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Cidades

Como fica o funcionamento do comércio, escolas e bares no Espírito Santo?

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No total, 17 municípios foram classificados em risco alto de transmissão para o novo coronavírus

O novo Mapa de Risco da covid-19, anunciado pelo governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, na sexta-feira (12), reúne uma série de medidas adotadas para o combate à disseminação do novo coronavírus no Estado. Uma das mudanças é que, desta vez, nenhuma cidade capixaba foi classificada em risco baixo para a doença. 

Na Grande Vitória, os municípios de Vila Velha e Serra voltam para o risco alto de transmissão e novas restrições serão adotadas no comércio e nas atividades de lazer, além da suspensão das aulas presenciais. Outra mudança é que a classificação, antes válida por uma semana, passa a valer por 14 dias. 

Restaurantes, distribuidoras de bebidas e lojas de conveniência podem abrir de segunda à sexta até as 16h. Mas o consumo presencial de bebidas alcóolicas nas distribuidoras e conveniências está proibido

Bares: Fica proibido o funcionamento de bares enquanto o município estiver em risco alto.

Academias: Estão vedadas atividades em grupo, como as aeróbicas. Também será obrigatória a limitação de alunos. Espaços com área igual ou superior a 75m² devem respeitar o limite de até 5 alunos por horário de agendamento.

O que pode funcionar

Funcionam sem nenhum tipo de restrição os estabelecimentos considerados essenciais. São eles: farmácias, comércio atacadista, distribuidora de gás de cozinha e água, supermercados, minimercados, hortifrutis, padarias, lojas de produtos alimentícios, lojas de cuidados animais e insumos agrícolas, distribuidoras de bebidas, postos de combustíveis, borracharias, oficinas de reparação de veículos automotores e bicicletas, estabelecimentos de venda de materiais hospitalares, casas lotéricas e bancos.

Outras medidas

No âmbito social, ficam suspensas as realizações de eventos corporativos, acadêmicos, técnicos e científicos. A visitação à unidades de conservação ambiental e o funcionamento de parques municipais também está suspensa.

Já o funcionamento de cinemas, teatros, circos, espaços de lazer e recreação infantil, parques de diversões e similares, está proibido.

Além disso, eventos sociais como casamentos, aniversários, e confraternizações também estão suspensos.

Limites municipais
Os municípios ficam responsáveis pela implantação de barreiras sanitárias nos limites da cidade e também em rodoviárias.

Veja como fica a classificação de todos os municípios capixabas

Municípios em risco alto
Afonso Cláudio, Águia Branca, Aracruz, Barra de São Francisco, Boa Esperança, Brejetuba, Cachoeiro de Itapemirim, Ibatiba, João Neiva, Muqui, Pedro Canário, Piúma, Presidente Kennedy, Santa Teresa, Serra, Vila Pavão e Vila Velha.

Risco moderado

Municípios classificados em risco moderado: Água Doce do Norte, Alegre, Alfredo Chaves, Alto Rio Novo, Anchieta, Apiacá, Atílio Vivácqua, Baixo Guandu, Bom Jesus do Norte, Cariacica, Castelo, Colatina, Conceição da Barra, Conceição do Castelo, Divino de São Lourenço, Domingos Martins, Dores do Rio Preto, Ecoporanga, Fundão, Governador Lindenberg, Guaçuí, Guarapari, Ibiraçu, Ibitirama, Iconha, Irupi, Itaguaçu, Itapemirim, Itarana, Iúna, Jaguaré, Jerônimo Monteiro, Laranja da Terra, Linhares, Mantenópolis, Marataízes, Marechal Floriano, Marilândia, Mimoso do Sul, Montanha, Mucurici, Muniz Freire, Nova Venécia, Pancas, Pinheiros, Ponto Belo, Rio Bananal, Rio Novo do Sul, Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, São Domingos do Norte, São Gabriel da Palha, São José do Calçado, São Mateus, São Roque do Canaã, Sooretama, Vargem Alta, Venda Nova do Imigrante, Viana, Vila Valério e Vitória.

Comércio
O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Espírito Santo (Fecomércio), José Lino Sepulcri, avalia que as restrições não impactarão as atividades, como ocorreu no ano passado.

“O governador foi generoso com o comércio, pois os horários recomendados, mesmo considerando as cidades de risco alto, não irão prejudicar o funcionamento das lojas e elas não terão alterações”, ponderou.

Sepulcri esperava maior rigor, o que não se confirmou. “Acreditamos que temos um crédito de confiança com o Estado, pois nós nos adequamos ao que foi exigido como segurança sanitária para garantir o funcionamento das lojas de rua, além de uma ampla campanha de conscientização com lojistas, fornecedores e clientes”, comenta.

A Fecomércio contabiliza que, de março a julho de 2020, quando os estabelecimentos, obrigatoriamente, funcionavam das 10h às 16h, a atividade deixou de faturar cerca de R$ 30 milhões.

Escolas
O presidente do Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe/ES), Moacir Lellis, destaca que o sindicato estava trabalhando para que as instituições de ensino fossem consideradas atividade essencial, mas como não foi possível, as novas medidas serão seguidas.

“Uma das coisas que o Sinepe trabalhou é para que a escola fosse considerada atividade essencial, mas não conseguimos. Se fosse considerado, não teríamos que acompanhar esse mapa de risco. Agora foi Serra e Vila Velha, mas não sabemos como será o próximo”, afirma. 

“Pelas regras, o município considerado risco alto, vai ter que atender o decreto do governador e as escolas não podem ter aulas presenciais. Tem mães, pais, querendo saber o que vão fazer com os filhos na segunda-feira. Os pais que trabalham, que têm atividade, como vão fazer com os filhos?”, conclui Lellis. 

Shoppings

Cinco shoppings na Grande Vitória serão afetados com as novas restrições. O coordenador estadual da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), Raphael Brotto, afirma que os shoppings continuarão a seguir todos os protocolos sanitários combinados com o governo do Estado.

“Também continuaremos a respeitar o novo decreto que classifica os municípios em risco alto”, garantiu. Ele frisou que a associação “lamenta que se chegue a esse ponto depois de um ano de início de pandemia”.

A Abrasce contabiliza que cerca de mil lojas sejam afetadas com a inclusão de Vila Velha e Serra no risco alto. Juntas, possuem cinco shopping centers. A entidade espera que o cenário de 2020, quando os empreendimentos comerciais ficaram 74 dias fechados, não se repita.

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Após Justiça manter suspensão das aulas presenciais no ES, pais voltam a protestar em Vitória

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Os manifestantes se reuniram na frente do TJES, onde colocaram cadeiras escolares, com balões pretos amarrados, além de faixas e cartazes

Um grupo de pais de estudantes voltou a se manifestar, nesta quinta-feira (22), em Vitória, a favor do retorno das aulas presenciais no Espírito Santo. Os manifestantes se reuniram na frente da sede do Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), na Enseada do Suá, onde colocaram carteiras escolares, com balões pretos amarrados, além de faixas e cartazes pedindo a volta das aulas.

Na última terça-feira (20), a juíza Sayonara Couto Bittencourt, da 4ª Vara da Fazenda Pública de Vitória, concedeu uma liminar que considerava como atividades essenciais as aulas presenciais e permitia o retorno delas em todos os municípios, mesmo os classificados no risco extremo e alto, onde essa atividade não está permitida.

No entanto, o governo do Estado recorreu, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), e, na quarta-feira (21), o desembargador Ronaldo Gonçalves de Sousa, presidente do TJES, suspendeu a decisão da magistrada.

A manifestação desta quinta-feira é promovida pelo Movimento Pais Pela Educação ES, que, na última segunda-feira (19), já havia realizado um protesto semelhante, dessa vez em frente à sede da Assembleia Legislativa. Segundo Bárbara Campos Fernandes, que faz parte do movimento, o ato teve início por volta das 15 horas e durou cerca de duas horas e meia.

“Hoje o intuito foi mostrar nossa indignação com o Tribunal de Justiça, que derrubou a liminar que a juíza deu, permitindo o retorno às aulas. Vamos realizar uma nova manifestação no sábado (24), a partir das 9 horas, quando sairemos em carreata da frente da Praça do Papa”, disse.

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Cidades

Suzano lança programa de Mudanças Climáticas na Cadeia de Valor focado nos fornecedores  

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Primeira etapa do projeto contará com a parceria do CDP 

Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, acaba de lançar o Programa de Mudanças Climáticas na Cadeia de Valor, cujo foco será engajar os fornecedores na mensuração, transparência de dados, definições de metas e avaliação de riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas. 

Como parte da estratégia de Mudanças Climáticas, a Suzano possui metas de longo prazo que preveem a captura de 40 milhões de toneladas equivalentes de carbono da atmosfera e a redução, em 15%, das emissões específicas das operações nos escopos 1 e 2 até 2030. E embora já capture da atmosfera mais CO2 (carbono) do que emite com suas operações, a Suzano entende que é necessário um amplo esforço colaborativo para que se possa superar os desafios impostos pelas mudanças climáticas. Dessa forma, é natural e primordial envolver os fornecedores neste esforço. 

 “Reduzir as emissões de gases do efeito estufa é essencial para o planeta e acreditamos que é nosso papel olharmos além das nossas operações. Por essa razão, auxiliaremos nossos parceiros na identificação de oportunidades para conseguirem resultados ambientais ainda mais expressivos”, afirma Viviane Danemberg, Gerente Executiva de Suprimentos da Suzano. 

Como parte desta iniciativa e com o objetivo de apoiar os fornecedores nessa jornada, foi firmada parceria com o CDP, uma organização internacional independente que fornece o maior e mais completo sistema de avaliação de impacto e divulgação de dados ambientais.  

O projeto Mudanças Climáticas na cadeia de Valor foi lançado no dia 16 de abril. A primeira etapa é o engajamento de parceiros para que acessem a plataforma do CDP e reportem os dados relacionados a clima. O mapeamento dessas informações é essencial para que as empresas possam medir o impacto de suas atividades e, posteriormente, estabelecer metas para melhorar seu desempenho. Para além da mensuração de impactos, o programa também possibilitará a ampliação do conhecimento no tema dentro da cadeia de valor, com consequente amadurecimento da gestão de emissões e da estratégia climática por parte dos fornecedores. 

“Essa parceria ressalta o compromisso da Suzano em ser agente protagonista e transformador no desenvolvimento de soluções sustentáveis​, que contribuam para solucionar os desafios da sociedade. Temos certeza que nossos parceiros estarão ao nosso lado no combate à crise climática”, complementa Cristiano Resende de Oliveira, Gerente Executivo de Sustentabilidade na Suzano. 

Além desta iniciativa, a Suzano também está desenvolvendo outras ações voltadas para práticas sustentáveis na cadeia de fornecedores, que serão divulgadas no decorrer de 2021.  

Sobre a Suzano 

A Suzano é referência global no desenvolvimento de soluções sustentáveis e inovadoras, de origem renovável, e tem como propósito renovar a vida a partir da árvore. Maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores produtoras de papéis da América Latina, atende mais de 2 bilhões de pessoas a partir de 11 fábricas em operação no Brasil, além da joint operation Veracel. Com 97 anos de história e uma capacidade instalada de 10,9 milhões de toneladas de celulose de mercado e 1,4 milhão de toneladas de papéis por ano, exporta para mais de 100 países. Tem sua atuação pautada na Inovabilidade – Inovação a serviço da Sustentabilidade – e nos mais elevados níveis de práticas socioambientais e de Governança Corporativa, com ações negociadas nas bolsas do Brasil e dos Estados Unidos. Para mais informações, acesse: www.suzano.com.br 

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