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Colecionador de arte encomenda máscara de US$1,5 milhão

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Feita de ouro 18 quilates e cravejada com 3.600 diamantes pretos e brancos, máscara será equipada com filtro que oferece alto nível de proteção

Arte, e não ostentação, está por trás da máscara de coronavírus mais cara do mundo, dizem os joalheiros israelenses que estão fabricando o objeto de 1,5 milhão de dólares para um cliente não identificado morador dos Estados Unidos.

Feita de ouro 18 quilates e cravejada com 3.600 diamantes pretos e brancos, a máscara será equipada com um filtro N99 para oferecer um alto nível de proteção, disse Isaac Levy, proprietário da marca de joias Yvel.

“Não acho que (o cliente) vá usar para ir ao supermercado, mas ele vai usar aqui e ali, tenho certeza”, afirmou Levy.

Ele descreveu o cliente como um colecionador de arte chinês que mora nos Estados Unidos.

“Ele é um cliente jovem nosso, muito charmoso, extrovertido, muito rico e que gosta de se destacar”, disse Levy. A joalheria pretende entregar a máscara pessoalmente quando estiver concluída, em outubro.

A máscara, na qual uma equipe de cerca de 25 artesãos está trabalhando, pode ser vista como uma exibição vulgar de riqueza durante tempos econômicos difíceis, mas para Levy é acima de tudo uma obra de arte.

“Para muitas pessoas ao redor do mundo, pode ser a máscara mais cara do mundo e talvez seja uma coisa realmente grande”, declarou ele.

“Para nós, é uma forma de proteger as posições das pessoas na fábrica para que possam sustentar suas famílias.”

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Setur convida artistas para conhecer edital sobre intervenção artístico-Urbana no Centro de Vitória

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A Secretaria de Turismo (Setur) realiza nesta terça-feira (07), às 16 horas, na CDL Vitória, um encontro com interessados em participar do concurso para seleção de proposta de “Intervenção Artístico-Urbana” na fachada do Edifício Humberto Gobbi, no Centro de Vitória. O objetivo é apresentar a proposta de edital aos interessados. O concurso será regido pela Lei Federal 8.666/93 e suas alterações.

Esta é mais uma ação de promoção do destino Espírito Santo. O concurso prevê a escolha de uma proposta de intervenção a ser realizada na fachada do edifício localizado na entrada sul da Capital. Poderão participar pessoas jurídicas, assim como coletivos de artistas. A proposta vencedora implantada receberá como prêmio o valor de R$ 170 mil reais.

O tema é “Patrimônio Capixaba” devendo contemplar referências históricas e culturais que remetam à identidade capixaba. A implementação desta Intervenção Artístico-Urbana visa a contribuir de forma diretamente associada ao fortalecimento da identidade capixaba e na promoção e qualificação “Descubra o Espírito Santo”. “A iniciativa vem ao encontro da campanha promocional “Capixabear” que tem como objetivo estimular o sentimento de pertencimento pelo nosso Estado, evidenciando atrativos, nossa história, cultura e gastronomia”, destaca a secretária de Estado de Turismo, Lenise Loureiro”.

A secretária enfatiza que a localização e as características do Edifício Humberto Gobbi, que conta com painel de 1.600 metros quadrados, com ampla possibilidade de visualização, a partir de pontos de vista de curta, média e longa distância, favorecem este tipo de ação promocional. “Esta é uma das principais entradas da cidade e uma arte valorizando nosso Estado naturalmente trará mais beleza para o local e deverá se tornar mais um espaço para fotos e, consequentemente, divulgação de nossos atrativos turísticos e dos nossos artistas”.

Regras


A proposta de intervenção artístico-urbana deverá contemplar Plano de Acessibilidade Cultural, permitindo acesso de pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida às respectivas intervenções, em acordo com as possibilidades individuais da obra, podendo ser utilizado recurso de aplicação do QRCoude com informações sobre a intervenção artístico-urbana.

A identificação da arte deverá conter inserção de logomarca de publicidade do “Descubra o Espírito Santo” e não poderá fazer referências a marcas ou produtos comerciais, nem conter referências ou mensagens de cunho pornográfico, racista, preconceituoso, ilegal ou ofensivo a grupos religiosos, políticos, étnicos ou culturais.

Propostas

As propostas deverão apresentar memorial descritivo, plano de acessibilidade cultural e registros gráficos/visuais da proposta de intervenção. Já o memorial descritivo da proposta deverá conter: título, apresentação da proposta, concepção artística, referências históricas e culturais, justificativa, objetivos a serem alcançados, materiais e sistema construtivo adotados e cronograma de execução, considerando prazo máximo de 90 (noventa) dias corridos da assinatura do Termo de Execução e sinopse da proposta.

Avaliação das Propostas


Serão requisitos para avaliação a clareza e objetividade na apresentação da proposta, caráter inovador e relevância conceitual e concepção artística sendo classificadas as propostas que alcançarem no mínimo 80% da pontuação máxima possível. 

As propostas deverão ser entregues na sede da Secretaria de Turismo, conforme as regras que serão indicadas no edital, em até 45 dias após a publicação no Diário Oficial do Estado. Após a conclusão da seleção, o proponente vencedor deverá firmar Termo de Execução de Intervenção Artística com a Setur, tendo 90 dias para a execução da arte.

Ao assinar o Termo de Execução de Intervenção Artística o proponente assume todas as reponsabilidades decorrentes da realização da proposta, incluindo custeio e aquisição de materiais, alimentação, transporte, combustível, hospedagem, equipamentos (locação, carregamento, montagem, desmontagem etc.), pró-labores, licenciamentos, registros de responsabilidade técnica, dentre outros.

A arte implantada terá permanência no espaço por, no mínimo, cinco anos após a sua conclusão.

Os interessados em participar do encontro devem fazer sua reserva por este link:  https://bit.ly/3Eti1ic

Serviço: 

Dia 07 de dezembro (terça-feira)

Horário: 16h

Local: CDL Vitória – Edifício dos Lojistas – Avenida Governador Bley, 155 – Centro – Vitória/ES

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Setor de festas tem alta procura, mas não encontra profissionais

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A Abrafesta diz que desapareceram todos os tipos de prestadores de serviço; por isso, fará cursos para capacitar mão de obra

O setor de festas e eventos vive um boom com a liberação de casamentos, aniversários e confraternizações reprimidos pela pandemia de Covid-19. Os profissionais da área, no entanto, não estão conseguindo entregar aos clientes a noite que eles imaginaram e pela qual muitas vezes já pagaram.

“Falta de tudo, não tem copo e prato nas locadoras, não se encontra flores, bebida e equipamentos de som. Mais que isso, os profissionais especializados desapareceram”, adverte o presidente da Abrafesta (Associação Brasileira de Eventos), Ricardo Dias.

O executivo admite ser impossível suprir a demanda reprimida. “O público agora exige mais do que antes. Ninguém quer fazer um jantarzinho. Buscam só grandes eventos.”

De acordo com ele, a duração das festas aumentou e as pessoas estão bebendo até 20% mais. “E não tem bebida para comprar, porque o cálculo pensado lá atrás de quantidade ingerida por convidado não funciona mais. Sem contar que o produto, bastante afetado pelo dólar alto, disparou de preço”, diz.

Além da dificuldade de abastecer as reuniões dos clientes, as empresas sofrem um problema quase incontornável. Obrigadas a adiar datas por causa da crise sanitária, elas  agora têm de garantir, sem acréscimo no pagamento, eventos que ficaram mais caros por causa da inflação alta, aumento dos fretes com a disparada dos combustíveis e pela necessidade de pagar mais por funcionários disputados a tapa pelo mercado. 

Uma pesquisa da entidade feita em outubro mostrou que 40% dos casamentos marcados durante a pandemia tiveram de ser cancelados, 20% ocorreram de forma reduzida e 40% foram reagendados.

Também foram adiados 45% dos aniversários, 17% das festas de debutantes e 20% dos eventos corporativos. 

Cursos para criar de novos profissionais

Dias acredita que pelo menos 50% dos prestadores de serviço com experiência migraram para outras áreas com o fechamento de suas atividades originais em 2020, primeiro ano da pandemia.

Entre integrantes dos setores administrativos, fornecedores e os que têm contato direto com o público, o setor emprega cerca de 6 milhões de pessoas no Brasil. Ou empregava.

A situação é tão crítica que a Abrafesta se reuniu com o Governo do Estado de São Paulo para montar às pressas um programa de capacitação com o objetivo de encontrar novos trabalhadores para baladas, casamentos e todos os tipos de comemoração. “Nossa intenção é colocar no mercado 1.000 pessoas já em fevereiro”, diz o presidente da associação. 

Os aprovados devem aprender o ofício na prática, em eventos de empresas ligadas à associação. 

“Começa aqui em São Paulo, capital, depois vai para o estado e em seguida chega ao Brasil inteiro. Há um colapso com a falta de empregados, algo precisa ser feito agora”, alerta Ricardo Dias.

Desempregados ou profissionais que querem se especializar em uma nova função podem se inscrever nos cursos e possíveis futuras vagas no site da Abrafesta.

Retorno com protocolos

Ricardo Dias está nesse ramo desde a década de 1990 e diz  que nunca viu tantos pedidos como neste ano. E com tanta urgência. “As pessoas pedem orçamentos para datas daqui a quatro dias.”

O aquecimento definitivo se deu em novembro, quando o Governo de São Paulo anunciou a liberação de eventos fechados.

O presidente da Abrafesta afirma que as comemorações podem ocorrer sem limitação no número de pessoas, mas obedecendo regras do protocolo de segurança, com o uso de máscaras e álcool gel.

Ele conta que, em comparação com novembro de 2019, antes de o novo coronavírus abalar a economia mundial, mais que dobrou a procura nesse fim de 2021.

“Os espaços estão cheios e as pessoas, ansiosas para se reencontrar, mas é preciso tomar alguns cuidados. Não adianta fechar uma confraternização sem ter certeza que os fornecedores conseguirão entregar o que prometeram. Por isso é essencial buscar empresas com experiência e organizadores responsáveis.”

App de busca de profissionais vê busca disparar

O afã do público por festas pode ser notado no crescimento de buscas por profissionais dessa área no GetNinjas, maior aplicativo de contratação de serviços do Brasil.

Segundo a plataforma, o aumento começou a ser notado já entre julho e setembro deste ano, trimestre encerrado com 97% mais buscas que nos três meses anteriores e 112% acima do mesmo período de 2020.

Os serviços mais procurados são: buffet completo, fotografia, animadores, bandas e cantores e churrasqueiro. 

Buffet completo para aniversários foram 131% mais procurados no terceiro trimestre de 2021 em comparação com o segundo. O serviço para formaturas subiu 116% e para casamentos, 90%.

Os dados do GetNinjas também permitem curiosidades como a de que, de um trimestre a outro, 170% mais pessoas buscaram pagodeiros para animar as reuniões de amigos e convidados. Sertanejos tiveram 135% de crescimento e grupos de forró, 10%.

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