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Cidades

Cadeia produtiva da indústria têxtil, de confecções e calçados tem recursos com o Bandes

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Participação no segmento está alinhada ao planejamento estratégico do banco, com foco em apresentar soluções financeiras para investimentos.

Os setores têxtil e de confecção estão entre os mais dinâmicos da economia, com rápida alteração de processos em resposta ao mercado consumidor e sazonalidade de produtos. Dessa forma, é preciso constante investimento em modernização de parques fabris e em inovação para atender às demandas do mercado.

Para suprir a essas necessidades, o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) disponibiliza atendimento preferencial, com uma gerente de Negócios exclusiva para as empresas que buscam alternativas de crescimento. A gerente de Negócios Adriana Pessotti Rangel destaca que os empresários do segmento têm mais proximidade com o banco, por meio dessa modalidade de atendimento mais personalizado.

“O Bandes tem buscado atuar cada vez mais próximo dos segmentos produtivos de maior relevância para a economia do Espírito Santo. O apoio é para a modernização, por meio da aquisição de máquinas, equipamentos ou no investimento em energia solar, como também na incorporação e adoção de novas tecnologias e materiais, a exemplo dos tecidos que utilizam a nanotecnologia como diferencial, ou ainda investimentos na indústria 4.0”, destaca Adriana Rangel.

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A partir do planejamento do banco, a atuação comercial se baseia em um modelo de atendimento ao cliente estruturado sobre dois pilares: de desenvolvimentos regional e setorial. “A estrutura de atendimento permite a priorização de empreendimentos estratégicos que fomentam o desenvolvimento regionalmente equilibrado do Espírito Santo. O segmento de confecção, têxtil e de calçados é um dos setores de atendimento preferencial no Bandes pelo seu potencial de crescimento econômico e impacto social, pelo valor agregado e geração de postos de trabalho”, explica o gerente Comercial e de Relacionamento do Bandes, Miguel Porcaro.

Investimento em modernização e inovação

Os empresários da cadeia produtiva da indústria têxtil têm que constantemente ficar atentos ao mercado consumidor para adequar seus modelos de negócio constantemente, não só pelas tendências da moda, mas, inclusive, pela modernização e adequação de seus parques fabris. Por meio de adoção e investimento em inovações, as empresas podem reestruturar de forma mais dinâmica seus modelos de produção. “Entre as principais tendências de investimento em inovações adotadas no segmento, nos mercados nacional e internacional, estão as impressoras 3D industriais, a internet das coisas e o big data, só para citar alguns exemplos”, afirma Adriana Rangel.

Outra oportunidade de diferencial e segmentação de mercado é o investimento em estudos e pesquisa para identificação de tendências sociais e de consumo, que impactam diretamente a segmentação de mercado e as interações nas cadeias de produção e venda. “No Bandes, o empresário conta com a disponibilidade de linhas de crédito em condições adequadas para as características do negócio dele e recursos voltados para startups que atuam no setor, bem como empresas nascentes de base tecnológica, com soluções para demandas das atividades da cadeia produtiva”, enfatiza a gerente de Negócios.

As indústrias do segmento têxtil compreendem uma variada gama de atuação, com negócios direcionados aos processos de produção de fibras, fiação, tecelagem, malharia e aviamentos, elementos utilizados como matérias-primas para as indústrias de confecção e outros setores. Já a indústria de confecção engloba o desenvolvimento do produto, com as fases de criação, modelagem, pilotagem, costura, beneficiamento e estamparia.

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Projeto da prefeitura de Barra de São Francisco garante alimentação para mais de 8 mil pessoas

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Em 12 dias servindo alimentação as famílias carentes de Barra de São Francisco, desde de seu início em 29 de março de 2021, até esta sexta-feira (09), 8.213 pessoas se alimentaram no Centro de Apoio Alimentar da prefeitura de Barra de São Francisco.

A iniciativa de oferecer alimentação as famílias carentes, é da prefeitura de Barra de São Francisco. O alimento (marmitex), é fornecido de segunda a domingo, inclusive feriados.

É obrigatório o uso de máscaras ao chegar no local para pegar o alimento. É feito higienização nas mãos das pessoas que chegam para pegar o marmitex.

Pessoas atendidas até o presente momento:

Segunda feira (29/03/2021) 440 pessoas

Terça Feira (30/03/2021) 612 pessoas

Quarta Feira (31/03/2021) 750 pessoas 

Quinta feira (1º/04/2021) 750 pessoas 

Sexta feira (02/04/2021) 610 pessoas 

Sábado (03/04/2021) 760 pessoas 

Domingo (04/04/2021) 720 pessoas 

Segunda Feira (05/05/2021) 728 pessoas 

Terça feira (06/04/2021) 700 pessoas 

Quarta feira (07/04/2021) 764 pessoas

Quinta feira (08/04/2021) 819 pessoas  

Sexta feira (09/04/2021) 560 pessoas 

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Total: 8. 213

 

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Cidades

No ES família enterra corpo trocado de mulher vítima da Covid

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O caso ocorreu em São José do Calçado. Ana Maria de Souza Fonseca morreu de Covid-19 depois de ficar 20 dias internada. Família diz que vai processar os envolvidos.

Uma família de São José do Calçado, no Sul do Espírito Santo, tomou um susto ao enterrar uma familiar que foi vítima da Covid-19. Eles descobriram horas depois do sepultamento, que aconteceu nesta quarta-feira (7), que o corpo dela foi trocado e que eles enterraram o corpo de outra pessoa.

Ana Maria de Souza Fonseca, de 77 anos, vítima da Covid-19, teve corpo trocado com o de outra vítima — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Ana Maria de Souza Fonseca tinha 77 anos e ficou 20 dias internada no Hospital São Vicente de Paula, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste do Rio de Janeiro.

Os familiares fizeram um ato rápido, sem velório, na quarta. O caixão estava lacrado e enrolado em um plástico.

Só que, horas depois, na madrugada desta quinta (8), os parentes descobriram que aquele que tinha sido sepultado não era o corpo de Ana Maria.

Eles foram de novo ao cemitério. Ao chegar lá, tomaram outro susto. O jazigo da família estava aberto e sem nenhum caixão dentro.

“Fomos para o cemitério para recebê-la. Chegou aqui, o carro da funerária disse que não poderia abrir o caixão, por ser Covid. Fizemos a oração, nos despedimos, ela foi enterrada e fomos embora. De madrugada, minha prima recebeu uma ligação do hospital, de que os corpos foram trocados. Não era a tia Nana. Nós corremos para vir ver o que estava acontecendo. A família do corpo enganado, que é do Rio de Janeiro, já tinha vindo aqui, pego, e levado para seus familiares. O buraco ficou ali, aberto, e ficamos esperando a tia”, descreveu uma sobrinha da vítima, Luciana Dias.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, além dos familiares, estavam ainda o procurador do município, o secretário de Obras e o advogado do Hospital São Vicente de Paula. O corpo da mulher foi, então, encaminhado para o hospital para fazer a troca de cadáveres.

No início da tarde do mesmo dia, o corpo de Ana Maria chegou ao cemitério. A família disse que o funcionário da funerária não usava equipamentos de proteção, o caixão não estava enrolado no plástico e a tampa de madeira que cobre o vidro da urna foi aberta. Assim como da primeira vez, foram os familiares que carregaram o caixão.

Agora, a família quer justiça. Eles dizem que vão entrar com um processo judicial contra os envolvidos na troca dos corpos.

Por telefone, a dona da funerária disse que eles não vão se pronunciar e que apenas o hospital vai responder.

A Prefeitura de São José do Calçado informou por meio de nota que a troca dos corpos ocorreu na cidade vizinha, em Bom Jesus do Itabapoana, e que o cemitério de Calçado apenas recebeu.

Ainda de acordo com a prefeitura, o responsável pelo cemitério local foi notificado para prestar esclarecimentos em relação a sua vestimenta, pois, segundo o município, a prefeitura disponibiliza todo o equipamento de proteção. Se houver necessidade, o mesmo será implicado nas diretrizes administrativas, informou a prefeitura.

O município disse ainda que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Polícia Militar.

A direção do hospital disse em nota que instaurou uma sindicância para poder apurar o fato.

“Todos os familiares foram contactados pelo hospital, que ofereceu total auxílio as famílias de imediato. Lamentamos profundamente a dor dos familiares pela perda de seus entes queridos e apura o equívoco feito pela funerária. Tão logo sejam apuradas mais informações, poderemos seguir com uma nova nota de esclarecimento”, diz parte da nota.

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