conecte-se conosco


Mundo Cristão

Centenas se reúnem em adoração e chuva cai sobre cidade atingida por incêndio nos EUA

Publicado

Sean Feucht acredita que a chuva foi uma resposta de Deus às orações feitas para que cessem os incêndios florestais

O líder de louvor cristão, Sean Feucht, junto de sua equipe de adoração, fizeram uma nova turnê, que teve início na quinta-feira (29), em Montana, EUA. 

Com o movimento “Let Us Worship”, eles revelam que estão vendo muitos milagres acontecendo. Num vídeo compartilhado pelo Instagram, Sean contou que começou a chover durante a primeira música do ensaio. 

Para o cantor, isso foi um sinal de Deus, já que o estado vem lutando contra incêndios florestais e a chuva só estava prevista para domingo (01).

“Começou a chover bem no momento em que tocamos o primeiro acorde, na noite de ensaio. Essa foi uma resposta às orações feitas por causa dos incêndios florestais que assolam este estado”, disse. 

Sobre o movimento

Com uma população de quase 6 mil pessoas da pequena cidade de Lewistown, centenas se reuniram em campo aberto e foi possível ver que muitos estavam em busca do poder de Deus e de cura. Alguns se emocionaram e caíram de joelhos, com lágrimas escorrendo pelo rosto.

O movimento “Let Us Worship” viajou para a cidade de Kalispell na sexta-feira, onde o Espírito de Deus se espalhou sobre milhares de pessoas, no condado de Flathead.

“Deus está incendiando até mesmo as cidades mais remotas. Quase 4 mil pessoas derramaram seus corações em adoração, nesta noite”, Sean postou em seu Instagram.

A turnê em Montana, continuou seguindo para Great Falls, no sábado e terminou em Billings, no domingo.

Testemunho

Sean compartilhou uma história inspiradora de um jovem chamado Aaron, que estava perdido, mas entregou sua vida a Cristo um ano atrás. Ele permanece sóbrio desde então.

Segundo Sean, a mãe de Aaron participou de um evento “Let Us Worship” no verão do ano passado, na Califórnia, quando ela pediu ao cantor que orasse por seu filho, que era viciado em drogas e vivia nas ruas.

“Oramos com urgência naquela noite para que Deus encontrasse seu filho. Aaron se tornou a representação do ‘filho pródigo’ que seria o troféu da graça de Deus. Ele se tornou um avivalista ardente desde aquele momento levando muitos a Jesus”, disse Sean, que conheceu o jovem pessoalmente, no último sábado.

“Nós comemoramos juntos e celebramos Jesus. Waw, Aaron é a imagem profética de uma geração inteira que se voltará para Deus. Não podemos parar de orar”, exclamou o líder da banda.

Aaron teve a oportunidade de compartilhar seu próprio testemunho, explicando que ele era um “fantoche de Satanás” e que estava “destinado à morte”. 

“Quando despertei, pensei: ‘O que estou fazendo da minha vida?’ Imediatamente, comecei a chorar e a falar com Deus — ‘Eu quero te conhecer, eu quero te amar, Pai.’ E eu pude sentir o poder descendo sobre mim. Eu sabia que estava seguro”, compartilhou.

Aaron conta que, depois dessa experiência, entregou a vida a Cristo. “Eu me rendi a Ele e compreendi que não fazia mais sentido deixar o mal habitar em meu corpo”, disse.

O jovem convertido contou que está consertando seu próprio trailer e que planeja viajar pelo país para divulgar o Evangelho. 

Let Us Worship (Deixe-nos adorar)

Sean começou o movimento “Let Us Worship” no ano passado, enquanto os estados estavam reprimindo as igrejas e proibindo os cultos dominicais. 

Foi então que o cantor passou a fazer eventos de adoração ao ar livre, viajando de um estado para outro, como forma de protesto e como estratégia para espalhar o avivamento pela América, como ele mesmo explica.

O cantor disse que não tem planos de parar com os eventos, que descreve como “cheios do Espírito e que levam esperança e cura para tantos”. 

“Let Us Worship” continuará a viajar pelos Estados Unidos durante o mês de agosto e, em seguida, vai se preparar para o “The National Mall”, em Washington, de 11 a 12 de setembro.

Mais de 35 mil pessoas se reuniram no icônico gramado em outubro passado, onde Sean proclamou para a multidão que “Deus está se movendo na América”. 

Leia mais:  Igreja Deus é Amor sofre tentativa de golpe de R$ 194 milhões
publicidade

Mundo Cristão

‘Aqui não tem pastora, nem de consideração’, diz pastor da Assembleia de Deus

Publicado

O posicionamento das Assembleias de Deus ligadas à CGADB em relação à ordenação de mulheres à função de pastora voltou a ser discutido nas redes sociais após um vídeo do pastor Roberto José dos Santos, de Pernambuco, viralizar.

Santos, que é dirigente da Assembleia de Deus em Abreu e Lima, conduzia uma aula da Escola Bíblica de Obreiros, quando aproveitou a ocasião para reprovar o costume que vem se disseminando entre muitas igrejas evangélicas.

“Ah, meu pastor, minha pastora. Aqui não tem pastora. Nem consagrada, nem de consideração. É a esposa do pastor. Não tem pastora”, disse Santos, enfaticamente.

“Em Abreu e Lima não tem pastora nem por consagração e nem por consideração. ‘É que a gente considera’. Não tem consideração de pastora. É a esposa do pastor, isso é pra ficar bem claro. Porque agora está uma moda de pastora. Cada um fica na vocação que foi chamado. O homem é o pastor, e a esposa dele é auxiliadora”, acrescentou o pastor.

Esse posicionamento não é particular do pastor Roberto José dos Santos, mas sim, uma conceituação histórica das Assembleias de Deus, estabelecida desde a primeira convenção da denominação, realizada em 1930 em Natal (RN), de acordo com informações do JM Notícia.

‘Antibíblico’

Esse posicionamento havia sido ecoado há alguns anos, quando o saudoso pastor Antonio Gilberto concedeu uma entrevista destacando que a ordenação de mulheres ao ministério pastoral é antibíblica.

“Muitas vezes elas fazem o trabalho melhor do que os homens. Mas ordenar para o Santo Ministério, não tem base nas Escrituras. E como é que isso está acontecendo?”, questionou Antonio Gilberto.

“É a igreja a culpada e a igreja vai prestar conta disso. A igreja que eu digo não é a igreja o prédio, os responsáveis vão prestar conta disso. Jesus nunca ordenou mulheres”, enfatizou.

Na ocasião, Antonio Gilberto destacou que o debate deve ser sobre a legitimidade bíblica de tais nomeações, e ponderou que a discussão não deve se restringir a esse tema, pois as lideranças das igrejas serão cobradas por Deus em todas as áreas.

Muitas outras coisas que não estão na Bíblia, mas que são impostas pelas igrejas, serão pesadas por Deus, alertou o pastor: “É antibíblico. E o que fazer? Quem estiver fazendo vai prestar conta a Deus. Mas infelizmente não é só ordenação de mulheres, é muita coisa que a igreja decide por ela”.

“Eu podia fazer menção aqui, não vou, não há necessidade. Para ninguém pensar que é só esse fato: são várias coisas que a igreja faz sem ter… Por exemplo, há igrejas que só separam (consagram) obreiros para o diaconato se forem casados, não estou criticando a igreja local, há igreja que só separa (consagra) casados, porque o escândalo está sendo grande de obreiros solteiros […] Onde está isso na Bíblia? Lugar nenhum. É a igreja que decide!”, exemplificou.

Leia mais:  Bancada evangélica ameaça ir à Justiça após novas restrições do governo de Pernambuco
Continue lendo

Mundo Cristão

Se a maconha for legalizada, o cristão pode fumar? Professor de teologia responde

Publicado

Como a maconha continua sendo defendida por lobistas de uma indústria milionária e sua aceitação cultural tem aumentado, muitos cristãos têm se questionado se o uso recreativo da droga é aceitável, já que em muitos lugares, ela está sendo legalizada.

Um professor de teologia chamado Todd Miles, que leciona no Western Seminary e publicou um livro intitulado Cannabis and the Christian: What the Bible Says about Marijuana (“Cannabis e o cristão: o que a Bíblia diz sobre a maconha”, em tradução livre), comentou o tema durante um podcast recentemente.

Segundo Miles, embora a Bíblia não diga nada explicitamente sobre a maconha, as Escrituras oferecem uma infinidade de “sabedoria” e orientação que podem ajudar os cristãos a resolverem o problema.

“Temos todas as palavras divinas de que precisamos para viver fielmente. Há muito para informar sobre a questão do uso recreativo e até mesmo medicinal da maconha”, afirmou o professor.

Sua abordagem, disse ele, é orientar os cristãos a “começarem a pensar intencionalmente” sobre a complexa questão, especialmente quando se trata dos perigos em torno da droga que muitas vezes são minimizados.

“As autoridades de saúde mental sabem que há uma forte ligação entre o início precoce da doença mental, esquizofrenia […] e o uso de maconha. E não devemos dizer o contrário”, pontuou.

Entre as muitas questões que cercam a maconha está a necessidade de diferenciar o uso medicinal da erva, já que essa aplicação vem sendo usada como argumento em prol da legalização, porém sem o enquadramento e as informações adequadas.

“Disseram-nos que [a maconha] é segura. Mas, uma vez que você escava abaixo da superfície, você encontra [a conclusão de que] não é bem assim”, acrescentou o professor.

Vícios

Miles disse que um dos equívocos e inverdades é que a maconha não vicia. Embora a droga possa não ser tão viciante quanto outras substâncias, ele resistiu a esse sentimento e observou alguns dos impactos adicionais que devem ser considerados ao discutir o assunto.

“Comprovadamente, ficar chapado de maconha […] prejudica as habilidades cognitivas, prejudica as habilidades físicas e prejudica o julgamento moral”, disse ele, observando que essas consequências são “inúteis”.

Miles apontou de volta para a ordem bíblica contra a embriaguez, que em sua totalidade se assemelha ao que acontece quando uma pessoa se envolve no uso recreativo de maconha: “Existe uma razão não médica para fumar maconha além de ficar chapado? Eu não acho que haja”, argumentou.

Para aqueles que acreditam que a maconha recreativa oferece alívio da ansiedade e outros problemas semelhantes, Miles alertou que esse tipo de uso deve ser diferenciado, já que a maioria dos remédios oriundos da erva não contém a substância alucinógena (THC):

“Nesse ponto, parece que você está se automedicando e passamos para uma categoria de maconha medicinal, não recreativa”, confrontou Todd Miles.

O professor tem a esperança de que as pessoas passem a examinar mais profundamente essas questões e o impacto que a maconha pode ter sobre o indivíduo: “Só porque a lei diz que algo está certo não significa necessariamente que esteja”, finalizou, segundo informações do portal The Christian Post.

 

Leia mais:  Pandemia é crucial para volta de Jesus, diz teólogo Rodrigo Silva

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana