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Cidades

Cinco municípios em Risco Alto a partir da próxima segunda-feira

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Afonso Claudio, Alfredo Chaves, Vargem Alta, Mantenópolis e Ecoporanga estarão nessa classificação na semana que vem. Outras 51 cidades estarão no risco moderado e 22 no risco baixo para a covid-19

Cinco municípios do Espírito Santo estarão no risco alto para o novo coronavírus a partir da semana que vem. São eles: Afonso Claudio, Alfredo Chaves, Vargem Alta, Mantenópolis e Ecoporanga. Os dois últimos já estavam na mesma classificação no Mapa de Risco desta semana. 

Já Afonso Cláudio, Alfredo Chaves e Vargem Alta atualmente estão no risco moderado e passarão para o alto, na semana que vem. Por outro lado, Anchieta, Domingos Martins, Ibiraçu e Marilândia fizeram o caminho oposto, passando do risco alto para o moderado. 

As informações sobre o 36º Mapa de Risco Covid-19 foram divulgadas no final da tarde desta sexta-feira (18) pelo governador Renato Casagrande, durante um pronunciamento pela internet. O novo mapa entre em vigor a partir de segunda-feira (21) e segue até o domingo seguinte (27).

Ao entrarem no risco alto, os municípios passam a ter maiores restrições com relação às atividades econômicas e sociais. Além das cinco cidades nessa classificação, 51 estão em risco moderado e 22 em risco baixo. “Se a gente chegar a 80% de ocupação de leitos, o mapa, efetivamente, muda de cor”, alertou Casagrande, durante o pronunciamento.

Confira a classificação de todos os municípios capixabas:

RISCO ALTO: Afonso Cláudio, Alfredo Chaves, Ecoporanga, Mantenópolis e Vargem Alta.

RISCO MODERADO: Água Doce do Norte, Águia Branca, Alegre, Alto Rio Novo, Anchieta, Aracruz, Baixo Guandu, Barra de São Francisco, Bom Jesus do Norte, Cachoeiro de Itapemirim, Cariacica, Castelo, Colatina, Conceição da Barra, Divino de São Lourenço, Domingos Martins, Dores do Rio Preto, Fundão, Governador Lindenberg, Guaçuí, Guarapari, Ibatiba, Ibiraçu, Ibitirama, Iconha, Irupi, Itaguaçu, Itarana, Iúna, Linhares, Marechal Floriano, Marilândia, Mimoso do Sul, Mucurici, Muniz Freire, Nova Venécia, Pancas, Piúma, Rio Bananal, Santa Teresa, São Domingos do Norte, São José do Calçado, São Mateus, São Roque do Canaã, Serra, Sooretama, Venda Nova do Imigrante, Viana, Vila Valério, Vila Velha e Vitória.

RISCO BAIXO: Apiacá, Atílio Vivácqua, Boa Esperança, Brejetuba, Conceição do Castelo, Itapemirim, Jaguaré, Jerônimo Monteiro, João Neiva, Laranja da Terra, Marataízes, Montanha, Muqui, Pedro Canário, Pinheiros, Ponto Belo, Presidente Kennedy, Rio Novo do Sul, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, São Gabriel da Palha e Vila Pavão.

Vacinação

Além do Mapa de Risco, o governador falou sobre o Plano Nacional de Vacinação, a ser coordenado pelo Ministério da Saúde. Casagrande destacou que o Estado seguirá o que for definido no plano e pediu para que a população aceite receber a vacina, para que vidas possam ser salvas.

“A expectativa é de que em fevereiro tenha, de fato, alguma quantidade de vacina para que se comece, dentro do plano, porque quem define quem vai receber primeiro a vacina é o plano nacional. Vamos aplicar aquilo que estiver, de forma muito objetiva, no plano. É importante que todos possam receber a vacina e estejam dispostos a recebê-la, porque só a partir disso a gente consegue a chamada ‘imunidade de rebanho’. Se o Brasil conseguir agilizar o trabalho de chegar a vacina a todos os brasileiros, nós não perderemos muitas vidas mais.”

Aumento de casos
O governador também falou sobre o crescimento significativo do número de casos e mortes por covid-19, tanto na Grande Vitória quanto no interior do estado, e alertou sobre a importância de se adotar um novo comportamento nas festas de fim de ano e ao longo do verão.

“Os números estão crescendo no interior e na região metropolitana. Ainda persiste o crescimento maior da transmissão no interior, então nós estamos nesta realidade e em um período difícil de controlar a pandemia, onde as pessoas, historicamente, sempre interagiram muito. Já entramos, praticamente, no verão e, e os turistas vem para o estado. Se nós encararmos esse período e tivermos o comportamento igual sempre tivemos nos anos anteriores, vamos ter muita tristeza.”

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Cidades

Projeto da prefeitura de Barra de São Francisco garante alimentação para mais de 8 mil pessoas

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Em 12 dias servindo alimentação as famílias carentes de Barra de São Francisco, desde de seu início em 29 de março de 2021, até esta sexta-feira (09), 8.213 pessoas se alimentaram no Centro de Apoio Alimentar da prefeitura de Barra de São Francisco.

A iniciativa de oferecer alimentação as famílias carentes, é da prefeitura de Barra de São Francisco. O alimento (marmitex), é fornecido de segunda a domingo, inclusive feriados.

É obrigatório o uso de máscaras ao chegar no local para pegar o alimento. É feito higienização nas mãos das pessoas que chegam para pegar o marmitex.

Pessoas atendidas até o presente momento:

Segunda feira (29/03/2021) 440 pessoas

Terça Feira (30/03/2021) 612 pessoas

Quarta Feira (31/03/2021) 750 pessoas 

Quinta feira (1º/04/2021) 750 pessoas 

Sexta feira (02/04/2021) 610 pessoas 

Sábado (03/04/2021) 760 pessoas 

Domingo (04/04/2021) 720 pessoas 

Segunda Feira (05/05/2021) 728 pessoas 

Terça feira (06/04/2021) 700 pessoas 

Quarta feira (07/04/2021) 764 pessoas

Quinta feira (08/04/2021) 819 pessoas  

Sexta feira (09/04/2021) 560 pessoas 

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Total: 8. 213

 

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Cidades

No ES família enterra corpo trocado de mulher vítima da Covid

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O caso ocorreu em São José do Calçado. Ana Maria de Souza Fonseca morreu de Covid-19 depois de ficar 20 dias internada. Família diz que vai processar os envolvidos.

Uma família de São José do Calçado, no Sul do Espírito Santo, tomou um susto ao enterrar uma familiar que foi vítima da Covid-19. Eles descobriram horas depois do sepultamento, que aconteceu nesta quarta-feira (7), que o corpo dela foi trocado e que eles enterraram o corpo de outra pessoa.

Ana Maria de Souza Fonseca, de 77 anos, vítima da Covid-19, teve corpo trocado com o de outra vítima — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Ana Maria de Souza Fonseca tinha 77 anos e ficou 20 dias internada no Hospital São Vicente de Paula, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste do Rio de Janeiro.

Os familiares fizeram um ato rápido, sem velório, na quarta. O caixão estava lacrado e enrolado em um plástico.

Só que, horas depois, na madrugada desta quinta (8), os parentes descobriram que aquele que tinha sido sepultado não era o corpo de Ana Maria.

Eles foram de novo ao cemitério. Ao chegar lá, tomaram outro susto. O jazigo da família estava aberto e sem nenhum caixão dentro.

“Fomos para o cemitério para recebê-la. Chegou aqui, o carro da funerária disse que não poderia abrir o caixão, por ser Covid. Fizemos a oração, nos despedimos, ela foi enterrada e fomos embora. De madrugada, minha prima recebeu uma ligação do hospital, de que os corpos foram trocados. Não era a tia Nana. Nós corremos para vir ver o que estava acontecendo. A família do corpo enganado, que é do Rio de Janeiro, já tinha vindo aqui, pego, e levado para seus familiares. O buraco ficou ali, aberto, e ficamos esperando a tia”, descreveu uma sobrinha da vítima, Luciana Dias.

Quando a Polícia Militar chegou ao local, além dos familiares, estavam ainda o procurador do município, o secretário de Obras e o advogado do Hospital São Vicente de Paula. O corpo da mulher foi, então, encaminhado para o hospital para fazer a troca de cadáveres.

No início da tarde do mesmo dia, o corpo de Ana Maria chegou ao cemitério. A família disse que o funcionário da funerária não usava equipamentos de proteção, o caixão não estava enrolado no plástico e a tampa de madeira que cobre o vidro da urna foi aberta. Assim como da primeira vez, foram os familiares que carregaram o caixão.

Agora, a família quer justiça. Eles dizem que vão entrar com um processo judicial contra os envolvidos na troca dos corpos.

Por telefone, a dona da funerária disse que eles não vão se pronunciar e que apenas o hospital vai responder.

A Prefeitura de São José do Calçado informou por meio de nota que a troca dos corpos ocorreu na cidade vizinha, em Bom Jesus do Itabapoana, e que o cemitério de Calçado apenas recebeu.

Ainda de acordo com a prefeitura, o responsável pelo cemitério local foi notificado para prestar esclarecimentos em relação a sua vestimenta, pois, segundo o município, a prefeitura disponibiliza todo o equipamento de proteção. Se houver necessidade, o mesmo será implicado nas diretrizes administrativas, informou a prefeitura.

O município disse ainda que registrou um boletim de ocorrência e acionou a Polícia Militar.

A direção do hospital disse em nota que instaurou uma sindicância para poder apurar o fato.

“Todos os familiares foram contactados pelo hospital, que ofereceu total auxílio as famílias de imediato. Lamentamos profundamente a dor dos familiares pela perda de seus entes queridos e apura o equívoco feito pela funerária. Tão logo sejam apuradas mais informações, poderemos seguir com uma nova nota de esclarecimento”, diz parte da nota.

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