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Campeão mundial de tênis em cadeira de rodas participa de live entre atletas da Sesport

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Jogador de basquete e tênis em cadeira de rodas, Adalberto Rodrigues é o terceiro esportista contemplado pelo programa Bolsa Atleta a participar da série de bate-papo realizada pela Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport). A live acontece nesta segunda-feira (22), às 14 horas, com transmissão pelo perfil do Instagram da Secretaria (@sesportesoficial).

Campeão brasileiro de tênis em cadeira de rodas, em 2016, nas categorias individual e duplas, Rodrigues é um dos atletas paralímpicos capixabas mais vitoriosos, com títulos sul-americano e mundial conquistados no ano de 2006 em: Buenos Aires, na Argentina, e Brasília (DF), respectivamente.

A conversa vai ser comandada pela gerente de Formação de Alto Rendimento, Maylla Venturin. O objetivo da live é aproximar os atletas do público, além de entender um pouco mais da rotina dos esportistas durante esse período de pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Conheça Adalberto Rodrigues

Adalberto Rodrigues nasceu em Vitória, no dia 27/04/1966. Desde criança sempre gostou de praticar esportes nas ruas de Goiabeiras, bairro da capital capixaba onde sempre residiu. Após completar 18 anos, foi servir ao Exército, onde praticava atletismo e futebol. No entanto, no ano de 1985, durante uma atividade, caiu de uma escada de oito metros e, por conta de uma lesão medular, ficou paraplégico.

Em 1987, retomou a rotina esportiva ao começar a praticar lançamentos de dardo e disco no Centro de Reabilitação Física do Espírito Santo (Crefes), onde fazia fisioterapia. No ano seguinte, através do professor Martoni Sampaio, conheceu o basquete em cadeira de rodas, modalidade que, a partir de então, nunca mais abandonou.

Mas foi em 1992 que Adalberto teve contato com o esporte que o levaria ao auge da carreira paralímpica. Na ocasião, ele aceitou um convite da Associação Niteoriense dos Deficientes Físicos (Andef), em Niterói, Rio de Janeiro, para ajudar a difundir na instituição o tênis em cadeira de rodas. Após dois anos, ele retornou para o Espírito Santo, onde iniciou a prática da modalidade. No início, treinava sozinho, com um sobrinho jogando-lhe as bolas a serem rebatidas. Porém, aos poucos, novos adeptos foram surgindo.

Em 1997, veio a primeira convocação de Adalberto para a seleção brasileira de tênis em cadeira de rodas, na disputa do mundial de Notthingham, na Inglaterra. A partir daí, várias outras convocações vieram. Em 2006, o atleta capixaba conquistou seus maiores títulos: campeão do mundo em Brasília, no primeiro campeonato mundial da modalidade realizado na América Latina, e sul-americano em Buenos Aires, na Argentina.

Além de participar como jogador, Adalberto também organizou torneios de tênis em cadeira de rodas por 16 anos aqui no Estado.

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Negociação avança, e Michael fica mais perto de deixar o Flamengo

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Negociação avança, e Michael fica mais perto de deixar o Flamengo

O Flamengo tem em mãos, desde a última semana, uma proposta do Al Hilal, da Arábia Saudita, por Michael. Nesta terça-feira, a negociação entre as partes avançou e o atacante está próximo de deixar o clube da Gávea. A direção da Gávea já aceitou a oferta e, inclusive, comunicou o Goiás, que detém 5% dos direitos do atleta, sobre o acerto. Esse percentual é, justamente, um dos ajustes que faltam para a transferência ser concretizada.

Os direitos de Michael estão divididos da seguinte forma: 80% do Flamengo, 5% do Goiás e 15% do próprio atacante. A proposta do Al Hilal é de 8,25 milhões de dólares, cerca de R$ 45,6 milhões. O Rubro-Negro deseja receber um percentual superior aos 80% e está negociando com as partes envolvidas.

Procurado pela reportagem, o departamento de futebol do Flamengo não respondeu sobre o assunto até a publicação da matéria. Já o Goiás informou que “apoiará o negócio que for feito” pela direção do Rubro-Negro.

Para a temporada 2020, o Flamengo venceu a concorrência no mercado e, por 7,5 milhões de euros (R$ 34,5 milhões na cotação da época), tirou Michael do Goiás. O atacante, revelação do Brasileirão de 2019, tardou a se encaixar, passou pelas mãos de Jorge Jesus, Domènec Torrent, Rogério Ceni e Renato Gaúcho e só foi deslanchar do meio de 2021 para frente, encerrando o ano como um dos nomes mais decisivos do time, com 19 gols e dez assistências.

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Capixaba Hugo Cibien participa da Mil Milhas Brasileiras em Interlagos

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Na virada do dia 22 de janeiro, de meia noite até meio dia, é disputada a corrida mais tradicional do automobilismo brasileiro

A corrida mais tradicional do país, a Mil Milhas Brasileiras, terá a participação do piloto capixaba Hugo Cibien. O atleta vai assumir o carro vencedor da edição do ano passado, o protótipo MRX 73 de Leandro Totti, da LT Team. A competição inicia na virada do dia 22 (sábado), à meia noite e segue até o dia 23 (domingo), finalizando por volta do meio dia.

Hugo, que esteve em 2021 competindo pela Imperio Endurance Brasil, com a equipe LT Team e os companheiros Guga Ghizo, Sarin Carlesso, Eduardo Souza e José Vilela irá reencontrá-la em Interlagos na próxima semana. 

“A Mil Milhas é uma prova muito difícil e muito tradicional aqui no Brasil. É excelente poder participar com companheiros da equipe de 2021”. Para a edição de 2022 as expectativas da LT Team estão altas. “Ano passado não participei das Mil Milhas, esse ano entro no carro vencedor da geral de 2021, substituindo o Leandro. A equipe está forte e temos muito mais competidores da Endurance Brasil na edição deste ano. A briga vai ser boa!”

Sobre a corrida

Criada em 1956, pelo piloto Wilson Fittipaldi pai, o “barão”, a corrida mais tradicional do automobilismo brasileiro, a Mil Milhas Brasileiras, é uma prova de longa duração que já esteve no calendário mundial do campeonato de Endurance, ao lado das 24h de Le Mans, e 6h de Spa Francorchamps.

Essa prova já foi conquistada por pilotos consagrados do automobilismo mundial, como Wilson Fittipaldi, Christian Fittipaldi, Nelson Piquet, Marc Gene, Chico Serra, Helio Castroneves, Ingo Hoffman, Chico Landi entre outros.

O Autódromo de Interlagos, em São Paulo, foi o principal cenário da corrida Mil Milhas Brasileiras. Porém, houve duas disputas fora de Interlagos: em 1997, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília, e em 1999, no Autódromo Internacional de Curitiba.

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