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Cinquenta e sete estudantes capixabas disputam Paralimpíadas Escolares em São Paulo

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Cinquenta e sete atletas representarão o Espírito Santo em São Paulo, a partir da próxima terça-feira (19), em mais uma edição das Paralimpíadas Escolares. A competição, que acontece anualmente no Centro Paralímpico Brasileiro, segue até sexta-feira (22), é considerada a maior do mundo para crianças e adolescentes com deficiência em idade estudantil.

O Governo do Estado, através da Secretaria de Esportes e Lazer, investirá cerca de R$ 100 mil para levar a delegação capixaba, que terá um total de 101 pessoas, incluindo também técnicos e equipe de suporte, à capital paulista.

O Estado participará de oito modalidades: atletismo, bocha, judô, natação, parabadminton, paravôlei, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas. Os atletas estarão divididos entre as categorias infantil (de 12 a 14 anos) e juvenil (15 a 17). Eles são oriundos de 51 escolas (49 públicas e 2 particulares), espalhadas por 15 municípios capixabas.

Na edição do ano passado, o Espírito Santo encerrou sua participação com 39 lugares no pódio: 19 ouros, nove pratas e 11 de bronzes. O Estado terminou as Paralimpíadas na 12ª colocação geral no quadro de medalhas.

Ao todo, cerca de 1.200 alunos de todas as unidades da Federação estarão presentes na edição 2019. Diversos talentos já passaram pela competição, como os velocistas Alan Fonteles, ouro na Paralimpíada de Londres 2012, Petrúcuio Ferreira e Verônica Hipólito, ouro e prata na Paralimpíada do Rio 2016, respectivamente. Talisson Glock, prata na natação no Rio 2016, Leomon Moreno, prata no goalball em Londres 2012 e bronze no Rio 2016, além da mesa-tenista Bruna Alexandre, prata no Rio 2016, são outros destaques revelados em fase escolar.

Nesta edição, além das disputas por medalhas, o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) avaliará atletas para participar do Camping Escolar Paralímpico 2019. O projeto tem como objetivo promover semanas de treinamentos de alto rendimento aos selecionados.

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‘Obrigado por salvarem minha vida’, diz Grosjean a funcionários da F-1

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Piloto da Haas, que sofreu queimaduras nas mãos e nos pés após acidente impressionante, voltou ao circuito do GP do Bahrein para agradecer fiscais

Romain Grosjean ainda se recupera do acidente impressionante que sofreu no último GP do Bahrein de Fórmula 1. Mesmo assim, fez questão de ir nesta quinta-feira (3) até o autódromo de Sakhir para agradecer os funcionários que ‘ajudaram a salvar sua vida’, como o próprio piloto da Haas classificou.

“Você é o cara que atravessou a pista?”, perguntou o piloto francês a um dos fiscais, que desafiou as normas para tentar salvar Grosejean. “Sua reação, sua atitude… Eu vi o vídeo e seu entendimento onde eu estava no carro salvou minha vida. Obrigado por ter salvado a minha vida.”

“Você é o cara que atravessou a pista?”, perguntou o piloto francês a um dos fiscais, que desafiou as normas para tentar salvar Grosejean. “Sua reação, sua atitude… Eu vi o vídeo e seu entendimento onde eu estava no carro salvou minha vida. Obrigado por ter salvado a minha vida.”

Grosjean, que distribuiu réplicas de seu capacete a alguns funcionários, também cumprimentou os médicos Ian Roberts e Alan van der Merwhe, os primeiros a chegarem no local do acidente.

No mesmo dia do acidente, Grosjean, com a mão enfaixada, mandou um recado para os fãs dizendo que estava bem apesar do susto

No mesmo dia do acidente, Grosjean, com a mão enfaixada, mandou um recado para os fãs dizendo que estava bem apesar do susto.

Pouco antes da alta hospitalar, ele já tratou de recomeçar os exercícios físicos para voltar ao automobilismo – ele não tem vaga na F-1 para o ano que vem.

Reveja aqui imagens do impressionante acidente de Romain Grosjean

 

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Gerson, Bruno Henrique, Gabigol. Fla aberto a propostas, após fracasso

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Flamengo se descobre do mesmo patamar de todos, depois das eliminações na Libertadores e Copa do Brasil. Venderá jogadores para cobrir prejuízo

Pedro Rocha já é o primeiro nome que o Flamengo abrirá mão, depois dos fracassos na Libertadores e na Copa do Brasil.

O clube não gastará 8 milhões de euros, cerca de 8 milhões de euros, R$ 50,7 milhões, com o atacante. Mesmo um novo empréstimo, junto ao Spartak de Moscou, não interessa.

Seu contrato termina no final do mês.

Ele só conseguiu ser titular três vezes este ano. Em dez participações na equipe, marcou um único gol.

Foi enorme decepção.

A aposta foi do ex-treinador do clube, Jorge Jesus.

A ordem da diretoria é fazer dinheiro como puder.

Diego Alves tem grande chance de seguir sua carreira em outro clube.

O goleiro, com 35 anos, tem o contrato terminando também no final do mês.

Desde maio há reuniões frustradas para a renovação.

O jogador teve duas propostas para jogar no Oriente Médio. E recusou, acreditando que renovaria por mais dois anos com o Flamengo.

E o acordo chegou a estar acertado.

Só que surgiu Hugo e o jovem arqueiro foi muito bem. O presidente Rodolfo Landim mandou cancelar o compromisso. Diego Alves. 

Ele recebe cerca de R$ 700 mil.

Passaria a ganhar, R$ 1 milhão.

Setoristas do clube garantem que Landim mandou reduzir a oferta para R$ 800 mil.

Diego Alves ficou decepcionado, porque o acordo havia sido fechado.

E as chances de deixar o clube são reais.

Thiago Maia, operado, também é outro que será reavaliado.

Ele foi emprestado pelo Lille, com preço fixado em 7 milhões de euros, cerca de R$ 44 milhões. Quantia que o clube carioca não pagará.

Além dos três, Gustavo Henrique, Léo Pereira e Michael foram grandes decepções. E o clube não fará questão de manter o trio. Todos escolhidos por Jesus, não conseguiram mostrar o mesmo futebol do Santos, Athletico e Goiás.

Sentiram demais a pressão de atuar pelo clube mais popular do país.

O atacante, que parecia brigar para ser o ’12º jogador’, o ‘primeiro reserva’, viu Vitinho assumir o posto.

Em compensação, os zagueiros se revezaram em falhas infantis que comprometeram a caminhada do Flamengo em 2020.

A diretoria sabe que terá de fazer dinheiro para fazer a contratação do único jogador emprestado que foi aprovado, com louvor: Pedro.

Para o Flamengo chamar Pedro de 'seu', serão mais R$ 88 milhões

Os dirigentes cariocas imploraram para a Fiorentina, tentaram reduzir preço do atacante de 23 anos. Mas os italianos se mantiveram firmes. Além do ótimo desempenho no clube, o jogador passou a ser convocado para a Seleção Brasileira. Portanto, não viu motivos para baixar seu preço.

São 14 milhões de euros, R$ 88 milhões. Ao contrário do que foi divulgado pela imprensa carioca, os 2 milhões de euros, cerca de R$ 12 milhões, não serão abatidos da compra. 

Ou seja, o clube precisa fazer dinheiro.

O presidente Rodolfo Landim tem a filosofia capitalista, fria. Ele quer saber do lucro. E já autorizou seus comandados a receber ofertas pelos jogadores na Gávea.

Depois do fracasso na Libertadores e na Copa do Brasil, não há intocáveis. 

Mesmo os mais valorizados, como Gerson, Bruno Henrique e Gabigol.

Toda proposta será avaliada.

A previsão da diretoria era chegar, no mínimo, nas semifinais da Libertadores. Com a queda nas oitavas, deixou de faturar R$ 20 milhões. Na Copa do Brasil, foram R$ 7 milhões que o clube não faturou, não passando para as semifinais.

Domènec Torrent tem R$ 12 milhões a receber e só quer sair do Rio de Janeiro depois de acertar sua pendência. Ele foi demitido no dia 9 de novembro.

O trabalho de Rogério Ceni será avaliado de maneira muito séria.

Há enorme decepção pelas eliminações na Copa do Brasil e Libertadores.

Principalmente por suas substituições desastrosas ontem.

Como tirar Arrascaeta e Everton Ribeiro.

O Brasileiro servirá como parâmetro do treinador.

Seu contrato até o fim de 2021 pode ser rompido muito antes.

Ele sabe disso.

O título, da única competição que restou, passou a ser ‘questão de honra’.

A classificação para a próxima Libertadores é mais que obrigação.

As torcidas organizadas prometem pressionar para valer o elenco, depois das duas eliminações.

O clima na diretoria, que nunca foi de harmonia, tem tudo para ficar pior.

Gerson e Bruno Henrique são dois jogadores com mercado no Exterior

O clube que se assumia ‘de outro patamar’ em 2019, sugerindo que era do nível dos grandes europeus, vive uma típica crise de clubes sul-americanos.

E cuja primeira resposta é vender jogadores e desistir de contratações encaminhadas.

O Flamengo se enxerga igual a todos neste país…

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