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CBF perde 25% da receita, mas tem R$ 48,8 milhões de superávit em 2020

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No conturbado 2020, a CBF teve uma queda de aproximadamente 25% nas receitas totais, na comparação com 2019. Mas mesmo assim a entidade fechou o ano passado com um superávit de R$ 48,8 milhões. Em 2019, primeiro ano da gestão Rogério Caboclo, o saldo positivo fora de R$ 190 milhões.

Segundo o balanço aprovado nesta quinta-feira pelas federações estaduais – que não foi completamente divulgado -, a CBF registrou arrecadação total de R$ 716 milhões. Em 2019, o montante foi recorde: R$ 957 milhões.

Apesar da pandemia, 2020 trouxe a segunda maior arrecadação da CBF na história, em números absolutos (desconsiderando a inflação). A entidade insere na receita total fontes operacionais – como patrocínios, direitos de transmissão e a verba do fundo de legado da Copa 2014 – e o valor gerado nos rendimentos financeiros. Nisso tudo, a variação cambial costuma jogar a favor. A CBF tem contratos de patrocínios em dólar, por exemplo.

A entidade bate no peito para dizer que investiu R$ 523 milhões de forma direta e indireta no futebol ao longo de 2020. Segundo os critérios da própria CBF, houve uma ligeira queda em relação a 2019, quando esse gasto foi de R$ 535 milhões.

A CBF informou que, em 2020, destinou R$ 168 milhões a várias camadas do futebol para amenizar os impactos da pandemia. Foram R$ 33,5 milhões em testes de Covid-19.

Houve uma linha de crédito de R$ 100 milhões para as Série A e B (R$ 74,6 milhões para os clubes da elite e R$ 25,4 milhões aos da segunda divisão). A CBF ainda doou R$ 15,8 milhões para os clubes das Séries C e D, além da A1 e A2 do Brasileirão feminino.

Foram ainda R$ 8,6 milhões para as federações estaduais. R$ 2,7 milhões para arbitragem, além de um desconto de R$ 7,5 milhões pela suspensão da cobrança de taxa de registro de atletas.

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Cristiano Ronaldo leva golpe de quase R$ 2 mi no cartão de crédito

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Agente de viagens de Portugal deu golpe no craque do Manchester e em outros jogadores e personalidades do futebol mundial

Uma agente de viagens foi acusada e condenada em Portugal por aplicar um golpe de cerca de 288 mil euros (equivalente a quase R$ 1,8 milhões) no cartão de crédito do craque Cristiano Ronaldo.

Além dos atletas e de um empresário de jogadores, duas empresas que a mulher prestava serviço também devem ser ressarcidas. Segundo a imprensa portuguesa, a mulher usava as empresas para ressarcir as viagens não realizadas pelos atletas 

De acordo com informações publicadas na imprensa portuguesa, a golpista trabalhava em uma agência de viagens que faz atendimentos especiais para jogadores de futebol e grandes personalidades que precisam de condições especiais para viajar com a família.

Como oferecia esse serviço, a mulher tinha acesso aos cartões de Cristiano Ronaldo e outras personalidades do futebol.

Com a confiança dos jogadores, em um período de três anos, entre 2007 e 2010, a mulher desviou da conta bancária de Cristiano Ronaldo o pagamento para cerca de 200 viagens que ele nunca fez.

Ainda de conforme a imprensa portuguesa, a mulher foi para os bancos dos réus em 2017, e foi condenada a pena de quatro anos, além de ter sido obrigada a ressarcir todo prejuízo financeiro que ela deu para as vítimas.

Além de Cristiano Ronaldo, a agente de 53 anos deu golpe em outros jogadores portugueses, como Nani e Manuel Fernandes. Esses dois teriam sofrido prejuízo de cerca de 350 mil euros (equivalente a R$ 2,1 milhões) 

Além de Cristiano Ronaldo, a agente de 53 anos deu golpe em outros jogadores portugueses, como Nani e Manuel Fernandes. Esses dois teriam sofrido prejuízo de cerca de 350 mil euros (equivalente a R$ 2,1 milhões).

Na época que estava sendo vítima de golpes, o craque português estava na primeira passagem pelo Manchester United e, no período, trocou o time inglês pelo Real Madri, em uma das mais caras transferências no futebol mundial.

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[VÍDEO] MICO AO VIVO: Globo não vê anulação de gol do Vasco, erra placar e só descobre após o fim do jogo

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No lance que gerou a confusão, o atacante Gabriel Pec levou a bola com a mão em uma dividida, antes de tocar para Daniel Amorim vencer Fábio e balançar as redes.

Enquanto o narrador e os comentaristas Roger Flores e Paulo Nunes conversavam e votavam no melhor jogador da partida, o árbitro André Luiz de Freitas Castro (CBF/GO) anulou o gol e deu o reinício à partida, em imagem que a transmissão não mostrou.

Na sequência, aos 49 minutos do segundo tempo, a equipe celeste conseguiu um escanteio.

Rafael Sóbis colocou na área, Felipe Augusto desviou e Ramon tocou para a rede, vencendo Vanderlei e empatando a partida.

A comemoração esfuziante do time mineiro, inclusive, foi até criticada por toda a transmissão em função da demora, já que, com o placar mostrando 2 a 0 para o Cruz-Maltino, o gol não mudaria a pontuação das equipes.

A bola voltou ao meio de campo e a partida foi reiniciada pelo Vasco.

Segundos depois, o árbitro deu o apito final e uma pequena confusão se formou no gramado.

Direto do gramado, o repórter Raphael De Angelis tentava avisar à cabine que a partida tinha terminado empatada. Só aí que Luís Roberto e companhia entenderam que o jogo terminara empatado em 1 a 1.

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