidade para vários modelos de negócio

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Um dos mais importantes Arranjos Produtivos Locais (APL) da economia capixaba, o setor de Rochas Ornamentais (mármore e granito) envolve uma grande cadeia produtiva no Espírito Santo. Além de empresas que atuam com a extração, beneficiamento e exportação dos produtos, o setor movimenta uma grande variedade de modelos de negócio. Em Venda Nova do Imigrante, município pertencente ao APL de Rochas, empreendedores têm aproveitado as oportunidades de investimento em negócios ligados ao setor.

No local, o administrador Julio Souza teve a expertise de investir na loja de Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s, a “Ekipar EPI’s”, para alcançar o sucesso profissional. A aposta foi certeira e com apenas dois anos de funcionamento, o empreendimento já tem vários clientes fidelizados em diferentes municípios da região como, por exemplo, Conceição de Castelo, Domingos Martins, Afonso Cláudio, entre outros.

Para o empreendedor, o atendimento focado na individualidade do cliente é o grande diferencial. “Nós oferecemos um atendimento personalizado, vamos até a empresa e gostamos de conhecer a área do nosso cliente. A partir disso, sugerimos e alinhamos os tipos de produtos que melhor se adaptam às necessidades”, explica o empreendedor.

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O setor de rochas representa um segmento importante de atuação da empresa, contudo o portfólio de clientes é bem variado, o que possibilita a ampliação da atuação e a lucratividade do negócio. A loja atende diferentes áreas do setor industrial que podem contar com uma variedade de produtos, como óculos de proteção, luvas, capacetes, protetores auditivos, máscaras, extintor de incêndio, entre outros equipamentos, disponíveis para a pronta entrega ou por encomenda.

Obtenção de recursos de investimento no Bandes
Para atender às demandas, a Ekipar contou com o apoio das linhas de microcrédito do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes). A opção é uma forma rápida, fácil e acessível para os pequenos empreendedores quem desejam começar ou ampliar seu negócio. Com o Banco, o empreendedor Julio Souza obteve recursos para reforma e adaptação do espaço físico da loja, como também para aquisição de mobiliário e estoque.

“Era uma ideia de negócio com alto potencial de desenvolvimento na região. Fizemos o plano de negócio e procuramos algumas instituições para obter o financiamento que melhor se adequava. Nesta pesquisa, conhecemos instituições parceiras do Bandes que nos indicaram procurá-lo. Ele foi nosso parceiro máximo!”

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Mãe reencontra filho após mais de 10 anos em hospital de Cachoeiro

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Silvano Ote Aguiar está internado na Santa Casa há cerca de 100 dias, após sofrer um acidente de trânsito. Hospital conseguiu localizar a mãe, que mora em MG

Um momento de emoção e esperança. Após ficar 100 dias internado sem identificação na Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim, no sul do estado, um paciente conseguiu reencontrar a mãe. O momento foi proporcionado após o hospital localizar a família. A mãe não tinha notícias do filho há mais de 10 anos.

O paciente Silvano Ote Aguiar deu entrada no hospital no dia 4 de janeiro, após sofrer um acidente de trânsito. Ele foi encontrado no município de Vargem Alta, também no sul do estado, sem documento e sem conseguir se comunicar.

Trabalho de busca

Antes da emoção, veio o trabalho duro. A enfermeira Gisele Queiroz foi a responsável pela busca dos familiares de Silvano. Ela conta que entrou em contato com as prefeituras depois que o paciente conseguiu informar o nome e sobrenome. A partir daí, as buscas foram direcionadas a municípios vizinhos e, depois de quase 60 dias, a mãe do paciente foi localizada.

“Eu não aceitava ele sair daqui sem ter a família por perto. Isso me motivou a iniciar a procura, junto com o Serviço Social, para devolver a identidade dele e entregá-lo para a família. Agora estou muito realizada e feliz”, contou a enfermeira.

A mãe do paciente, Marly Ote, mora em Minas Gerais e há mais de 10 anos não tinha notícias do filho. Após viajar mais de 9 horas de carro, o reencontro foi só emoção. Após ver o filho depois de tanto tempo, Marly contou que nem conseguiu dormir no dia anterior, de tanta ansiedade.

“Valeu a pena esperar e fazer essa viagem para encontrá-lo. Deus deu uma segunda chance para ele viver e agora vou levá-lo para casa, cuidar com muito amor e carinho”, disse.

Assim que saiu do hospital, a mãe de Silvano agradeceu o empenho de toda a equipe e o cuidado que tiveram com seu filho durante o período em que ficou internado.

“Lá na minha cidade já tinham dito que esse hospital é maravilhoso e que ele estava sendo muito bem cuidado aqui. O que quero é agradecer por tudo e desejar muita saúde para todos vocês”, afirmou.

Fonte: Folha Vitória.

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Cidades

Vira-lata salva avó e neto de ataque de pitbull em Guarapari e acaba ferido

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Chamado de Covid, por aparecer no bairro durante a pandemia, o cachorro ficou muito machucado e ficará com sequelas; avó e neto saíram ilesos

A máxima que fala que o “cachorro é o melhor amigo do homem” foi colocada a prova no bairro de Meaípe, em Guarapari, no mês de agosto. O vira lata Covid, nome adotado por ele ter aparecido no bairro durante a pandemia, enfrentou um pitbull para defender uma senhora e o neto que moram no local.

Covid é querido por todos e recebe cuidados dos moradores. “Ele foi abandonado na nossa rua, estava todo maltratado e tinha muito medo das pessoas. Meu esposo, Juarez Fernandes, passou a cuidar dele dando comida, atenção e carinho. Logo começou a se identificar com as pessoas da vizinhança”, contou Cleide Fernandes.

Há cerca de um mês, a vizinha de Cleide, Elida Nascimento, foi passear com o neto e o vira lata foi atrás. “Eles estavam indo pescar na lagoa, no caminho um pitbull da vizinhança fugiu e foi em direção deles para atacar. Por sorte Covid estava perto e não aconteceu uma tragédia. Ele foi para cima do cachorro e defendeu os dois até que um homem que passava ajudou a separar a briga e tocou o pitbull para longe”.

Após o ato heroico, Covid ficou muito machucado. O vira lata foi atacado no pescoço e na pata com mais intensidade. “Ele ficou com sequelas, o tendão foi atingido. Já levamos no veterinário e todo possível foi feito. Está bem, mas ficará mancando daqui para frente”

“Ele foi incrível, o que seria de mim e do meu neto, que é uma criança, se Covid não estivesse lá? Esse cachorro salvou nossas vidas, graças a Deus”, agradeceu Elida.

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