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Como a yoga pode ajudar surfistas a aliviar dores crônicas

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Dores crônicas costumam ser um grande contratempo na vida de surfistas que convivem com essa realidade, pelo constante incômodo e sofrimento.

Nós, surfistas, estamos vulneráveis a elas, sendo as mais comuns, as dores nas costas, quadril e pernas.

Essas dores são reflexo das várias horas que passamos sentados em frente a uma tela, seja no trabalho somadas às horas em que passamos na água, surfando.

É, portanto, fundamental atuar de maneira preventiva, mesmo não sendo você um surfista profissional.

Dessa forma, a prática do yoga é uma grande aliada pois permite que a pessoa compreenda a origem de suas dores.

Ao praticar, é possível se conectar com o corpo e compreender a dor, quebrar rigidez, melhorando a circulação e liberdade articular.

Como a yoga pode aliviar dores crônicas

Um exemplo de quem sofre com dores e encontrou na yoga um tratamento é Francisco Kaiut, idealizador do método Kaiut Yoga.

Após ser baleado no quadril muito jovem, Francisco passou a sentir dores crônicas e buscou alívio em diversas terapias alternativas.

Conheceu a yoga aos 15 anos e aos 17 abriu sua primeira escola de yoga. O método Kaiut foi desenvolvido durante anos de estudo para adaptar a prática milenar às necessidades do homem moderno.

E o método se mostrou muito eficaz e com grande potencial terapêutico. Hoje Francisco é presidente do grupo Kaiut Yoga, professor encarregado da direção didática de 18 escolas no Brasil e nos EUA, e o encarregado pela formação de novos professores no método.

De acordo com Francisco, a prática de yoga proporciona manter seu corpo e mente sempre organizados e livres da rigidez, sendo preventivo para todas as idades:

“Quando há tratamento, entendimento e aceitação, existe sempre a possibilidade de se estabelecer uma relação de autocuidado. Bem como permitir envelhecer mais 10, 30 ou 50 anos com qualidade e sem maiores perdas além daquelas que já lidava antes de iniciar o processo”, explica.

E quanto preciso praticar para ter resultados?

Vai depender da situação individual de cada aluno, variando entre efeitos imediatos e mais tardios.

Mas é fundamentalmente a consistência da prática que determinará o processo, e não quantas vezes foi feito.

“Uma aula, uma vez por semana, por um ano inteiro, é muito mais impactante do que fazer quinze dias de aulas seguidos, com um intervalo de 6 de meses a cada intensivo”, explica Kaiut.

É preciso encontrar um ritmo que encaixe no dia a dia e ao decorrer dele. Pois o corpo e entendimento advindo das observações do aluno vão colaborar para decidir o quanto praticar.

Além disso, o especialista também diz que cada vez mais precisamos mover o corpo como um todo.

Por exemplo: correr é melhor do que não fazer nada, mas é só uma parte do que o corpo pode fazer.

“O grande problema aqui é a ausência de estímulos amplos”, completa Francisco.

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Novo uniforme do Fluminense homenageará os 115 anos do primeiro título oficial do clube

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Linha, que marca a segunda produzida pela Umbro, tem previsão de lançamento para maio; camisas de treino dos jogadores vazaram anteriormente

Os campeões de 1906 serão lembrados. A nova linha de uniformes do Fluminense, produzida pela Umbro, irá homenagear os 115 anos do primeiro título oficial do clube — o Campeonato Carioca de 1906. A previsão de lançamento é para maio, ainda sem data definida.

Importante: os novos uniformes não serão réplicas. Por exemplo, o Fluminense atuou com meiões pretos em 1906, o que nao é permitido pelo estatuto atualmente. O estilo será “clássico”, segundo pessoas que o viram, mas não terá o modelo antigo como base. 

O padrão segue o mesmo: o principal é o tradicional tricolor e a segunda é predominantemente branca, tendo detalhes em grená e verde.

No uniforme tricolor, as listras serão mais finas do que as da atual versão, também da Umbro. Na camisa dois, os detalhes em verde e grená estarão na manga e na gola. Também haverá um emblema em comemoração aos 115 anos do primeiro título oficial do Fluminense. 

Outros dois uniformes que vazaram fazem parte da linha a ser lançada oficialmente pela Umbro. Trata-se das camisas de treino dos jogadores, com uma predominantemente azul e a outra verde e cinza.

Camisa verde e cinza faz parte da linha de treinos da nova coleção Foto: Divulgação

Camisa azul também faz parte da linha de treinos da nova coleção Foto: Divulgação

Essa é a segunda vez que o Fluminense terá a Umbro como responsável por confeccionar toda a sua linha de material esportivo. O Fluminense aposta muito nesta parceria após o insucesso de suas últimas duas fornecedoras (Under Armour e Dry World).

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Empresários abocanham US$ 500 milhões com venda de jogadores de futebol

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Houve queda em relação a 2019, a Pandemia impactou arrecadação. Inglaterra é país mais lucrativo

Os empresários que atuam em negociações internacionais de jogadores de futebol masculino e feminino ganharam US$ 496 milhões em comissões em 2020, de acordo com relatório publicado pela Fifa (Federação Internacional de Futebol). 

O valor representa a 3ª maior arrecadação desde 2014, início da série histórica. Houve decréscimo em relação a 2019 e 2018, quando o total recebido pelos agentes foi de US$ 655 milhões e US$ 548 milhões, respectivamente.

O regulamento da Fifa para transferências internacionais de jogadores exige que clubes revelem os nomes e comissões de intermediários. As informações são utilizadas pela entidade para compor o relatório, divulgado anualmente.

O valor pago em comissão aos antes nas negociações em 2020 é expressivo, considerando que estudo da consultoria britânica KPMG apontou que a pandemia fez o investimento dos clubes das 5 principais ligas do futebol europeu em contratações de jogadores na temporada 2020/2021 cair quase 50% em relação à média das últimas 3 temporadas.

A maior parte do valor levantado nas transferência teve origem no continente europeu (US$ 474 milhões). Cerca de 95% das comissões tiveram origem em negociações de jogadores de clubes vinculados à Uefa (União das Associações Europeias de Futebol).

A Inglaterra liderou o ranking de países mais lucrativos aos empresários em 2020 (US$ 110 milhões), seguida por Itália (US$ 88 milhões), Portugal (US$ 69,2 milhões), Alemanha (US$ 64 milhões), França (US$ 34 milhões), Espanha (US$ 31 milhões) e Rússia (US$ 21,5 milhões).

O Brasil ocupa a 8ª colocação na lista. As negociações de jogadores que atuam em clubes do país país renderam US$ 13,7 milhões a agentes. As transferências que envolvem times ligados à Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) representam apenas 3% (US$ 14,4 milhões) do total.

O relatório da Fifa aponta ainda que um ou mais agentes atuaram para concretizar 20,4% dos negócios fechados no ano passado. Ao todo, foram 16.433 transferências registradas em 2020, sendo que 3.346 tiveram envolvimento de empresários representando jogadores ou clubes.

Nos acordos com valores superiores a US$ 5 milhões, o percentual de empresários representando clubes compradores é de 55,4%. A taxa é de 34,8% no caso de agentes de clubes vendedores e de 44,9% para representantes de jogadores.

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