conecte-se conosco


Medicina e Saúde

Como limpar o celular para se proteger do coronavirus

Publicado

Mãos sujas podem contaminar aparelhos eletrônicos com bactérias e vírus que podem provocar doenças

A principal orientação para evitar o contágio por coronavírus é lavar as mãos com água e sabão ou usar álcool em gel, mas alguns itens do dia a dia também exigem atenção para garantir uma proteção ainda maior da saúde.

“O celular é mais contaminado do que a sola de um sapato”, diz o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria. “O aparelho pode conter bactérias fecais, bactérias de pus e vírus que são levados pelas mãos suja durante o uso do aparelho”, completa.

Celular é mais sujo do que sola de sapato

Assim como os smartphones, teclados, mouses e controles remoto precisam ser limpos por serem usados por várias pessoas e acumularem sujeiras.

Como limpar?

Como os equipamentos eletrônicos têm componentes que podem oxidar em contato com a água, é preciso usar o produto correto para evitar prejuízos.

“O celular deve ser limpo com álcool isopropílico, que limpa melhor e ainda evapora muito rápido sem deixar resíduos”, explica o especialista.

Leia mais:  ES vai decidir se vacina da covid-19 será obrigatória para matrícula nas escolas em 2022

O álcool etílico vendido no mercado tem 70% de concentração, isso significa que os outros 30% são de água. Por isso, deve ser evitado para não danificar o equipamento.

Da mesma forma, o álcool em gel não é indicado. Além ter água na composição, pode conter emolientes, produtos usados para hidratar a pele, e deixar vestígios de óleo. 

Uma alternativa é utilizar os lencinhos umedecidos para bebês. O quaternário de amônia do produto limpa eletrônicos sem danificar.

Segundo o Dr. Bactéria, a limpeza não deve ser feita com uma grande quantidade de álcool isopropílico. Um pano macio umedecida é suficiente para fazer a higienização.

De quanto em quanto tempo?

“Se for um profissional da saúde, é preciso fazer a higienização diariamente, mas na maioria dos casos uma vez por semana é suficiente”, orienta o Dr. Bactéria.

Quem estiver cuidado de pessoas gripadas ou resfriadas, por exemplo, deve ficar atento com a higiene e fazer a limpeza de equipamentos eletrônicos todos os dias para não ficar doente também. 

Leia mais:  Covid-19: pesquisadores do Reino Unido descobrem mais três sintomas

publicidade

Medicina e Saúde

OMS aponta que COVID-19 aumentou casos de ansiedade e depressão em 25%

Publicado

Um resumo científico divulgado no primeiro trimestre de 2022 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mostra que no primeiro ano da pandemia de COVID-19, a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou em 25%. Ainda sobre a pesquisa, a crescente procura por tratamentos de transtornos levou quase que a totalidade de países pesquisados pela OMS a incluir a saúde mental e apoio psicossocial em seus planos de resposta à COVID-19.  

No final do primeiro ano da pandemia o Ministério da Saúde divulgou uma pesquisa com análise da saúde mental do brasileiro. O resultado apontou que quase 30% dos entrevistados procuraram ajuda profissional motivados por questões relacionadas à saúde mental. 

Diante do resumo científico da OMS, mostrando o aumento global de ansiedade e depressão, o professor Carlos Henrique Santos da Silva (CRP:06/128424), coordenador do curso de Psicologia da UniPaulistana, confirmou que a clínica psicológica daquele centro de estudos, que disponibiliza atendimento gratuito, também registrou aumento significativo logo nos primeiros meses da pandemia. 

Segundo o professor, a clínica atende crianças, jovens e adultos e a maior incidência se dá por razões colocadas por instituições como a OMS e o Ministério da Saúde, como ansiedade e depressão, mas o longo período da pandemia, junto a questão econômica e o fator do luto mais incidente, levou muita gente a procurar tratamento para saúde mental. A instituição atende mais de 80 pessoas por mês, o dobro em relação ao período pré-pandemia.  

Leia mais:  Câncer de pr´óstata: Entenda a importância dos exames preventivos

Continue lendo

Medicina e Saúde

Alerta: 7 sinais de que você está bebendo pouca água

Publicado

Muitas vezes, deixamos de nos hidratar durante o dia, o que traz consequências nada animadoras

Beber água é fundamental para o bom funcionamento do nosso organismo. Entre os seus benefícios estão a melhoria do funcionamento dos rins, da circulação sanguínea e a regulação da temperatura corporal. Além disso, o auxílio ao emagrecimento e o combate à celulite também estão relacionados à ingestão desse precioso líquido.

Ocorre que, muitas vezes, deixamos de nos hidratar durante o dia, o que traz consequências nada animadoras. Com base em informações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, listamos oito sinais de que você está bebendo menos água do que deveria:

1. Dor de cabeça e tonturas

Já reparou que um simples copo de água costuma resolver o problema da dor de cabeça? Nosso cérebro é um dos órgãos que mais demanda água e a desidratação pode causar dor de cabeça e tontura. Isso acontece por várias razões. A explicação mais comum é que, quando há pouco líquido, ocorre uma contração dos vasos do cérebro, que gera uma sensação dolorosa. Ademais, sem água suficiente, algumas substâncias não estão diluídas, e o rim não consegue eliminá-las de uma maneira eficaz.

Leia mais:  Diabetes é principal fator de risco da covid-19

2. Urina escura

É um dos sinais mais eficientes de que você precisa ingerir mais água é aquela urina amarelada escura e com odor mais forte que o normal. Isso ocorre devido a uma concentração mais alta de ureia, que ajuda a eliminar as proteínas ingeridas. Sem água suficiente, o corpo retém o líquido que está armazenado e reduz a eliminação de água pelos rins.

3. Suor com odor mais forte

A explicação é a mesma do item anterior: quanto menos diluídas estão as toxinas que devem ser liberadas pelo corpo, mais forte será o odor do seu suor.

4. Prisão de ventre

Aumentar a ingestão de água pode ser um ótimo remédio para quem sofre de prisão de ventre. É que os movimentos peristálticos, realizados de modo involuntário pelo tubo digestivo, dependem da hidratação. Desse modo, o bolo alimentar é transformado em bolo fecal com mais facilidade e chega ao reto para ser eliminado na forma de fezes.

5. Irritabilidade e cansaço

Talvez você não saiba, mas a água participa de diversas reações químicas no organismo. Por exemplo: se o sistema nervoso é afetado, você pode ter um sintoma emocional, porque algumas proteínas não estão sendo quebradas pela água (hidrolisadas). Assim, pouca água pode resultar em irritabilidade e cansaço.

Leia mais:  ES tem 15 profissionais da rede estadual de saúde com Novo Coronavírus

6. Câimbras

Os músculos também precisam de água para funcionar de modo adequado. Isso porque a contração muscular exige um certo equilíbrio da concentração de minerais, e a água é um elemento central para que algumas reações químicas aconteçam no corpo. Sem líquido suficiente, o resultado pode ser o aparecimento de cãibras.

7. Secura na boca e pele

Embora pareça óbvio, nem todo o mundo presta atenção nos sintomas da sede. Pele e boca secas são sinais tardios, mas significam um forte indício de que você precisa aumentar a ingestão de líquidos.

Portanto, hidrate-se!

Continue lendo

São Mateus

Política e Governo

Segurança

Camisa 10

Mais Lidas da Semana